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	<title>ComRemix &#187; mídias sociais</title>
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	<description>Remixando a Comunicação</description>
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		<title>As Mídias Sociais estão acabando com o jornalismo?</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 12:54:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Soma</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As Mídias Sociais estão acabando com o jornalismo? Perdem aqueles jornalistas que ainda desprezam os blogs de uma forma geral. Fecham os olhos para fontes que renderiam ótimas sugestões de pautas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1071" title="As Mídias Sociais estão acabando com o jornalismo?" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/10/midias_sociais_jornalismo.jpg" alt="As Mídias Sociais estão acabando com o jornalismo?" width="540" height="275" /></p>
<address><strong><em>Bastaria uma razão para pedir a bênção à Internet: ela tirou os jornalistas do pedestal. O Velho Jornalismo acabou. Ficou ridículo. Ainda bem!!</em></strong></address>
<address><strong><em><br />
</em></strong></address>
<address><strong><em>A imagem de uma matilha de jornalistas decidindo, sozinhos, o que o público ia ler, ver e ouvir ficou tão antiga quanto uma pintura rupestre.</em></strong></address>
<address><strong><em><br />
</em></strong></address>
<address><strong><em>O Velho Jornalismo &#8211; aquele em que só os jornalistas &#8220;emitiam&#8221; informação &#8211; acabou. A Internet fundou outro planeta. Terra à vista!</em></strong></address>
<p>As frases acima foram publicadas sequencialmente pelo twitter de um blogueiro. Um momento. Blogueiro? Sendo assim, que moral então ele teria para opinar sobre o trabalho dos jornalistas? Só gente com bastante vivência em redações possui credibilidade para tanto, ora essa. Além do blog e twitter, o que mais esse indivíduo fez por aí?</p>
<p>Muita coisa. O autor das frases acima é o jornalista <a href="http://twitter.com/genetonmneto/status/27984191383" target="_blank">Geneton Moraes Neto</a>, dono de um currículo considerável. Ele já foi editor do Jornal Nacional e Jornal da Globo, por exemplo. Profissionais desse nível não perdem tempo publicando especulações, seja lá em qual veículo for. Eles gostam de anunciar<a href="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/10/geneton_jornalismo_internet.jpg" target="_blank"> fatos</a>, sem as afobações tão comuns dos que estão no início da carreira. Sim, acabou essa história dos jornalistas serem os únicos detentores da informação. Fim do monopólio. Graças a internet. Fato.</p>
<p>Quer dizer então que hoje qualquer um pode informar a sociedade a partir de posts e tuitadas? Sim. E quanto a credibilidade desse conteúdo? Bem, isso nem sempre vem no pacote. Se o indivíduo seguir todas as premissas do bom jornalismo, sobretudo mantendo o zelo na apuração do que será publicado, ótimo. Caso contrário, perde a confiança de seus leitores, sem chances de fidelizar uma audiência considerável. É a própria rede que determinará a relevância dessa pessoa. Nesse sentido, quem não tiver competência sempre falará sozinho nas redes sociais. Simples assim.</p>
<p>Perdem aqueles jornalistas que ainda desprezam os blogs de uma forma geral. Fecham os olhos para fontes que renderiam ótimas sugestões de pautas. O <a href="http://ldiamante.blogspot.com/2010/10/dia-do-medico.html" target="_blank">médico</a> que escreve sobre particularidades de seu ofício, o <a href="http://sundaycooks.com/tecnologia-para-viajar-melhor/" target="_blank">turista</a> que compartilha dicas para uma melhor viagem, a mãe que contribui no <a href="http://www.samshiraishi.com/empresas-tem-dificuldade-para-preencher-vagas-para-portadores-de-deficiencia/" target="_blank">exercício da cidadania</a> e por aí vai. Blogs e demais conteúdos gerados pelas mídias sociais podem ser ótimas referências, não só para o jornalista, mas também para o leitor, que tem encontrado cada vez mais opções para se informar pela tela do computador. Ou do smartphone mesmo.</p>
<p>Sim, como disse o Geneton Moraes Neto, o velho jornalismo acabou. <strong>Já vai tarde.</strong></p>
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		<title>Social Recruiting: é mais barato, mais rápido e oferece mais qualidade</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/social-recruiting-e-mais-barato-mais-rapido-e-oferece-mais-qualidade</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 13:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Por Cristina Metidieri
Fico assustada (e muito contente também!) com a velocidade e a praticidade das redes sociais.  Não só a velocidade da informação, mas também a rapidez com que ficamos viciados!  Tentar  imaginar um processo seletivo sem a utilização destas ferramentas é o mesmo que se imaginar numa fila de Banco pra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-980" title="Banner - Social Recruiting" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/09/Banner-Social-Recruiting1.jpg" alt="Banner - Social Recruiting" width="540" height="275" /></p>
<p><em>Por Cristina Metidieri</em></p>
<p>Fico assustada (e muito contente também!) com a velocidade e a praticidade das redes sociais.  Não só a velocidade da informação, mas também a rapidez com que ficamos viciados!  Tentar  imaginar um processo seletivo sem a utilização destas ferramentas é o mesmo que se imaginar numa fila de Banco pra pagar a conta do condomínio.</p>
<p>Quantas ferramentas temos a disposição hoje para divulgação de uma vaga?  <a href="http://www.twitter.com/rmacomunicacao" target="_blank">Twitter</a>, <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a>, <a href="http://www.linkedin.com/" target="_blank">LinkedIn</a>, <a href="http://www.orkut.com" target="_blank">Orkut</a> &#8230;, sei lá! São muitas!    E a que velocidade esta informação se propaga?  Os físicos que me perdoem, mas me sinto confortável em fazer a analogia com a “velocidade da luz”!  Em julho tuitamos uma vaga de Analista para a <a href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/" target="_blank">Polvora!</a> Em poucas horas minha caixa de mensagens transbordava de currículos.  Após várias retuitadas,  ficamos entre as Top 10 do dia,  junto  com a famosa frase  “Cala a Boca Galvão” (acredite se quiser!).</p>
<p>Tempos atrás, o recrutador tinha apenas os currículos a sua disposição para análise daquela vaga que ele havia anunciado na semana passada no Jornal.  Alguns sortudos poderiam ter alguma indicação ou referência do candidato.  Hoje, temos um mundo de informações disponíveis, a um custo zero, ou quase zero.  A visibilidade digital favorece muito a excelência na seleção!  Podemos acessar conteúdos gerados por eles, saber do que gostam, seus interesses,  manias, comunidades, time,  &#8230; Tudo lá de bandeja para nossa análise prévia!</p>
<p>Recrutar hoje também é muito mais divertido e temos espaço para a criatividade!  No mês passado iniciamos uma campanha para seleção de novos talentos: “<a href="http://rmacomunicacao.com.br/2010/07/o-concurso-cultural-%E2%80%9Cvendendo-seu-peixe%E2%80%9D-esta-no-ar/" target="_blank">Vendendo Seu Peixe</a>”! Os interessados em estagiar conosco deveriam postar um vídeo de 30’ dizendo porque mereciam o estágio. Os vídeos foram pra voto popular e os candidatos utilizaram a rede para realizar suas campanhas! Chegamos na etapa final e os três finalistas já estão com entrevistas agendadas pra próxima semana.  Puxa! Percebi agora que nenhum deles me enviou seu currículo!   Bom, vou correr atrás disso!  Apesar da modernidade, ainda não há nada que substitua um bom currículo e uma boa entrevista!</p>
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		<title>O Ciclo Virtuoso da Comunicação</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/o-ciclo-virtuoso-da-comunicacao-2</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 14:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência de comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[
A comunicação corporativa é usualmente um grande desafio para as empresas. Isso em função de dois grandes problemas:

As empresas não conhecem bem o perfil de seu público-alvo;
E, principalmente, não conhecem seus maiores interesses no momento. Os interesses são sempre derivados das necessidades,  que mudam continuamente.

Quando nós não conhecemos nosso público-alvo, as chances de desperdiçar criatividade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-887" title="Banner-Post - Ciclo Virtuoso" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Banner-Post-Ciclo-Virtuoso.jpg" alt="Banner-Post - Ciclo Virtuoso" width="540" height="275" /></p>
<p>A comunicação corporativa é usualmente um grande desafio para as empresas. Isso em função de dois grandes problemas:</p>
<ol>
<li>As empresas não conhecem bem o perfil de seu público-alvo;</li>
<li>E, principalmente, não conhecem seus maiores interesses no momento. <strong>Os interesses são sempre derivados das necessidades,  que mudam continuamente</strong>.</li>
</ol>
<p>Quando nós não conhecemos nosso público-alvo, as chances de desperdiçar criatividade e o dinheiro da comunicação corporativa são muito altas. Campanhas de propaganda, campanhas de marketing direto e ações de PR (mídia espontânea) são lançadas sem que tenhamos certeza de sua eficácia. Para que isso fosse possível seria necessário medir os resultados da comunicação corporativa, o que é muito difícil no <em>mainstream</em>, onde a informação é “empurrada” para o mercado num sentido único.</p>
<p>Como garantir o valor da comunicação corporativa? Teríamos que <strong>pensar a comunicação como um ciclo (virtuoso) e não como um disparo</strong> (e esse termo é muito frequentemente usado nas campanhas). Aí chegamos às redes sociais e sua utilidade para o <em>mainstream </em>de comunicação.</p>
<p>O termo redes sociais deriva das chamadas mídias sociais, as mídias democráticas que permitem a qualquer indivíduo, em qualquer parte do mundo (o <a href="http://www.desdecuba.com/generaciony/" target="_blank">blog Generation Y, da cubana Yoani Sánchez</a> é um dos mais lidos do mundo), expressar sua opinião e, mais do que isso, comentar sobre as opiniões dos outros. <strong>As mídias sociais são interativas e abertas! </strong>Daí que quando uma empresa participa das redes sociais (através de seus blogs corporativos, do <a href="http://www.linkedin.com/" target="_blank">LinkedIn</a>, do <a href="http://www.twitter.com/" target="_blank">Twitter</a>, do <a href="http://www.youtube.com/" target="_blank">YouTube</a>, do <a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank">SlideShare</a> e até do <a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a>), as chances são que ela consiga entender melhor o perfil de seu público-alvo, suas necessidades, seus interesses, podendo assim adaptar a sacada criativa e o conteúdo das mensagens, visando o aumento da eficácia do <em>mainstream </em>de comunicação.</p>
<p>O público leigo, e isso é muito comum nas novas ondas, costuma qualificar erroneamente as mídias sociais. Vira e mexe aparece alguém prognosticando o fim da mídia tradicional (impressa, ou online), substituída pelas mídias sociais. Como dizem os americanos, <em>it’s not gonna happen! </em>Mídias sociais e mídia tradicional têm papéis muito diferentes.</p>
<p>A mídia tradicional é formal, depende da credibilidade do veículo e da relevância do emissor (empresa). Já as mídias sociais, são informais, aceitam as opiniões emitidas por qualquer pessoa, independentemente de quem seja. Na verdade, nas redes sociais a credibilidade é construída paulatinamente, à medida em que publicamos conteúdos relevantes e consistentes. O público julga e joga para a vala comum da irrelevância a todos aqueles que publicam conteúdos sem consistência.</p>
<p>A chave do sucesso da comunicação corporativa, nos dias em que vivemos, é sabermos testar idéias e conteúdos, via mídias sociais, ajustando-os ao perfil do público-alvo antes de publicá-los nas mídias tradicionais. Nesse sentido, é muito importante que as empresas desenvolvam o conceito de <strong>inteligência de comunicação</strong>. Analistas de comunicação (uma especialidade em alta), baseados no eco dos conteúdos da mídia tradicional nas mídias sociais, podem interpretar interesses, direcionando, aí sim, disparos do <em>mainstream </em>que façam sentido.</p>
<p>Dessa forma, as redes sociais terão o papel que Curitiba tem nas campanhas de propaganda, funcionando como um laboratório vivo, e muito mais eficaz, para tudo que será comunicado nas mídias tradicionais.</p>
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		<title>O ser humano e a marca no mesmo patamar</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/o-ser-humano-e-a-marca-no-mesmo-patamar</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 19:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flaviaferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[conectividade]]></category>
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		<description><![CDATA[
Vivemos uma silenciosa revolução que está transformando todos os pilares que sustentam a nossa realidade. Uma transformação com investimentos altos, propiciada por tecnologias audaciosas que constroem uma cenografia visionária e uma sociedade caracterizada pelo poder incorporado pela tecnologia, mas que é cada vez mais controlada pelas pessoas. Transformam-se as relações de produção, consumo, reprodução, experiência, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-881" title="redes-sociais-1024x768" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/08/redes-sociais-1024x7681.jpg" alt="redes-sociais-1024x768" width="542" height="405" /></p>
<p>Vivemos uma silenciosa revolução que está transformando todos os pilares que sustentam a nossa realidade. Uma transformação com investimentos altos, propiciada por <a href="http://www.web2summit.com/web2009/">tecnologias</a> audaciosas que constroem uma cenografia visionária e uma sociedade caracterizada pelo poder incorporado pela tecnologia, mas que é cada vez mais controlada pelas pessoas. Transformam-se as relações de produção, consumo, reprodução, experiência, poder e cultura.</p>
<p>Somos agora, parte de uma rede impulsionada por informação e tecnologias. Um sistema <a href="http://www.ieml.org/spip.php?rubrique51&amp;lang=en">pós-moderno fragmentado, que mistura o real e o virtual</a>.  E no processo revolucionário, as esferas da comunicação sofrem profundo impacto e a mídia transforma-se em espaço público de negociação, caracterizado pela <a href="http://books.google.com/books?id=Q1Mo-3ObWWgC&amp;lpg=PP1&amp;dq=inauthor%253A%2522Manuel%20Castells%2522&amp;pg=PA4#v=onepage&amp;q&amp;f=false">rede</a>: <a href="http://www.manuelcastells.info/en/obra_index.htm">globalmente conectada, flexível, abrangente e tecnologicamente versátil</a>.</p>
<p>A digitalização da mídia e a conectividade proporcionada pela rede colocam todos os públicos na mesma plataforma para que juntos compartilhem a experiência da informação. As mídias sociais surgem para transformar o próprio processo de informação gerando novas formas de distribuição que são imediatamente processadas pela própria rede e transformadas novamente em informação num <em>feedback</em> infinito.</p>
<p>Se no século passado imperou a cultura de massa, neste quem reina é a cultura da diversidade e da inclusão, somos todos igualmente importantes em nossa diversidade única, projetando uma “aura de dados” que possibilita o desenvolvimento novas tecnologias extraordinárias e alucinantes. É a tecnologia que permite que a comunicação aproxime, conecte, ofereça identidades e contextos compartilhados.</p>
<p>A amplitude do fenômeno mídia social transformou milhões de pessoas de consumidores passivos em produtores ativos de conteúdo e revolucionam-se também as <a href="http://www.slideshare.net/mickstravellin/universal-mccanns-when-did-we-start-trusting-strangers-presentation">fontes de influência</a>.</p>
<p>Segundo uma pesquisa realizada pela <a href="http://www.slideshare.net/mickstravellin/universal-mccanns-when-did-we-start-trusting-strangers-presentation">Universal Mccann</a>, recomendações e comentários comprovam: os relacionamentos com caráter pessoal são a tendência. A evolução do uso demonstra que são as experiências positivas e qualidade que motivam o compartilhar de opiniões, refutando a idéia de que a rede seria um veículo usado majoritariamente para reclamações.</p>
<p>A experiência e a recomendação pessoal tornam-se influências mais fortes que os meios tradicionais e pagos de comunicação mostrando que a decisão de investir em qualidade pode garantir exposição maior do que seria possível alcançar comprando espaço na mídia tradicional. É a nova configuração das relações, a transparência, pois a sociedade em rede é cada vez mais uma comunidade, com laços estreitos pois não dependem do espaço físico.</p>
<p>E se as marcas tornam-se parte dos esforços do individuo para construir e manter sua própria identidade, precisam acompanhar a revolução social que transforma o indivíduo. Precisam estar dentro das mídias sociais devolvendo aos usuários a intimidade necessária para o ato da compra, de forma humana, sem tantas ferramentas de controle.</p>
<p>É preciso enxergar as perspectivas e desenvolver à partir delas novas habilidades para compreender e aproveitar as propriedades singulares da <a href="http://escoladeredes.ning.com/">organização em rede</a>.</p>
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		<title>Para organizar a vida digital</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/para-organizar-a-vida-digital</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 20:31:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Por Rodrigo Capella* 
Muito provavelmente você já utilizou o iGoogle para montar uma página personalizada, com previsão do tempo, horário, espaço para notícias, funcionalidade de chat e RSS. Ou ainda foi além e configurou o espaço virtual com Framed Photo, GoogleGram, Daily Me e Daily Literary Quote (o meu favorito).
Em algum momento, no meio da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-870" title="banner_comremix" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/08/banner_comremix3.png" alt="banner_comremix" width="540" height="275" /></p>
<p><em>Por Rodrigo Capella* </em></p>
<p>Muito provavelmente você já utilizou o <a href="http://www.google.com.br/ig" target="_blank">iGoogle</a> para montar uma página personalizada, com previsão do tempo, horário, espaço para notícias, funcionalidade de chat e RSS. Ou ainda foi além e configurou o espaço virtual com Framed Photo, <a href="http://www.googlegram.com/" target="_blank">GoogleGram</a>, <a href="http://dailyme.com/" target="_blank">Daily Me</a> e <a href="http://www.dailyliteraryquote.com/" target="_blank">Daily Literary Quote</a> (o meu favorito).</p>
<p>Em algum momento, no meio da configuração, é bem natural que você tenha se questionado: quais as outras opções para se customizar páginas e facilitar a minha vida digital?</p>
<p>Além do iGoogle, há pelo menos duas ótimas soluções. A primeira – e com um visual mais moderno – chama-se <a href="http://www.netvibes.com/pt-br" target="_blank">Netvibes</a> e possibilita a criação de dashboards ou a utilização de páginas já consagradas do site, como <a href="http://www.breakingnews.com/" target="_blank">Breaking-News</a>, que oferece notícias em primeira mão, ou a Hight-Tech para quem quer conhecer as últimas novidades do mercado tecnológico.</p>
<p>Há ainda as opções Social Network, com acesso fácil ao <a href="http://www.gmail.com.br" target="_blank">Gmail</a>, <a href="http://www.hotmail.com.br" target="_blank">Hotmail</a>, <a href="http://www.yahoo.com.br" target="_blank">Yahoo!</a>, Free, SFR, <a href="http://www.facebook.com" target="_blank">Facebook</a>, <a href="http://www.twitter.com" target="_blank">Twitter</a> e <a href="http://www.linkedin.com" target="_blank">Linkedin</a>; <a href="http://www.thebestproductivity.com/" target="_blank">Best Productivity</a>, que oferece os espaços Dropbox, Photo frame, Webnote e é interligado ao <a href="http://docs.google.com/" target="_blank">Google Docs</a>; e <a href="http://www.portaldefinancas.com/" target="_blank">Finanças</a>, com link direto com as mídias de economia e negócios.</p>
<p>A segunda opção é o <a href="http://43marks.com/" target="_blank">43Marks</a>. Em um primeiro momento, nos faz lembrar os primórdios do HTML. Com um visual mais simples e repleto de links divididos em categorias, este ambiente virtual agrupa diversos canais no espaço demarcado pela tela do computador. Para clicar, então, não é necessário descer o cursor da página. Ponto positivo!</p>
<p>Pode-se ter acesso fácil ao e-mail (Gmail, Yahoo!, Hotmail..), Social (Twitter, Facebook, Linkedin&#8230;), Info (<a href="http://www.cnn.com/" target="_blank">CNN</a>, <a href="http://digg.com/" target="_blank">Digg</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/" target="_blank">Wikipedia</a>&#8230;.), Video (<a href="http://www.metacafe.com/" target="_blank">Metacafe</a>, <a href="http://www.hulu.com/" target="_blank">Hulu</a>, <a href="http://www.youtube.com/" target="_blank">YouTube</a>&#8230;), Music (<a href="http://www.last.fm/" target="_blank">Last.FM</a>, <a href="http://music.aol.com/" target="_blank">AOL Music</a>, <a href="http://www.playlist.com/" target="_blank">PlayList</a>&#8230;), Photo (<a href="http://www.flickr.com/" target="_blank">Flickr</a>, <a href="http://tinypic.com/" target="_blank">TinyPic</a>, <a href="http://picasa.google.com/" target="_blank">Picasa</a>) e Games (<a href="http://www.ign.com/" target="_blank">Ign</a>, <a href="http://www.gamespy.com/" target="_blank">GameSpy</a>, <a href="http://www.tigerdirect.com/" target="_blank">TigerDirect</a>&#8230;), entre outras mais.</p>
<p>Agora que você conhece o caminho, veja qual destas opções é a melhor para atingir os seus objetivos. Faça rapidamente parte do mundo digital organizado e torne as suas ações ainda mais fáceis, sincronizadas e divertidas!</p>
<p><em>(*) Rodrigo Capella é assessor de imprensa desde 2002, formado em Jornalismo pela Umesp, pós-graduado em Jornalismo Institucional pela PUC-SP, e autor, entre outros,</em><em> de </em><em><a href="http://clubedeautores.com.br/book/1281--Assessor_de_Imprensa" target="_blank"><em>Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia</em></a>. Edita o blog</em><em> <a href="http://printerview.wordpress.com/"><em>PR Interview</em></a> e ministra os cursos</em><em> </em><em><a href="http://www.escoladecomunicacao.com.br/conteudo/teor.asp?id_curso=985">Assessoria Digital &#8211; Evoluindo do Release para a Web 2.0</a> (Escola de Comunicação) e </em><em><a href="http://www.abracom.org.br/"><em>Engagement: dicas para um relacionamento diferenciado com imprensa e cliente</em></a> (<a href="http://www.abracom.org.br/" target="_blank">Abracom</a>).</em><em> </em><em></em></p>
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		<title>As pepitas de ouro da internet. Encontre as suas!</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 15:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Tesore</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[caos na informação]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[novas mídias]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades na web]]></category>

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É praticamente impossível esquecer a corrida pelo ouro durante a década  de 80. Milhares de pessoas apostaram suas vidas no garimpo de Serra  Pelada &#8211; considerado o maior a céu aberto mundo &#8211; buscando as pequenas  pepitas de ouro no meio de muita terra, calor e poeira cinzenta de  monóxido de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-851" title="caos-na-comunicacao" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/07/caos-na-comunicacao.jpg" alt="caos-na-comunicacao" width="540" height="275" /></p>
<p>É praticamente impossível esquecer a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_Pelada" target="_blank">corrida pelo ouro durante a década  de 80</a>. Milhares de pessoas apostaram suas vidas no garimpo de Serra  Pelada &#8211; considerado o maior a céu aberto mundo &#8211; buscando as pequenas  pepitas de ouro no meio de muita terra, calor e poeira cinzenta de  monóxido de ferro no ar. Era uma vida difícil mas de grandes  oportunidades.</p>
<p>Vejo a internet como um retrato estampado da Serra Pelada. Basta  refletir: Você lembra da quantidade sites, portais, feeds, blogs e até  redes sociais que acessou nas últimas 24 horas tentando encontrar alguma  informação ?</p>
<p>Pois é, a minha vida não é muito diferente da sua, passamos horas e  horas na internet buscando informações relevantes para nossas vidas,  assim como os garimpeiros de Serra Pelada.</p>
<p>Diariamente somos  bombardeados por uma avalanche de dados e informações espalhadas no  universo digital. Segundo uma <a href="http://www.emc.com/collateral/analyst-reports/diverse-exploding-digital-universe.pdf" target="_blank">pesquisa do IDC</a> o volume de informação  digital gerada no ano é três milhões de vezes maior do que a informação  contida em todos os livros já escritos, talvez você tenha percebido  ainda mas fazemos parte dessa revolução.</p>
<p>É só digitar “<a href="http://news.google.com.br/news/search?pz=1&amp;cf=all&amp;ned=pt-BR_br&amp;hl=pt-BR&amp;q=Elei%C3%A7%C3%B5es+2010" target="_blank">Eleições 2010</a>” no Google News que você entenderá o  que quero dizer.</p>
<p>No mundo empresarial o cenário é bem mais  complexo, o volume de informações sobre um determinado mercado, clientes  e até concorrentes é cada vez maior, além disso tudo está fragmentado,  distribuído em diversos canais e espalhado em muitos países. O principal  dilema das empresas é encontrar e utilizar essas informações para  melhorar a competitividade de seus negócios.</p>
<p>Parte deste quebra cabeça pode ser equalizado com os sistemas de  inteligência de comunicação:  ferramentas desenvolvidas para monitorar,  coletar, analisar e fornecer informações relevantes que facilitem a  tomada de decisão aos executivos de marketing.</p>
<p>Três etapas são fundamentais para implementação de um modelo eficaz  de inteligência de comunicação: <em>Pesquisa, relevância e disponibilidade</em> .</p>
<p><strong>Pesquisa:</strong><br />
Monitorar,  pesquisar e coletar de informações em tempo real publicados tanto na  mídia tradicional (jornais, revistas, portais, etc) como nas redes  sociais (blogs, fóruns, comunidades, twitter, etc).</p>
<p><strong>Relevância:</strong><br />
Não basta monitorar e coletar. Uma informação só é  relevante quando impacta na estratégia de negócio. É a etapa é a mais  critica, pois é impossível automatizar um processo de análise de  relevância, com tratamento é manual por analistas de mercado.</p>
<p><strong>Disponibilidade:</strong><br />
É uma etapa que muitos sistemas de inteligência  não priorizam.  Não dá para imaginar que as informações fiquem  represadas no departamento de marketing &#8211; e olha que isso acontece muito  digo por experiência própria. Concentre a relevância, descentralize o  acesso e distribua para todos.</p>
<p>Espero que você não fique horas buscando pelas pepitas de ouro do  seu negócio, deixe um <a href="http://rmacomunicacao.com.br/inteligencia-de-comunicacao/" target="_blank">sistema de inteligência</a> fazer isso por você, tome a  decisão correta.</p>
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		<title>Mídias sociais: a sua empresa está preparada para este desafio?</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 19:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Soma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[cultura de comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Deloitte Touche Tohmatsu]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[As conclusões da pesquisa realizada sobre mídias sociais pela Deloitte Touche Tohmatsu, com 302 empresas no Brasil, apontou que 12% apenas das respondentes não considera aplicável a sua adoção, porém revela outras nove razões para uma empresa refletir, antes de entrar nesse mundo:
1.     Falta de tempo para gerenciar mídias sociais ou comunidades (49%)
2.     Dificuldade para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As conclusões da <a href="http://www.deloitte.com/view/pt_BR/br/perspectivas/estudosepesquisas/19e510b00f4d8210VgnVCM100000ba42f00aRCRD.htm" target="_blank">pesquisa</a> realizada sobre mídias sociais pela Deloitte Touche Tohmatsu, com 302 empresas no Brasil, apontou que 12% apenas das respondentes não considera aplicável a sua adoção, porém revela outras nove razões para uma empresa refletir, antes de entrar nesse mundo:</p>
<p>1.     Falta de tempo para gerenciar mídias sociais ou comunidades (49%)</p>
<p>2.     Dificuldade para fazer com que as pessoas participem (38%)</p>
<p>3.     Falta de conhecimento em gestão de mídias sociais (31%)</p>
<p>4.     Dificuldade para fazer com que as pessoas continuem usando e se relacionando (25%)</p>
<p>5.     Dificuldade para atrair usuários (24%)</p>
<p>6.     Dificuldade para encontrar pessoas com perfil e qualificadas para tocar as iniciativas (24%)</p>
<p>7.     Obtenção de dinheiro para continuar investindo em melhorias (23%)</p>
<p>8.     Relutância dos gestores em compartilhar informação (21%)</p>
<p>9.     Falta de compromentimento da alta liderança da empresa (14%)</p>
<p>10.  Não aplicável (12%)</p>
<p>Os <strong><em>top 10</em></strong> dados apresentados (existem outros) são os pilares fundamentais para o sucesso de um projeto e determinantes para definir a maturidade do uso das mídias sociais. Acrescente também <strong>tecnologia</strong> e <strong>cultura de comunicação</strong>, por minha conta, pois são obstáculos intransponíveis, se não forem resolvidos a tempo.</p>
<p>O encantamento pelas mídias sociais, na maioria das vezes, desvia a nossa atenção para uma realidade corporativa difícil de se perceber, pois até agora estava fora do radar das prioridades de investimento.</p>
<p>Muito se vê sobre o tema e, provavelmente, de alguma forma as mídias sociais podem beneficiar a sua empresa. Porém, se os obstáculos acima rondam o ambiente do seu trabalho, redobre a atenção sobre o diagnóstico e planejamento, pois nem tudo o que é bom para outros, na prática, pode ser para você. Pense nisso!</p>
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		<title>PR Digital – minha empresa precisa disso?</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/pr-digital-minha-empresa-precisa-disso</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Cavalieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[PR Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[RP 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil Econômico trouxe na semana passada uma matéria informando que os jornais online já são mais populares que os impressos nos Estados Unidos.  Baseada em um estudo do Pew Research Center, a Internet já é a 3a plataforma mais popular de acesso às notícias, ficando atrás apenas da TV e do Rádio.
Outro dado interessante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/cubicgarden/4012892366/"><img class="alignleft size-medium wp-image-731" title="Sony Ereader, por CubicGarden" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ereader-300x213.jpg" alt="Sony Ereader, por CubicGarden" width="248" height="178" /></a>O <a href="http://www.brasileconomico.com.br/">Brasil Econômico</a> trouxe na semana passada uma <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/jornais-online-ja-sao-mais-populares-que-os-impressos-nos-eua_77992.html">matéria</a> informando que os jornais online já são mais populares que os impressos nos Estados Unidos.  Baseada em um estudo do <a href="http://pewresearch.org/">Pew Research Center</a>, a Internet já é a 3<sup>a</sup> plataforma mais popular de acesso às notícias, ficando atrás apenas da TV e do Rádio.</p>
<p>Outro dado interessante é a confirmação de que os agregadores de notícias como o Google News ou AOL são os mais procurados na busca por notícias, endereçando os leitores para sites da CNN e BBC, por exemplo. Os números assustam: 60% dos leitores pesquisados afirmam que usam prioritariamente a web para se informar.</p>
<p>A mídia impressa tradicional já sente pesadamente estes efeitos e está se “reformatando” para este novo mundo. A Newsweek <a href="http://www.midialogismo.com/2009/02/newsweek-muda-para-sobreviver.html">está mudando</a> e reduziu sua circulação de 2,6 milhões de unidades para 1,5 milhões, além de demitir 50 colaboradores.  Já o Financial Times, por exemplo, teve um aumento de 50% no <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=551MON001">lucro de sua operação online</a> no último ano. Vale lembrar que li tudo isso em um jornal impresso, com uma proposta moderna e inteligente de abordagem.</p>
<p>Se a mídia tradicional está se reinventando, o mesmo acontece com o PR (Public Relations), que está se transformando no que podemos chamar de PR digital. Hoje, é impossível você praticar comunicação sem contemplar as novas mídias e entender esta nova dinâmica de relacionamentos.</p>
<p>Há muitos medos e dúvidas neste tema. Diariamente me deparo com estes dilemas colocados por executivos de alto nível: “Relacionamento com blogueiros. Por quê? Devo usar o Twitter?, A versão impressa é o que me interessa, não online&#8230;” Ou seja, se o executivo já ficava preocupado com o contato com os jornalistas da mídia tradicional,  o que dirá do contato com os blogueiros e hubs sociais. Trata-se de um mundo novo que pode parecer assustador em um primeiro momento.</p>
<p>Por isso, com base na experiência prática, trago algumas dicas iniciais para desmistificar um pouco esse assunto:</p>
<ol>
<li>PR digital é entender que os relacionamentos antes restritos aos jornalistas e analistas, agora contemplam outros formadores de opinião e hubs sociais. Para entender um pouco mais sobre isso, recomendo o acompanhamento de especialistas no tema, como os americanos <a href="http://twitter.com/BRIANSOLIS">Brian Solis</a> e <a href="http://www.pr-squared.com/">Todd Defren</a>.</li>
<li>O meio não importa. O que é importa é conteúdo e relevância.  Ou seja, se o conteúdo do jornal impresso migrar para a Internet, o nome e reputação do veículo continuarão importantes.</li>
<li>Os conteúdos trabalhados na comunicação precisam observar as regras deste novo mundo. Por exemplo: Um press release deveria ser escrito pensando em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Otimiza%C3%A7%C3%A3o_para_motores_de_busca#Surgimento_do_termo_SEO_.28Search_Engine_Optimization.29">SEO</a> e oferecer aos jornalistas e blogueiros informações de caráter multimídia.</li>
<li>É necessário ter coragem para fazer uma imersão nas redes sociais e experimentar. <a href="http://cio.uol.com.br/carreira/2009/11/30/90-dos-executivos-acessam-redes-sociais/">Pesquisa</a> da consultoria <a href="http://www.roberthalf.com.br/">Robert Half</a> com 375 executivos brasileiros mostrou que 90% deles já estão nas redes sociais. Posso garantir que é muito divertido e enriquecedor.</li>
<li>Nas redes sociais você obtém informações “quentes”. Está tudo lá. Seu cliente está reclamando, elogiando e dando dicas diversas que você pode usar para melhorar seus serviços e aumentar sua competitividade.</li>
</ol>
<p>Converse com sua agência e discuta estes temas. É necessário “reformatar”  também a comunicação corporativa.</p>
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		<title>Dica da Semana: Os partidos brasileiros e as redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 12:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[A apresentação, publicada há certo tempo, estuda a participação dos principais partidos políticos nas mídias sociais segundo presença em canais, atualização, interação com o público e centralização. Uma boa forma de conhecer as diferentes abordagens usadas pelos partidos no Brasil.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A apresentação, publicada há certo tempo, estuda a participação dos principais partidos políticos nas mídias sociais segundo presença em canais, atualização, interação com o público e centralização. Uma boa forma de conhecer as diferentes abordagens usadas pelos partidos no Brasil.</p>
<div style="width:550px" id="__ss_2411906"><object width="550" height="458"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=partidosbrasileiroseasredessociais-091103085850-phpapp01&#038;stripped_title=partidos-brasileiros-e-as-redes-sociais" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=partidosbrasileiroseasredessociais-091103085850-phpapp01&#038;stripped_title=partidos-brasileiros-e-as-redes-sociais" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="550" height="458"></embed></object></div>
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		<title>Dica da Semana: Estudo mostra que 79 das Fortune 100 estão nas mídias sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Cavalieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O estudo elaborado pela Burson-Marsteller mostra que 79 das 100 maiores empresas da Fortune 500 usam pelo menos uma grande rede social (Twitter, Facebook, Youtube ou blog corporativo). No entanto, o estudo também mostra um longo caminho até um engajamento mais efetivo, já que apenas 20% delas utilizam as quatro plataformas. 
Leia o relatório completo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O estudo elaborado pela <a href="http://www.burson-marsteller.com/Innovation_and_insights/blogs_and_podcasts/BM_Blog/Lists/Posts/Post.aspx?ID=160">Burson-Marsteller</a> mostra que 79 das 100 maiores empresas da Fortune 500 usam pelo menos uma grande rede social (Twitter, Facebook, Youtube ou blog corporativo). No entanto, o estudo também mostra um longo caminho até um engajamento mais efetivo, já que apenas 20% delas utilizam as quatro plataformas. </p>
<p>Leia o <a href="http://bit.ly/d9b81i">relatório completo (em pdf)</a>.</p>
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