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	<title>ComRemix &#187; PR 2.0</title>
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	<description>Remixando a Comunicação</description>
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		<title>Ferramentas essenciais para o PR Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 19:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[PR Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Rodrigo Capella *
Embora tenha vivido entre os anos 1754 e 1824, o escritor francês Joseph Joubert conhecia, como ninguém, o poder das palavras e sua importância nos diversos formatos e mídias. Uma de suas frases mais conhecidas e repetidas por várias gerações focava justamente no impacto das letras: &#8220;Somente buscando palavras é que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1147" title="keyboard" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/keyboard.jpg" alt="keyboard" width="540" height="334" /></p>
<p><em>Por Rodrigo Capella *</em></p>
<p>Embora tenha vivido entre os anos 1754 e 1824, o escritor francês Joseph Joubert conhecia, como ninguém, o poder das palavras e sua importância nos diversos formatos e mídias. Uma de suas frases mais conhecidas e repetidas por várias gerações focava justamente no impacto das letras: &#8220;Somente buscando palavras é que se encontram pensamentos&#8221;. Uma outra analisava o processo da escrita: “Para escrever bem deve haver uma facilidade natural e uma dificuldade adquirida”.</p>
<p>Transportando a declaração para os ambientes digitais, esta facilidade natural, destacada pelo autor, pode ser creditada às ferramentas. Já as dificuldades encontram embasamento na necessidade de se conhecer inteiramente cada função, cada aplicação das referidas ferramentas on-line.</p>
<p>Para auxiliar o processo de escrita do <strong>PR Digital</strong>, duas ferramentas são essenciais. Com o<a href="http://scribe.googlelabs.com/" target="_blank"> Google Scribe</a>, conseguimos obter sugestões automáticas de palavras e frases nos idiomas inglês, espanhol e árabe. Veja abaixo alguns exemplos:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1137 aligncenter" title="scribe2" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/scribe2.png" alt="scribe2" width="439" height="343" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1138 aligncenter" title="scribe3" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/scribe3.png" alt="scribe3" width="442" height="358" /></p>
<p>Sem muitas complicações, com esta ferramenta podemos encontrar a grafia exata de determinadas expressões, gírias e frases cotidianas. É uma forma interessante de escrevermos com mais informalidade, atingindo com mais precisão o internauta.</p>
<p>Outra ferramenta on-line relevante é o <a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a>, que mostra os termos mais procurados na Internet e possibilita, por exemplo, comparações com sinônimos. Vamos a uma situação: imagine que você está em dúvida entre duas palavras semelhantes (caminhar e andar) e não sabe qual delas escrever no seu texto de divulgação.</p>
<p>Quando utilizamos o <a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a>, chegamos a um resultado interessante. Nos últimos anos, a palavra “andar” tornou-se cada vez mais buscada pelos internautas e, consequentemente, mais popular, superando “caminhar” em todos os períodos. Desta forma, a mais indicada para um post em um blog ou para um SMPR é a palavra “andar”.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1140" title="trend1" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/trend1.png" alt="trend1" width="539" height="269" /></p>
<p>Com o <a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a>, conseguimos também obter resultados locais, país a país, cidade a cidade.  No caso da comparação realizada acima, a palavra “andar” vence em todas as situações, conforme demonstração abaixo:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1141" title="trend2" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/trend2.png" alt="trend2" width="540" height="192" /></p>
<p>Trata-se de uma funcionalidade muito interessante para a web 2.0, que exige, cada vez mais, divulgação focada em aspectos e subaspectos. Aprender, portanto, a utilizar o <a href="http://scribe.googlelabs.com/" target="_blank">Google Scribe</a> e <a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a> é primordial. Pratique, participe, envolva-se!</p>
<p><em>(*) Rodrigo Capella é jornalista, palestrante, <a href="http://printerview.wordpress.com/" target="_blank">PR e escritor</a>. Autor, entre outros, de <a href="http://clubedeautores.com.br/book/1281--Assessor_de_Imprensa" target="_blank">Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia</a>. Edita o blog PR Interview e ministra os cursos <a href="http://www.escoladecomunicacao.com.br/" target="_blank">Assessoria Digital – Evoluindo do Release para a Web 2.0</a> (Escola de Comunicação) e <a href="http://www.abracom.org.br/" target="_blank">Engagement: dicas para um relacionamento diferenciado com imprensa e cliente</a> (Abracom).</em></p>
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		<title>Quando o release é multimídia</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/quando-o-release-e-multimidia</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 17:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media Release]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rodrigo van Kampen*
Texto, vídeo, áudio, fotos, ilustrações, apresentações, infográficos ou então tudo isso misturado. Desde que a internet tornou possível e viável o conteúdo multimídia, a discussão deixa de ser técnica, é preciso pensar na efetividade da mensagem. Não é mais preciso saber se o servidor aguenta um vídeo, já que ele estará no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Rodrigo van Kampen*</strong></em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/28481088@N00/2764506226/"><img class="alignleft size-full wp-image-515" title="theater_por_tanakawho" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/12/theater_por_tanakawho.jpg" alt="theater_por_tanakawho" width="159" height="106" /></a>Texto, vídeo, áudio, fotos, ilustrações, apresentações, infográficos ou então tudo isso misturado. Desde que a internet tornou possível e viável o conteúdo multimídia, a discussão deixa de ser técnica, é preciso pensar na efetividade da mensagem. Não é mais preciso saber se o servidor aguenta um vídeo, já que ele estará no <a href="http://youtube.com.br">Youtube</a> ou no <a href="http://blip.tv">Blip.tv</a> e os slides no <a href="http://slideshare.net">Slideshare</a>. A questão agora é: <strong>vale a pena colocar conteúdo multimídia no release?</strong></p>
<p><strong>Contras:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Multimídia não é barato</strong>, é trabalhoso, leva tempo e demanda pessoal e equipamento;</li>
<li><strong>Nem sempre o jornalista terá tempo para o conteúdo</strong>. Se muitas vezes nem o release de quatro parágrafos ele vai ler, quando é que vai ver um vídeo de dois minutos?</li>
</ul>
<p><strong>Prós:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Conteúdo multimídia é muito mais rico</strong>, o que significa mais chances do release se destacar entre os vários que brigam pelo comunicador;</li>
<li><strong>Não ocupa espaço no e-mail</strong>, já que os vídeos ficam no <a href="http://youtube.com">Youtube</a>, as imagens no <a href="http://flickr.com">Flickr</a>, apresentações no <a href="http://slideshare.net">Slideshare</a>, e assim por diante;</li>
<li><strong>Ajuda a explicar um conceito</strong>, uma novidade tecnológica ou um assunto complexo;</li>
<li><strong>Adquire um tom mais humano para um assunto frio</strong>, quando um porta-voz comenta como a novidade muda a vida das pessoas;</li>
<li><strong>Conteúdo pronto para ir para blogs ou sites</strong>, ser reproduzido e se espalhar;</li>
<li><strong>O comunicador não precisa necessariamente entrar em contato</strong> para escrever sobre a matéria, o que já aumenta muito as chances do conteúdo se difundir rapidamente, principalmente em blogs e redes sociais.</li>
</ul>
<p>E você, jornalista, blogueiro ou comunicador. <strong>O que você acha de conteúdo multimídia em releases? </strong>Veja a apresentação e responda nos comentários!</p>
<div id="__ss_2716146" style="width: 550px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="ConteúdDo Multimídia no Release" href="http://www.slideshare.net/rmacomunicacao/conteddo-multimdia-no-release">Conteúdo Multimídia no Release</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="550" height="460" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=contedomultimdia-091214110729-phpapp02&amp;stripped_title=conteddo-multimdia-no-release" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="460" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=contedomultimdia-091214110729-phpapp02&amp;stripped_title=conteddo-multimdia-no-release" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p><em>*Rodrigo van Kampen atua na área de PR 2.0 e treinamentos de mídias sociais, e é autor do blog <a href="http://peixefresco.net">Peixe Fresco</a>. </em></p>
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		<title>Dica da Semana: O que os executivos pensam das mídias sociais</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/dica-da-semana-o-que-os-executivos-pensam-das-midias-sociais</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 20:11:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[segurança corporativa]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi publicado recentemente o whitepaper Social Media: Embracing the Opportunities, Averting the Risks. Produzido pela Russel Herder e pelo Ethos Business Law, o relatório traz a percepção dos executivos americanos sobre as mídias sociais e mostra um distanciamento entre conhecimento e ação: enquanto 80% relata preocupação com segurança corporativa e reputação, somente um terço implementou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-200" title="dicaComremix" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/09/dicaComremix.png" alt="dicaComremix" width="162" height="101" />Foi publicado recentemente o whitepaper <strong><a href="http://www.russellherder.com/SocialMediaResearch/TCHRA_Resources/RHP_089_WhitePaper.pdf">Social Media: Embracing the Opportunities, Averting the Risks</a></strong>. Produzido pela Russel Herder e pelo Ethos Business Law, o relatório traz a percepção dos executivos americanos sobre as mídias sociais e mostra um distanciamento entre conhecimento e ação: enquanto 80% relata preocupação com segurança corporativa e reputação, somente um terço implementou <em>guidelines</em>, e apenas 10% investiu em treinamento na área.</p>
<p>Leia mais no blog <a href="http://aquintaonda.blogspot.com/2009/08/redes-midias-sociais-empresas.html">A Quinta Onda</a><br />
Leia o relatório: <a href="http://www.russellherder.com/SocialMediaResearch/TCHRA_Resources/RHP_089_WhitePaper.pdf">Social Media: Embracing the Opportunities, Averting the Risks</a>.</p>
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		<title>A RMA e o PR 2.0</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/a-rma-e-o-pr-20</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 14:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Cavalieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive conversando com amigos jornalistas durante o 12º Congresso de Comunicação sobre o frisson que a chamada Mídia Social vem causando em nosso meio. De uma hora para outra, todo mundo saiu correndo para criar blogs, entrar no Twitter, &#160;no LinkedIn e tornar-se um cidadão 2.0.&#160; Afinal, ninguém queria estar fora desta nova &#8220;onda&#8221;.
Porém, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/20493464@N00/2564571564/" mce_href="http://www.flickr.com/photos/20493464@N00/2564571564/"><img src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/08/social_media_landscape.jpg" mce_src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/08/social_media_landscape.jpg" alt="Social Media Landscape" title="Social Media Landscape" class="alignleft size-full wp-image-143" width="250" height="167"></a>Estive conversando com amigos jornalistas durante o <a href="http://12cong.blogspot.com/" mce_href="http://12cong.blogspot.com/">12º Congresso de Comunicação</a> sobre o frisson que a chamada Mídia Social vem causando em nosso meio. De uma hora para outra, todo mundo saiu correndo para criar blogs, entrar no<a href="http://www.twitter.com" mce_href="http://www.twitter.com"> Twitter</a>, &nbsp;no <a href="http://www.linkedin.com" mce_href="http://www.linkedin.com">LinkedIn</a> e tornar-se um <a href="http://msoma.wordpress.com/2009/03/29/jornalismo-cidadao-e-critico-para-os-projetos-de-midia-social/" mce_href="http://msoma.wordpress.com/2009/03/29/jornalismo-cidadao-e-critico-para-os-projetos-de-midia-social/">cidadão 2.0</a>.&nbsp; Afinal, ninguém queria estar fora desta nova &#8220;onda&#8221;.</p>
<p>Porém, os que se propuseram a ir a além do simples interesse de um usuário comum, perceberam que o buraco é muito mais embaixo. Principalmente, para nós, profissionais de comunicação.</p>
<p>E qual a razão disso? A primeira é que o número de pessoas conectadas aumenta a cada dia. O IDG divulgou recentemente um estudo apontando que até 2012, teremos 800 milhões de internautas. É uma baita audiência que não deve ser desprezada. Outro agravante é que a <a href="http://augustocvp.wordpress.com/2009/05/06/a-geracao-m/" mce_href="http://augustocvp.wordpress.com/2009/05/06/a-geracao-m/">geração M</a> consome muita informação digital proveniente de uma infinidade de fontes. Isso implica em uma transformação brutal na forma de se fazer comunicação e gerar conteúdo.</p>
<p>De olho nisso, estamos há três anos estudando, observando e aprendendo com as redes sociais para mapear os impactos e caminhos desta evolução para o negócio de Relações Públicas. O<a href="http://msoma.wordpress.com/" mce_href="http://msoma.wordpress.com/"> Mário Soma</a> que o diga, afinal foram dezenas de noites pesquisando e interagindo com hubs sociais de todo o mundo. Porém, felizmente, há muita gente boa, capacitada e com cabeça aberta estimulando o diálogo e fazendo as coisas acontecerem.</p>
<p>Estas descobertas nos levaram a questionar uma série de coisas. Primeiro, não adiantava apenas o blá, blá, blá com a nossa equipe e clientes sobre a importância da Mídia Social. Era necessário que eles experimentassem. E foi o que procuramos fazer. Para a equipe, campanhas de incentivo a blogar, twittar, flickar. Tudo isso, regado a uma série de oficinas para aprender e praticar durante o horário de trabalho. Sim, no mundo da Mídia Social, o profissional atua ligado nas redes sociais e ferramentas de <i>media sharing</i> o tempo todo. Não tem essa de proibir acesso a estas ferramentas!</p>
<p>Agora, um dos maiores desafios que nós, como profissionais de agências temos é de convencer os nossos clientes de que a Mídia Social é um movimento sem volta e que trouxe consigo uma quebra de paradigmas enorme, como por exemplo: Como manter a reputação da marca em um mundo não regido pelas leis convencionais? Em nosso caso, convidamos os clientes a experimentar, primeiro em pequenos grupos e depois expandindo. Tivemos resultados surpreendentes em casos que iremos apresentar neste mesmo espaço futuramente.</p>
<p>Bom, isso é apenas o começo e sem dúvida, é um caminho de descoberta de novas formas de fazer aquilo que nascemos para fazer: Comunicar e promover o diálogo.</p>
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		<title>Blog corporativo é PR 2.0?</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 14:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[blog corporativo]]></category>
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		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
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		<description><![CDATA[ Tudo que é 2.0 é hype. Web 2.0, Business 2.0 e, inevitavelmente, PR 2.0. O problemas das ondas, das tendências, é o risco da superficialidade na abordagem e no entendimento. O que é PR 2.0? São muitas as simplificações perigosas. Queremos saber a sua opinião:
Pesquisa #ComRemix: Quem tem um blog corporativo já está praticando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/maxpower/130960194/" title="CVF WF 2 por Ross C., no Flickr"><img src="http://farm1.static.flickr.com/49/130960194_db609e6c71_m.jpg" width="150" height="126" alt="CVF WF 2" class="alignleft size-full wp-image-99" style="float:left; margin-right:10px;" /></a> Tudo que é 2.0 é <em>hype.</em> Web 2.0, Business 2.0 e, inevitavelmente, PR 2.0. O problemas das ondas, das tendências, é o risco da superficialidade na abordagem e no entendimento. O que é PR 2.0? São muitas as simplificações perigosas. Queremos saber a sua opinião:</p>
<p><strong>Pesquisa #ComRemix: Quem tem um blog corporativo já está praticando PR 2.0? Envie seu comentário.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mídias Sociais: até onde isso é importante para mim?</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/midias-sociais-ate-onde-isso-e-importante-para-mim</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 17:13:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Soma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[As Mídias Sociais foram viabilizadas pela Internet, que transformou todos nós em geradores (e consumidores) de conteúdos web. Um celular 3G, um laptop em ambiente wireless, a rede de computadores de sua empresa e brevemente a TV Digital, são portas de entrada para esse mundo novo. Segundo pesquisa do Cetic.br (Centro de Estudos sobre as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As Mídias Sociais foram viabilizadas pela Internet, que transformou todos nós em geradores (e consumidores) de conteúdos web. Um celular 3G, um laptop em ambiente wireless, a rede de computadores de sua empresa e brevemente a TV Digital, são portas de entrada para esse mundo novo. Segundo pesquisa do <a href="http://www.cetic.br/">Cetic.br</a> (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação) <a href="http://www.comremix.com.br/wp-admin/post.php?action=edit&amp;post=16">71,7 milhões de brasileiros</a> tiveram acesso à internet em 2008. Não é pouca coisa.</p>
<p>Confesso que há três anos este mesmo dado estatístico teria causado impacto “zero” na minha vida, um pouco mais distante do tema mídia social. Porém agora em 2009 eu tomei um susto ao ver e experimentar dezenas de alternativas para me comunicar com pessoas e empresas via web. Provavelmente eu deva estar no meio dessa multidão online, dos quais, segundo o Cetic.br, 87% lêem blogs, 80% pesquisam quase tudo no browser, 70% compartilham fotos, 68% assistem vídeos ou mesmo dos 75% que fazem parte de alguma rede social.</p>
<p>Eu tenho uma pergunta para você que está lendo este post. <strong>Será que só eu passo por tudo isso atualmente? Provavelmente não, certo?!</strong></p>
<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-42" title="Portal InterSystems e Saúde Conectada" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/07/portal1.png" alt="Portal InterSystems e Saúde Conectada" width="550" height="205" /><br />
</strong></p>
<p>As mídias sociais trouxeram novas opções para as empresas criarem alternativas ao <strong><a href="http://saudeconectada.com.br/">portal corporativo</a></strong>. O conteúdo antes basicamente marqueteiro e, vez ou outra, inadequado na arena da comunicação, está cedendo lugar para o diálogo, mais popularizado pelos blogs e fóruns de discussões.</p>
<p>Afinal, como a comunicação corporativa foi impactada com a evolução da internet nos últimos anos? Tive a oportunidade de participar de dois painéis, um com o CEO da Tecnisa, <a href="http://www.blogtecnisa.com.br/institucional/carlos-alberto-julio-assume-a-presidencia-da-tecnisa">Carlos Alberto Julio</a>,   e outro com <a href="http://www.slideshare.net/busarello/palestra-espm">Romeo Busarelo</a>, Diretor de Marketing da Tecnisa S/A. Eles mostraram na prática que os clientes cada vez mais escolhem qual o canal de comunicação predileto para ter contato com alguma notícia ou novidade, seja vídeo, foto, slide ou textos. Mais do que isso, assim é que eles opinam sobre seus apartamentos. E foi assim que a Tecnisa passou a vender em média 20% de seus imóveis via web.</p>
<p>Um dos grandes apelos desse movimento que afeta a todos nós é a desintermediação das informações e a livre escolha dos canais de comunicação. Seguimos uma tendência inevitável de buscar os recursos que nos informem, poupem nosso precioso tempo e que estão ao alcance por meio dos links na web. Quando bem selecionados, eles nos conduzem aos mais ricos conteúdos produzidos em todas as partes do mundo.</p>
<p>Em função do acesso ser aberto, este mesmo conteúdo de alto valor é visto tanto por empresas, quanto imprensa e igualmente pela grande maioria das pessoas apressadas, pressionadas por resultados. Se tempo é dinheiro, a informação mais clara, objetiva e relevante ganha visibilidade a cada dia. Por sinal, muitas vezes nos surpreende quando digitamos uma palavra nos buscadores e constatamos que apenas uma notícia está mais bem indexada (posicionada) do que sites corporativos lotados de informação.</p>
<p>Nesse cenário, a atividade de PR, como não poderia deixar de ser, também está ganhando suas nuances 2.0, se adaptando a uma cultura mais apropriada para os dias de hoje. Atualmente um press release, por exemplo, pode ser produzido num formato mais dinâmico, direto, multimídia, chamado social media release. Isso  permite ao leitor acessar as novidades de uma empresa, por exemplo, via múltiplos canais e formatos, possibilitando o  entendimento do contexto em que a novidade está inserida, ao invés de apenas ter contato com um fato.</p>
<p>Num mundo regido pela combinação browser + buscadores, a outra boa notícia é que o <strong>social media release</strong> e seus elementos são facilmente remixáveis em todo e qualquer ambiente web, disponível para o mercado de forma ampla e aberta. Ou seja, o mesmo vídeo que está a alguns cliques de distância do visitante no portal corporativo pode estar estampado com destaque num social media release. O mesmo pode ocorrer com os demais canais multimídia.</p>
<p>O relacionamento do assessor de imprensa ou relações públicas com o jornalista acompanha esse ritmo de mudança, de evolução. Os contatos, prioritariamente feitos via fone ou email, ficaram mais variados e em tom de conversa, como os comentários postados nos mais diversos ambientes web disponíveis. Conheço jornalistas que, movidos por algum interesse, entram em <strong><a href="http://twitter.com/vilardaga/statuses/1872938596">conversas via twitter</a></strong>, uma mídia social onde as pessoas se falam em apenas 140 caracteres e é acessível tanto pelo desktop, quanto pelo celular. Outros aproveitam as conversas do twitter para gerar <a href="http://www.slideshare.net/msoma/de-criciuma-para-o-brasil-em-30-dias">capas de matérias</a> .</p>
<div id="__ss_1300432" style="width: 545px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="De Criciuma para o Brasil em 30 dias" href="http://www.slideshare.net/msoma/de-criciuma-para-o-brasil-em-30-dias">De Criciuma para o Brasil em 30 dias</a><object width="545" height="455" data="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=slidesharenobcriciuma-b-090416105524-phpapp01&amp;stripped_title=de-criciuma-para-o-brasil-em-30-dias" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=slidesharenobcriciuma-b-090416105524-phpapp01&amp;stripped_title=de-criciuma-para-o-brasil-em-30-dias" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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<p>E para concluir, na minha opinião, o grande avanço que a mídia social traz para o PR 2.0 e, consequentemente para os negócios, é a oportunidade das pessoas receberem feedbacks e ampliarem as conversas. Afinal, qual é o potencial de negócios de um bom e amplo diálogo com o mercado? Pense nisso!</p>
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