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	<title>ComRemix &#187; Mídia</title>
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	<description>Remixando a Comunicação</description>
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		<title>O nome é bonito, mas…</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 13:28:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[cases]]></category>
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Os malucos que embarcam na Internet em “encontros às escuras” (blind dates) sabem que um nome bonito não é garantia que o parceiro(a) também o seja. Na verdade, nos dias que correm não dá para confiar nem nas fotos…
Nós que trabalhamos com mídia espontânea, vivemos em busca de boas histórias de sucesso, os famosos cases [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1177" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/12/press_conference.jpg" alt="" width="540" height="405" /></p>
<p>Os malucos que embarcam na Internet em “encontros às escuras” <em>(blind dates)</em> sabem que um nome bonito não é garantia que o parceiro(a) também o seja. Na verdade, nos dias que correm não dá para confiar nem nas fotos…</p>
<p>Nós que trabalhamos com <a href="http://guby.us/0fes" target="_blank">mídia espontânea</a>, vivemos em busca de boas histórias de sucesso, os famosos <em>cases</em> de sucesso. Um bom case é o melhor tipo de material para divulgar uma marca em mídias de negócio. Lamentavelmente, os bons <em>cases</em> são difíceis de encontrar e mais difíceis ainda de se apurar. Daí o grande interesse dos jornalistas pelo assunto. Um bom <em>case </em>é quase garantia de publicação.</p>
<p>Porém, antes de se gastar tempo e esforço com um suposto <em>case</em> de sucesso, é preciso fazer uma diferenciação: <strong><em>case</em> não é referência e vice-versa.</strong> Uma referência é apenas uma boa marca, como o nome bonito da menina feia do <em>blind date</em>. Falar do case da Petrobrás, do Itaú, da IBM, da Vale, da CSN etc, não quer dizer absolutamente nada. Afinal, o que interessa para o jornalista e seu público é a história interessante por trás da marca conhecida.</p>
<p>Os <em>cases </em>quando juntam boas marcas a boas histórias tendem a ser perfeitos. Com eles queremos reforçar o valor da marca de nosso cliente, que às vezes é menos visível e valorizada do que a de seu cliente. O <em>case</em> é sempre uma história de sucesso do cliente de nosso cliente. Quando a marca de nosso cliente for ainda uma marca em construção, sua tendência é se apegar a boas marcas de referência, que possam se tornar bons <em>cases</em> de sucesso. Quando isso acontece há uma transferência do valor da marca mais forte para a marca mais fraca: <strong>“se a empresa X, desconhecida, vendeu algo para a grande empresa Y, muito conhecida, então todos querem saber quem é a empresa X”</strong>. Ou pelo menos, é isso que as empresas com marcas em construção tendem a pensar. Ledo engano…</p>
<p>Imagine a seguinte manchete: <strong>“Empresinha X vende o ó-do-borogodó pra empresona Y”</strong>. Você teria interesse em ler essa matéria? Nem eu, até porque ela dificilmente seria publicada. Imagine agora uma outra variante dessa manchete: <strong>“Empresinha X resolve um problema crônico e crítico da empresona Y”</strong>. Essa eu leria e todo mundo que tivesse problemas semelhantes para resolver. Isso sim seria um case de sucesso.</p>
<p>Tudo isso parece muito óbvio, mas não é. Os bons <em>cases </em>dependem de se entender o contexto de uso do produto ou serviço de nosso cliente, quais problemas foram resolvidos, com que grau de eficiência, qual o <a href="http://www.investopedia.com/terms/r/returnoninvestment.asp" target="_blank">ROI</a> obtido etc. Questões difíceis de serem apuradas. São raras as empresas que têm o bom hábito de fazer uma apuração dos resultados concretos obtidos a partir da implantação de qualquer solução complexa em seu ambiente de negócios. Isso torna os <em>cases</em> difíceis de encontrar, mais difíceis ainda de apurar e também muito difíceis de aprovar pelo cliente de nosso cliente.</p>
<p>Aliás, esse último aspecto dos <em>cases </em>também é muito relevante: a aprovação. Ela é difícil de se obter por duas razões: a empresa não está segura sobre os reais resultados alcançados e tem medo das críticas internas provocadas por uma história irreal publicada na mídia, ou então, têm medo de que seu concorrente copie o que foi feito, tirando-lhe a vantagem competitiva.</p>
<p>Isso tudo quer dizer que não vale a pena lutar pelos <em>cases </em>de sucesso? Muito pelo contrário. Eles são valiosos. Mas, como no caso do <em>blind date</em>, investigue sempre um pouquinho mais antes de pular de cabeça. E lembre-se, uma boa marca não é sinônimo de uma boa história.</p>
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		<title>Dica da semana: Ressonância de Mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 12:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Cavalieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

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		<description><![CDATA[O que o fenômeno da ressonância estrutural, que pode derrubar uma ponte, tem a ver com a ressonância de mídia que pode (ou não) amplificar o esforço de comunicação corporativa de uma empresa? Segundo Christopher S. Penn, expert americano em novas mídias, tem tudo a ver. Existe ressonância de mídia quando uma mensagem nova encontra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que o fenômeno da ressonância estrutural, que pode derrubar uma ponte, tem a ver com a ressonância de mídia que pode (ou não) amplificar o esforço de comunicação corporativa de uma empresa? Segundo Christopher S. Penn, expert americano em novas mídias, tem tudo a ver. Existe ressonância de mídia quando uma mensagem nova encontra uma mensagem pré-existente na cabeça da audiência. Nesse caso, o resultado do poder de absorção da mensagem é amplificado, da mesma forma que a voz de um cantor lírico quando em sintonia com a frequência de ressonância de um cristal o quebra. </p>
<p>Leia o artigo no blog <strong><a href="http://www.christopherspenn.com/2009/07/21/what-the-tacoma-narrows-bridge-should-tell-you-about-your-marketing/">Christopher S. Penn&#8217;s Awaken Your Superhero</a></strong>.</p>
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