Artigos com a tag: "redes sociais"

* Por Marcelo ‘Tuca’ Hernandes “Você não gosta de mim, mas a sua filha gosta”. Quando penso em redes sociais, lembro com frequência dessa frase de Chico Buarque, eternizada na canção “Jorge Maravilha”. No mundo corporativo, tal provocação faz bastante sentido. Trocando em miúdos, estou falando de uma situação clássica: chefes que não suportam redes sociais versus colaboradores que já não vivem sem elas. Aquele diretor com larga experiência pode achar uma imensa bobagem, perda de tempo, essas coisas. No entanto, a mesma opinião não é compartilhada pelos filhos, filhas, sobrinhos, bem como por boa parte dos funcionários, sobretudo aqueles mais jovens, que cresceram com seus perfis no Orkut, Facebook, Twitter e por aí vai. Para as novas gerações, as redes sociais não são um capricho, uma novidade, mas sim uma necessidade comum. Cresceram com isso. Usam esses meios para obter e compartilhar informações necessárias no dia-a-dia, sem deslumbre. É um caminho sem volta esse hábito, que só tende a se intensificar daqui por diante. Nas empresas, muitos gestores já perceberam isso, razão pela qual surgiram algumas iniciativas interessantes que buscam assimilar tal comportamento. Dentre elas, merecem destaque as chamadas redes sociais corporativas, que inserem a dinâmica desses meios nas necessidades de (...)
25nov

Marcas: o que vem na sua mente?

por Carlos Tesore | Categorias:Negócios
O raciocínio é bem simples: Suponha que você precise comprar um produto ou serviço (pode ser um aparelho de celular ou um serviço de TV por assinatura, você escolhe); Agora pense nas primeiras três marcas que vem na sua mente; Analise e diferencie uma da outra pela proposta de valor que cada marca entrega (ou promete entregar); Espere um pouco, ainda não tome a decisão de compra, consulte a internet: ela mostrará tudo (ou quase tudo) sobre uma marca, especialmente se você tiver paciência para pesquisar em redes sociais Agora sim, tome a decisão! Até aqui, com exceção da consulta à internet, nenhuma novidade correto? Eu diria nem tanto. Vamos avaliar  o contexto sobre uma ótica diferente. Coloque-se no lugar de um executivo de comunicação de uma grande empresa e faça uma reflexão do processo de compra/escolha de um cliente, resumido no começo do texto.  Pronto! Sua tranquilidade acabou. Certamente você concluirá que o desafio de construção e manutenção de uma marca é bem maior do que um simples plano com atividades táticas de comunicação. Olhe por exemplo o caso da Apple. Quando você pensa na marca ou se depara com a maçã, automaticamente você associa: Inovação, iPod, iPhone, iPad, Steve Jobs, Simplicidade, Estilo, (...)
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