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	<title>ComRemix &#187; seeding</title>
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	<description>Remixando a Comunicação</description>
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		<title>A questão do seeding</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 13:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[conversações]]></category>
		<category><![CDATA[meme]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[seeding]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alexandre Fugita*
Vamos combinar? Seeding é chato. Tanto para quem executa essa tarefa, quanto para quem é o alvo do seeding, geralmente consumidores finais e &#8220;hubs&#8221; da mídia social. E também pode ser chato para a imagem de uma empresa que usa esse método para promover seu produto ou serviço.
Mas o que é seeding mesmo? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Alexandre Fugita</em>*</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/altemark/337248947/"><img class="alignleft size-full wp-image-345" title="Megafone" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Megafone.jpg" alt="Megafone" width="200" height="165" /></a>Vamos combinar? Seeding é chato. Tanto para quem executa essa tarefa, quanto para quem é o alvo do seeding, geralmente consumidores finais e <a id="t0p:" title="&quot;hubs&quot; da mídia social" href="http://peixefresco.net/2009/whadahell-e-social-media/o-que-e-hub-social/">&#8220;hubs&#8221; da mídia social</a>. E também pode ser chato para a imagem de uma empresa que usa esse método para promover seu produto ou serviço.</p>
<p>Mas o que é seeding mesmo? É como as agências chamam o ato de semear as redes sociais, blogs e Twitter com conteúdo de seus clientes. E geralmente é feito pelo <a id="x:5e" title="analista de mídias sociais" href="http://viralzinhocomfritas.wordpress.com/2009/10/19/afinal-o-que-faz-um-analista-de-midias-sociais/">analista de mídias sociais</a>, o chão de fábrica das agências.</p>
<p>O seeding surgiu da necessidade pregada em todos os seminários de mídias sociais de que as <a id="bp7q" title="marcas precisam conversar" href="http://www.cluetrain.com/portuguese/index.html">marcas precisam conversar</a> com o consumidor. Os marketeiros 2.0 dizem que a conversa agora é de todos para todos e que uma marca não pode mais impor sua mensagem sumariamente. Corretíssimo, mas mesmo assim no seeding acaba acontecendo exatamente isso. Uma marca tenta impor a sua mensagem goela abaixo nos potenciais clientes.</p>
<p>No mundo perfeito o seeding nem deveria existir. As agências de mídias sociais deveriam fazer conversações de longo prazo e não infernizar a vida dos internautas com coisas tão pontuais como o lançamento de um novo produto. E esse relacionamento de longo prazo funciona. Um bom exemplo é o que a Microsoft faz desde 2007 e <a id="kejh" title="resulta em um ótimo relacionamento com a blogosfera" href="http://meiobit.com/meio-bit/ind-stria/microsoft-brasil-20-aninhos-com-corpo-de-startup">resulta em um ótimo relacionamento com a blogosfera</a> de tecnologia.</p>
<p>E tudo isso é culpa do <a id="i8ui" title="meme" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meme">meme</a>. O meme é uma unidade de informação que tem o objetivo único de se multiplicar. É como se o meme fosse um organismo vivo, um vírus, mas é na verdade uma informação. Um meme verdadeiro espalha-se sozinho, não precisa de seeding. O seeding nada mais é do que um spam disfarçado de meme.</p>
<p>Então o negócio é voltar para a <a id="foa6" title="velha e boa conversação" href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/porque_blogs_sao_doces_conversacoes">velha e boa conversação</a> que já se falava bem antes de &#8220;inventarem&#8221; as mídias sociais. Relacionamento de longo prazo, networking e conversação sim, seeding não!</p>
<p><strong>Leituras recomendadas:</strong></p>
<ul>
<li><a id="mr_8" title="Seeding, o spam das mídias sociais" href="http://brainstorm9.com.br/tv/2009/06/05/114-seeding-o-spam-das-midias-sociais/">Seeding, o spam das mídias sociais</a>, via Braincast #9</li>
<li><a id="hy3x" title="Aprenda o que é seeding, otário!" href="http://www.contraditorium.com/2009/05/26/aprenda-o-que-e-seeding-otario/">Aprenda o que é seeding, otário!</a>, via Contraditorium</li>
<li><a id="c:in" title="Conceito de meme" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meme">Conceito de meme</a>, na Wikipédia</li>
</ul>
<p><em>*Alexandre Fugita  é autor blog <a href="http://techbits.com.br">Techbits</a>, e trabalha como produtor de conteúdo para internet.</em></p>
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		<title>O Desafio da Comunicação em Rede?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 12:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Soma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[seeding]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[“Oráculo” é o apelido atribuído ao Google, com relação à sua função de principal canal de busca de informações genéricas do mundo. Quando digitamos uma palavra no Google dificilmente sabemos quais links serão referenciados, isto porque as fontes de informação estão pulverizadas e indexadas por diferentes critérios de relevância na web.
Alguns resultados são realmente surpreendentes. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-245" title="sm_rede" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/09/sm_rede.jpg" alt="sm_rede" width="200" height="150" />“Oráculo” é o apelido atribuído ao Google, com relação à sua função de principal canal de busca de informações genéricas do mundo. Quando digitamos uma palavra no Google dificilmente sabemos quais <em>links </em>serão referenciados, isto porque as fontes de informação estão pulverizadas e indexadas por diferentes critérios de relevância na web.</p>
<p>Alguns resultados são realmente surpreendentes. Em recentes projetos, ao pesquisar termos comuns para os negócios em foco, nossa equipe descobriu fontes de informações inesperadas, tais como:</p>
<ul>
<li><strong>Capítulo de um livro:</strong> publicado em formato pdf trazia em seu conteúdo um tema critico para um determinado mercado.</li>
<li><strong>Perfil de um profissional na rede LinkedIn:</strong> bem “rankeado” em função das conexões dessa pessoa com um determinado mercado em questão.</li>
<li><strong>Apresentação no formato PowerPoint na rede Slideshare:</strong> apontava com qualidade, clareza e concisão um determinado paradigma daquele negócio.</li>
<li><strong>Wikipédia:</strong> justificada por ser a maior enciclopédia do mundo, reunia vários links sobre os temas pesquisados.</li>
</ul>
<p>Um ponto nos deixou surpresos: por que nenhum site de empresa estava bem posicionado no Google em temas tão relevantes para os seus negócios? A resposta está na dinâmica da comunicação do Século XXI, onde as pessoas buscam se comunicar em rede, compartilhar informações, conversar, conforme a importância dos temas para cada um. Com exceção das URLs com conteúdo em formato pdf, todos os demais permitiam comentários, formas de diálogo e avaliações. Por outro lado, provavelmente, essa foi a lógica para minimizar a importância de alguns sites e portais no formato brochureware.</p>
<p><strong>Atraídos e/ou traídos</strong></p>
<p>Pessoas e empresas estão organizados por atração em redes de interesses e propósitos. Os interesses são inerentes ao ser humano e os propósitos são inseparáveis das intenções corporativas de se fazer negócio na rede. A falta de transparência em qualquer uma das relações gera uma sensação de traição e isso é inegável.</p>
<p>A comunicação na rede e em rede exige mais do que muitos contatos e designs bonitos nas páginas da web. A pulverização da informação implica na organização de pessoas com diferentes culturas, comportamentos e linguagens. Para entender basta fazer uma auto-análise. Gostamos de ser tratados de uma determinada forma. Gostamos de acessar e sermos acessados por meios de comunicação definidos, mas detestamos quando isso acontece por outros menos preferenciais.</p>
<p>Existe uma diferença gritante entre pulverizar e semear informação na rede. Podemos, por exemplo, a partir do entendimento da cultura de um determinado mercado, criar conteúdos de valor em diferentes formatos e publicá-los em diferentes canais. Por outro lado, a divulgação pode ocorrer pelo dialogo aberto em comunidades cujo o interesse é comprovado e aprovado.</p>
<p>Nesse trabalho, não há uma forma padrão na linha da panfletagem, ou <em>press releases </em>quadradinhos. Eles cedem espaço para os diálogos legítimos. E assim a conversa toma corpo, ou termina definitivamente. <strong>Esses são alguns dos valores da Comunicação em Rede que a tornam ao mesmo tempo tão atrativa e tão desafiadora</strong>.</p>
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