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	<title>ComRemix &#187; facebook</title>
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	<description>Remixando a Comunicação</description>
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		<title>Qual é a sua?</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 19:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Tuca Hernandes*
Você já deve ter acompanhado essa história. Por curiosidade, a pessoa resolve enfim abrir uma conta no twitter. No começo, ela coloca algumas mensagens, segue vários perfis sem critério algum e tenta conversar com outros indivíduos. Alguns dias depois, ela desiste. A razão? &#8220;Ah, o twitter é chato. Ninguém deu bola pra mim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/tresvecestu/2435685928/in/set-72157601714675075"><img class="alignleft size-full wp-image-579" title="Qual é a sua?" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/01/2435685928_b6a2780014.JPG" alt="Qual é a sua?" width="350" height="234" /></a><em>Por Tuca Hernandes*</em></p>
<p>Você já deve ter acompanhado essa história. Por curiosidade, a pessoa resolve enfim abrir uma conta no<a href="http://www.twitter.com"> twitter</a>. No começo, ela coloca algumas mensagens, segue vários perfis sem critério algum e tenta conversar com outros indivíduos. Alguns dias depois, ela desiste. A razão? &#8220;<a href="http://twitter.com/gomesbarros/status/5629707998">Ah, o twitter é chato</a>. Ninguém deu bola pra mim e só vi bobagens por lá. Tenho mais o que fazer, ora essa.&#8221;</p>
<p>A mesma coisa você já deve ter ouvido em relação ao <a href="http://www.orkut.com">orkut</a> e o <a href="http://www.facebook.com">facebook</a>. Coisa estranha essa. Chato? Como assim? Ora essa, se as redes sociais não passam de bobagem para você, sinto muito, mas a culpa disso é sua. Isso mesmo. A qualidade do conteúdo que acompanhamos nesses meios dependerá dos contatos que fazemos. Ah, das comunidades que ingressamos também. Se tudo isso for criado levando-se em conta afinidades, a coisa fica bem mais interessante.</p>
<p>Ou seja, se interessa a você apenas bobagens sem muito sentido, vale se relacionar com os vários engraçadinhos que não saem da internet. Se discussões sobre marketing corporativo costumam chamar a sua atenção, é uma boa seguir no twitter aquele especialista que sempre anuncia alguma novidade sobre o assunto. Futebol? Culinária? Dicas sobre relacionamentos? Enfim, encontre aquilo que lhe interessa e faça bom proveito.</p>
<p>Tudo isso pode parecer óbvio, mas para muita gente não é, pois esperam que algo aconteça do nada em seus perfis criados nas mídias sociais. Não é por aí. Funciona como na vida real. Se você fica quieto e isolado dentro de um grupo já formado, dificilmente alguém vai ter a iniciativa de ouvir as suas ideias.</p>
<p>A mesma coisa acontece com determinadas empresas que resolvem embarcar na &#8220;mais nova onda da internet&#8221;. No caso do twitter, criam um perfil e começam a seguir meio mundo de forma indiscriminada. Daí, passam a bombardear o povo com mensagens sobre os maravilhosos produtos da empresa. Algumas semanas depois, por causa da falta de resultados, o fôlego vai diminuindo. Por fim, o abandono total do perfil. &#8220;Não deu certo. Pra nós, o twitter não serve pra nada. É uma porcaria, que nem o orkut.&#8221; Nada mais equivocado. Não saber encontrar o seu público dá nisso, sempre.</p>
<p>As mídias sociais podem ser uma maravilha, desde que você &#8211; ou sua empresa &#8211; dialogue com pessoas ou organizações que tenham a ver com as suas ideias. Caso contrário, sinto muito, você vai continuar falando sozinho. Pois é, pagando mico.</p>
<p><em>*Tuca Hernandes (@tucahernandes) é analista de mídias sociais da <a href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/">Polvora! </a>e escreve nos blogs <a href="http://www.interney.net/blogs/fiapodejaca/">Fiapo de Jaca</a> e <a href="http://www.interney.net/blogs/cidadaovet/">Cidadão Vet</a></em></p>
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		<title>Como lidar com as discordâncias e opiniões agressivas na mídia social corporativa?</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/como-lidar-com-as-discordancias-e-opinioes-agressivas-na-midia-social-corporativa</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 18:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[blog corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
		<category><![CDATA[ning]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Seja nas redes sociais, seja através do seu mainstream de comunicação corporativa, as empresas devem estar sempre preparadas para enfrentar a caixa de eco do mercado. Em comunicação não existe unilateralidade, mesmo em casos extremos como numa campanha publicitária tradicional.
Quando nos comunicamos através das redes sociais, podemos ter diversos objetivos:

Evangelização de mercado por meio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seja nas redes sociais, seja através do seu mainstream de comunicação corporativa, as empresas devem estar sempre preparadas para enfrentar a caixa de eco do mercado. Em comunicação não existe unilateralidade, mesmo em casos extremos como numa campanha publicitária tradicional.</p>
<p>Quando nos comunicamos através das redes sociais, podemos ter diversos objetivos:</p>
<ul>
<li>Evangelização de mercado por meio de um blog corporativo;</li>
</ul>
<ul>
<li>Promoções, e/ou SAC via Twitter corporativo;</li>
</ul>
<ul>
<li> Participação em comunidades de negócios no Ning;</li>
</ul>
<ul>
<li>Participação em grupos de discussão no LinkedIn;</li>
</ul>
<ul>
<li>Campanhas promocionais no Facebook;</li>
</ul>
<ul>
<li>Etc&#8230;</li>
</ul>
<p>Qualquer que seja o <strong>objetivo da comunicação via mídias sociais</strong>, é muito importante lembrar que nesse âmbito o público tem voz ativa -  e contesta ou critica no ato. O que fazer a respeito? Algumas recomendações básicas cabem:</p>
<ol>
<li>Respeite sempre a opinião do público-alvo.</li>
<li>Nunca deixe de responder nada, por mais agressiva e discordante que seja a opinião.</li>
<li>Ao contra-argumentar, proponha um âmbito de discussão e envolva o restante do público.</li>
<li> Respalde seus argumentos com opinões externas à empresas (links relevantes nas redes sociais). Ou seja, envolva outros players na discussão.</li>
</ol>
<p>Por último, lembre-se de que o principal objetivo da atuação das empresas nas redes sociais não é vender ideias para seu público, mas entendê-lo melhor para, ato contínuo, melhorar sua comunicação corporativa.</p>
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		<title>Dica da semana: O efeito do falso consenso</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/dica-da-semana-o-efeito-do-falso-consenso</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 15:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Cavalieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[críticos]]></category>
		<category><![CDATA[evangelizadores]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[falso consenso]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de dois gráficos gerados por um aplicativo no Facebook, Jen Zingsheim traz à luz o perigo do falso consenso na internet. Como na web as pessoas procuram e se cercam de contatos com visões parecidas, um aparente consenso em uma discussão é na verdade a ausência do outro lado. Aplicando à comunicação corporativa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong><a href="http://mediabullseye.com/mb/2009/10/the-false-consensus-effect-fac.html"><img class="alignleft size-full wp-image-270" title="grafico" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/10/grafico1.png" alt="grafico" width="117" height="121" /></a>A partir de dois gráficos gerados por um aplicativo no Facebook, Jen Zingsheim traz à luz o perigo do falso consenso na internet. Como na web as pessoas procuram e se cercam de contatos com visões parecidas, um aparente consenso em uma discussão é na verdade a ausência do outro lado. Aplicando à comunicação corporativa, mostra o perigo de uma marca considerar os evangelizadores ou críticos como representação da maioria.<br />
<a href="http://mediabullseye.com/mb/2009/10/the-false-consensus-effect-fac.html" target="_blank"><br />
<strong>Leia o artigo no Media Bullseye! </strong></a></p>
]]></content:encoded>
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