31mai

Um mergulho na ResultsON Week

por flaviaferreira | Categorias:Comunicação em Rede, Social Media

logo_resutsonAconteceu esta semana no espaço Vivo, a ResultsON Week, evento que reuniu grandes nomes em gestão, inovação e comunicação. Durante os três dias, cada um dedicado a um tema específico, foram discutidos cases, insights e trends do presente e do futuro, inseridos na realidade do país.

Estive lá ontem, pra acompanhar os debates sobre comunicação. Logo na entrada, percebi que o online seria uma das grandes estrelas do evento: não foi o meu nome que escreveram no crachá, e sim o meu twitter, comprovando que o mundo é  cada vez mais conectado, mas você, é cada vez mais você, on ou off line. No auditório, repleto de pessoas super conectadas seja por telefones ou computadores, me deparei com outras estrelas: o telão com o twitradar LIVE e sem moderação, e uma TV com um streaming dos SMS enviados para o evento.

O que acompanhei ontem foram apresentações densas sobre a realidade e o futuro da comunicação para profissionais, empresas, agências e marcas, realizadas por expoentes do mercado e coroadas com um debate entre Roberto Lima da Vivo (@robertoodelima), Ricardo Guimarães da Thymus (@ricardo_thymus), Sergio Valente da DM9DDB (@sergio_valente), Claudio Santos da RBS (@claudinhosantos) e Bob Wollheim da Sixpix (@bobwollheim).

Os temas das palestras incluíram o mobile; a convergência digital on e off line; as estratégias para marcas em ambientes digitais; o perfil do consumidor na era digital; construção, posicionamento e administração de uma marca na web e um reality check sobre hype e verdade no mundo digital. Já o debate versou sobre o que realmente determina o valor de uma marca na perspectiva da agência, do cliente e principalmente da platéia, que opinava ao vivo.

Durante o dia surgiram dos discursos e apresentações, diversas pérolas, comentários e conclusões memoráveis, que gostaria de compartilhar com vocês:

  • O Brasil tem mais de 180 milhões de acessos móveis, e nove entre cada 10 brasileiros tem um ou mais aparelhos de celular. São quase 8 milhões de usuários 3G. (@percope) – Pontomobi
  • A classe C é cada vez mais ON (@ericmessa) – Faap
  • Quantos aqui viram o filme dos Argentinos, da Skol? E quantos seguem a Skol no Twitter? (@neto) Bullet
  • Moderação é um desastre (@neto) – Bullet
  • O medo de inovar fechou mais empresas que a inovação (@busarello) – Tecnisa
  • Quem não faz Social Media jura que ela não funciona (@busarello) – Tecnisa
  • Precisamos pensar no conteúdo, mídia e canal são conseqüência (@skullnu) – CuboCC
  • Uma marca não vale nada se ela não fizer nada por você (@skullnu) – CuboCC
  • Se você não está confuso, está mal informado (@renedepaula) – Microsoft
  • As pessoas estão identificando o fake muito rápido (@jairtavares) – da Polvora!
  • Ferramenta é meio, não fim. É consequencia das pessoas! Seja especialista de comportamento humano! (@sergio_valente) – DM9DDB
  • A sociedade é como a água. Muda de estado (pela tecnologia) mas não deixa de ser água… (@ricardo_thymus) – Thymus

Enfim, saí do evento com a certeza de que não é fácil viver a transformação em si, pois estamos experienciando e aprendendo juntos sobre os novos moldes da sociedade e da comunicação, onde o modelo que realmente funciona é a colaboração. Parabéns Results On!

Aconteceu esta semana no espaço Vivo, a ResultsON Week, evento que reuniu grandes nomes em gestão, inovação e comunicação. Durante os três dias, cada um dedicado a um tema específico, foram discutidos cases, insights e trends do presente e do futuro, inseridos na realidade do país.

Estive lá ontem, pra acompanhar os debates sobre comunicação. Logo na entrada, percebi que o online seria uma das grandes estrelas do evento: não foi o meu nome que escreveram no crachá, e sim o meu twitter, comprovando que o mundo é cada vez mais conectado, mas você, é cada vez mais você, on ou off line. No auditório, repleto de pessoas super conectadas seja por telefones ou computadores, me deparei com outras estrelas: o telão com o twitradar LIVE e sem moderação, e uma TV com um streaming dos SMS enviados para o evento.

O que acompanhei ontem foram apresentações densas sobre a realidade e o futuro da comunicação para profissionais, empresas, agências e marcas, realizadas por expoentes do mercado e coroadas com um debate entre Roberto Lima da Vivo (@robertoodelima), Ricardo Guimarães da Thymus (@ricardo_thymus), Sergio Valente da DM9DDB (@sergio_valente), Claudio Santos da RBS (@claudinhosantos) e Bob Wollheim da Sixpix (@bobwollheim).

Os temas das palestras incluíram o mobile; a convergência digital on e off line; as estratégias para marcas em ambientes digitais; o perfil do consumidor na era digital; construção, posicionamento e administração de uma marca na web e um reality check sobre hype e verdade no mundo digital. Já o debate versou sobre o que realmente determina o valor de uma marca na perspectiva da agência, do cliente e principalmente da platéia, que opinava ao vivo.

Durante o dia surgiram dos discursos e apresentações, diversas pérolas, comentários e conclusões memoráveis, que gostaria de compartilhar com vocês:

- O Brasil tem mais de 180 milhões de acessos móveis, e nove entre cada 10 brasileiros tem um ou mais aparelhos de celular. São quase 8 milhões de usuários 3G. (@percope) – Pontomobi

- A classe C é cada vez mais ON (@ericmessa) – Faap

- Quantos aqui viram o filme dos Argentinos, da Skol? E quantos seguem a Skol no Twitter? (@neto) – Bullet

- Moderação é um desastre (@neto) – Bullet

- O medo de inovar fechou mais empresas que a inovação (@busarello) – Tecnisa

- Quem não faz Social Media jura que ela não funciona (@busarello) – Tecnisa

- Precisamos pensar no conteúdo, mídia e canal são conseqüência (@skullnu) – CuboCC

- Uma marca não vale nada se ela não fizer nada por você (@skullnu) – CuboCC

- Se você não está confuso, está mal informado (@renedepaula) – Microsoft

- As pessoas estão identificando o fake muito rápido (@jairtavares) – da Polvora!

- Ferramenta é meio, não fim. É consequencia das pessoas! Seja especialista de comportamento humano! (@sergio_valente) – DM9DDB

- A sociedade é como a água. Muda de estado (pela tecnologia) mas não deixa de ser água… (@ricardo_thymus) – Thymus

Enfim, saí do evento com a certeza de que não é fácil viver a transformação em si, pois estamos experienciando e aprendendo juntos sobre os novos moldes da sociedade e da comunicação, onde o modelo que realmente funciona é a colaboração. Parabéns Results On!

Social Media

Por Rodrigo Capella*

Nos momentos iniciais, a social media se apoiou em conceitos complexos e em plataformas universais aptas a captar e apoiar qualquer tipo de ideias. Ou seja, um mesmo ambiente condensava elementos divergentes e até conflitantes, confundindo, em alguns aspectos, os próprios usuários. Com vários cliques, chegava-se às comunidades como “Eu odeio X” ou “Eu amo X”. Um brinde à paciência, e também a uma vasta pluralidade de informações.

Impulsionada pelo grande crescimento de usuários de Internet e pela necessidade deles se comunicarem em grupos, mas de forma facilitada, assistimos, em vários países, a consolidação do conceito Social Media’s Segmentation in Essence. Diferente da rede social on-line tradicional, esta novidade propicia, em um único espaço e com poucos cliques, ambientes de discussões sobre temáticas já delimitadas pelo próprio endereço virtual.

Um exemplo muito interessante e com ótima aceitação é a Befter, a rede social das transformações sociais e culturais. Neste ambiente é possível mostrar, de forma divertida, o “antes” e o “depois” de um fato marcante. Você era cabeludo e agora não é mais? Como era o celular antigo e como é o atual? Com a proposta de confrontar somente o passado com o presente, a Befter acredita na profunda conexão entre os vários momentos de nossa vida.

Já a Beezzer é uma social media especializada em grupos de discussão de produtos e serviços. É possível, por exemplo, conversar com outros usuários sobre McDonald’s, Apple, Skype, Coca-Cola e Pizza Hut, entre várias outras opções. A rede, ainda em beta, oferece uma série de diferenciais, como rankings e tickets.

A Arto, fortalecendo o conceito de social game, é ideal para experiências on-line com atividades de estratégia, raciocínio rápido ou simplesmente diversão. É o local adequado também para participar de quiz e trocar dicas e informações nos fóruns.

Há também redes sociais segmentadas destinadas a concurso público, como a Até Passar, que organiza, de maneira fácil e simples, os estudos de quem quer tentar uma nova oportunidade; e também social media especializada em metas, como a 101 Coisas em 1001 Dias.

É o poder do conceito Social Media’s Segmentation in Essence, cada vez mais fortalecido, cada vez mais em evidência. É também a grande oportunidade das marcas dialogarem de forma mais precisa, saudável e imediata com os e-consumidores. Uma grande evolução, que certamente fará parte da galeria do antes e depois da Befter. Enjoy!

(*) Rodrigo Capella é assessor de imprensa desde 2002, formado em Jornalismo pela Umesp, pós-graduado em Jornalismo Institucional pela PUC-SP, autor, entre outros, de “Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia“. Ministra o curso “Engagement: dicas para um relacionamento diferenciado com imprensa e cliente” na Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom).