Artigos com a tag: "redes sociais"
Seja nas redes sociais, seja através do seu mainstream de comunicação corporativa, as empresas devem estar sempre preparadas para enfrentar a caixa de eco do mercado. Em comunicação não existe unilateralidade, mesmo em casos extremos como numa campanha publicitária tradicional.
Quando nos comunicamos através das redes sociais, podemos ter diversos objetivos:
Evangelização de mercado por meio de um blog corporativo;
Promoções, e/ou SAC via Twitter corporativo;
Participação em comunidades de negócios no Ning;
Participação em grupos de discussão no LinkedIn;
Campanhas promocionais no Facebook;
Etc…
Qualquer que seja o objetivo da comunicação via mídias sociais, é muito importante lembrar que nesse âmbito o público tem voz ativa - e contesta ou critica no ato. O que fazer a respeito? Algumas recomendações básicas cabem:
Respeite sempre a opinião do público-alvo.
Nunca deixe de responder nada, por mais agressiva e discordante que seja a opinião.
Ao contra-argumentar, proponha um âmbito de discussão e envolva o restante do público.
Respalde seus argumentos com opinões externas à empresas (links relevantes nas redes sociais). Ou seja, envolva outros players na discussão.
Por último, lembre-se de que o principal objetivo da atuação das empresas nas redes sociais não é vender ideias para seu público, mas entendê-lo melhor para, ato contínuo, melhorar sua comunicação corporativa.
Por Jair Tavares*
Gustave Flaubert disse “A vida deve ser uma constante educação”. Ele nasceu em 1821, na França, e viveu um período de constantes revoluções ligadas ao desenvolvimento da burguesia pós-Napoleão. Essa referência histórica serve para lembrar apenas que a vida é uma constante mudança e, portanto, um constante aprendizado, não apenas de novos conhecimentos, mas também de novos códigos sociais e novos valores. Por isso, a palavra educação também se refere ao conjunto de normas que torna nossas atitudes sociais compatíveis (não, essa não é a definição de dicionário).
Vamos sair da França do século 18, 19 e voltar para o 21: o que mudou de lá para cá? Liberdade de expressão? Correto, mas, da mesma forma como antigamente, essa liberdade vem carregada de responsabilidade. Numa sociedade interligada em rede, onde milhares de pessoas se comunicam instantaneamente umas com as outras, um erro na forma como você se aproxima, aborda e expõe as suas idéias pode ser tão cruel quanto a guilhotina francesa (ou pior, pois você ficará vivo para ver o que os outros falarão de você).
Hoje, o fenômeno das redes sociais tem chamado atenção das empresas, governos e instituições, que não observam adequadamente seus públicos e saem fazendo (...)



