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	<title>ComRemix</title>
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	<description>Remixando a Comunicação</description>
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		<title>Como as redes sociais podem entrar na sua empresa?</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 17:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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		<description><![CDATA[* Por Marcelo ‘Tuca’ Hernandes

“Você não gosta de mim, mas a sua filha gosta”. Quando penso em redes sociais, lembro com frequência dessa frase de Chico Buarque, eternizada na canção “Jorge Maravilha”. No mundo corporativo, tal provocação faz bastante sentido. Trocando em miúdos, estou falando de uma situação clássica: chefes que não suportam redes sociais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>* Por Marcelo ‘Tuca’ Hernandes</em></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1191" title="Como as redes sociais podem entrar na sua empresa?" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2011/01/redes_socias_corp.jpg" alt="Como as redes sociais podem entrar na sua empresa?" width="540" height="348" /></p>
<p>“<em>Você não gosta de mim, mas a sua filha gosta</em>”. Quando penso em redes sociais, lembro com frequência dessa frase de Chico Buarque, eternizada na canção “<a href="http://letras.terra.com.br/chico-buarque/45141/" target="_blank">Jorge Maravilha</a>”. No mundo corporativo, tal provocação faz bastante sentido. Trocando em miúdos, estou falando de uma situação clássica: chefes que não suportam redes sociais versus colaboradores que já não vivem sem elas. Aquele diretor com larga experiência pode achar uma imensa bobagem, perda de tempo, essas coisas. No entanto, a mesma opinião não é compartilhada pelos filhos, filhas, sobrinhos, bem como por boa parte dos funcionários, sobretudo aqueles mais jovens, que cresceram com seus perfis no Orkut, Facebook, Twitter e por aí vai.</p>
<p>Para as novas gerações, <a href="http://www.comremix.com.br/comunicacao-ynterna" target="_blank">as redes sociais não são um capricho</a>, uma novidade, mas sim uma necessidade comum. Cresceram com isso. Usam esses meios para obter e compartilhar informações necessárias no dia-a-dia, sem deslumbre. É um caminho sem volta esse hábito, que só tende a se intensificar daqui por diante. <strong>Nas empresas, muitos gestores já perceberam isso, razão pela qual surgiram algumas iniciativas interessantes que buscam assimilar tal comportamento</strong>. Dentre elas, merecem destaque as chamadas <strong>redes sociais corporativas</strong>, que inserem a dinâmica desses meios nas necessidades de comunicação de uma empresa. Sim, como se fosse uma espécie de Facebook customizado para isso.</p>
<p>Ou seja, ao invés de simplesmente proibir o uso das redes sociais, porque não trazer vários dos princípios ali presentes, otimizando o fluxo de comunicação interno? Recentemente, Augusto Pinto, presidente da RMA Comunicação, <a href="http://augustocvp.wordpress.com/2010/11/22/redes-sociais-corporativas-um-passo-alem-da-intranet/" target="_blank">publicou em seu blog um post bem esclarecedor sobre redes sociais corporativas</a>. Nele, o executivo afirma que elas podem “<em>complementar a Intranet/Extranet, trazendo consigo o poder de multiplicar o capital intelectual por meio de uma plataforma para a construção de conhecimento coletivo.</em>”</p>
<p>Atualmente, ainda são poucas as empresas que utilizam essas redes. Mas é algo que vem atraindo bastante atenção pelo que é proposto, trazendo o conceito das novas mídias para o universo tradicional das corporações. Portanto, vale ficarmos de olho, evitando se comportar como o personagem da canção do Chico. Rede social: os seus colaboradores gostam. E isso pode ser ótimo, acredite.</p>
<p><em>* Marcelo ‘Tuca’ Hernandes é analista de PR Digital da RMA Comunicação</em></p>
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		<title>O nome é bonito, mas…</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 13:28:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[cases]]></category>
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		<description><![CDATA[
Os malucos que embarcam na Internet em “encontros às escuras” (blind dates) sabem que um nome bonito não é garantia que o parceiro(a) também o seja. Na verdade, nos dias que correm não dá para confiar nem nas fotos…
Nós que trabalhamos com mídia espontânea, vivemos em busca de boas histórias de sucesso, os famosos cases [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1177" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/12/press_conference.jpg" alt="" width="540" height="405" /></p>
<p>Os malucos que embarcam na Internet em “encontros às escuras” <em>(blind dates)</em> sabem que um nome bonito não é garantia que o parceiro(a) também o seja. Na verdade, nos dias que correm não dá para confiar nem nas fotos…</p>
<p>Nós que trabalhamos com <a href="http://guby.us/0fes" target="_blank">mídia espontânea</a>, vivemos em busca de boas histórias de sucesso, os famosos <em>cases</em> de sucesso. Um bom case é o melhor tipo de material para divulgar uma marca em mídias de negócio. Lamentavelmente, os bons <em>cases</em> são difíceis de encontrar e mais difíceis ainda de se apurar. Daí o grande interesse dos jornalistas pelo assunto. Um bom <em>case </em>é quase garantia de publicação.</p>
<p>Porém, antes de se gastar tempo e esforço com um suposto <em>case</em> de sucesso, é preciso fazer uma diferenciação: <strong><em>case</em> não é referência e vice-versa.</strong> Uma referência é apenas uma boa marca, como o nome bonito da menina feia do <em>blind date</em>. Falar do case da Petrobrás, do Itaú, da IBM, da Vale, da CSN etc, não quer dizer absolutamente nada. Afinal, o que interessa para o jornalista e seu público é a história interessante por trás da marca conhecida.</p>
<p>Os <em>cases </em>quando juntam boas marcas a boas histórias tendem a ser perfeitos. Com eles queremos reforçar o valor da marca de nosso cliente, que às vezes é menos visível e valorizada do que a de seu cliente. O <em>case</em> é sempre uma história de sucesso do cliente de nosso cliente. Quando a marca de nosso cliente for ainda uma marca em construção, sua tendência é se apegar a boas marcas de referência, que possam se tornar bons <em>cases</em> de sucesso. Quando isso acontece há uma transferência do valor da marca mais forte para a marca mais fraca: <strong>“se a empresa X, desconhecida, vendeu algo para a grande empresa Y, muito conhecida, então todos querem saber quem é a empresa X”</strong>. Ou pelo menos, é isso que as empresas com marcas em construção tendem a pensar. Ledo engano…</p>
<p>Imagine a seguinte manchete: <strong>“Empresinha X vende o ó-do-borogodó pra empresona Y”</strong>. Você teria interesse em ler essa matéria? Nem eu, até porque ela dificilmente seria publicada. Imagine agora uma outra variante dessa manchete: <strong>“Empresinha X resolve um problema crônico e crítico da empresona Y”</strong>. Essa eu leria e todo mundo que tivesse problemas semelhantes para resolver. Isso sim seria um case de sucesso.</p>
<p>Tudo isso parece muito óbvio, mas não é. Os bons <em>cases </em>dependem de se entender o contexto de uso do produto ou serviço de nosso cliente, quais problemas foram resolvidos, com que grau de eficiência, qual o <a href="http://www.investopedia.com/terms/r/returnoninvestment.asp" target="_blank">ROI</a> obtido etc. Questões difíceis de serem apuradas. São raras as empresas que têm o bom hábito de fazer uma apuração dos resultados concretos obtidos a partir da implantação de qualquer solução complexa em seu ambiente de negócios. Isso torna os <em>cases</em> difíceis de encontrar, mais difíceis ainda de apurar e também muito difíceis de aprovar pelo cliente de nosso cliente.</p>
<p>Aliás, esse último aspecto dos <em>cases </em>também é muito relevante: a aprovação. Ela é difícil de se obter por duas razões: a empresa não está segura sobre os reais resultados alcançados e tem medo das críticas internas provocadas por uma história irreal publicada na mídia, ou então, têm medo de que seu concorrente copie o que foi feito, tirando-lhe a vantagem competitiva.</p>
<p>Isso tudo quer dizer que não vale a pena lutar pelos <em>cases </em>de sucesso? Muito pelo contrário. Eles são valiosos. Mas, como no caso do <em>blind date</em>, investigue sempre um pouquinho mais antes de pular de cabeça. E lembre-se, uma boa marca não é sinônimo de uma boa história.</p>
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		<title>Não existe assunto hermético, existe falta de imaginação</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/nao-existe-assunto-hermetico-existe-falta-de-imaginacao</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 13:44:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[
Entrevista: Gilberto Caparica, Diretor de Marketing da Cimcorp
Podemos dizer que dentro do segmento da Tecnologia da Informação, a Cimcorp é uma empresa de nicho que vive em constante evolução de suas ofertas, principalmente devido ao surgimento de novas tecnologias. Diante desta afirmativa, como o marketing atua para comunicar o posicionamento da empresa ao mercado, sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1164" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/12/banner_Cimcorp.jpg" alt="" width="540" height="271" /></p>
<p><strong>Entrevista: </strong>Gilberto Caparica, Diretor de Marketing da <a href="http://www.cimcorp.com.br/" target="_blank">Cimcorp</a></p>
<p><strong>Podemos dizer que dentro do segmento da Tecnologia da Informação, a Cimcorp é uma empresa de nicho que vive em constante evolução de suas <a href="http://www.cimcorp.com.br/cimcorp/pt-br/solucoes" target="_blank">ofertas</a>, principalmente devido ao surgimento de novas tecnologias. Diante desta afirmativa, como o marketing atua para comunicar o posicionamento da empresa ao mercado, sem perder sua identidade?</strong></p>
<p>Comunicamos sempre valor. Ofertas são apenas a forma de viabilizarmos para nossos clientes os benefícios que, realmente, agregam valor ao negócio. Nossa proposta de valor é a de garantir ao cliente a utilização da <strong>Tecnologia da Informação</strong> como um diferencial de competitividade para a empresa de forma economicamente viável, sustentável e alinhada com os objetivos estratégicos da organização. Um posicionamento destes é um norte para buscar as tecnologias e as colocar a serviço de nossa proposta.<br />
<strong><br />
Tornar palatáveis temas como <a href="http://www.cimcorp.com.br/cimcorp/pt-br/extras-iaas" target="_blank">infraestrutura como serviço</a>, <a href="http://www.proati.com.br/noticias/press_release.php?cd_press_release=79" target="_blank">supercomputação</a>, <a href="http://www.cimcorp.com.br/cimcorp/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=7&amp;Itemid=29" target="_blank">virtualização de desktops</a> ou <em>storage intelligence</em> exige, no mínimo, muita criatividade. Qual é o segredo da área de marketing para traduzir essa “sopa de letrinhas” em oportunidade de negócios?</strong></p>
<p>Falar de negócios e não de tecnologia. <strong>Focamos o benefício que a tecnologia traz aos processos de negócio e não as características técnicas da solução</strong>. É óbvio que, durante o ciclo de vendas, teremos que explorar detalhes técnicos de uma determinada tecnologia e de sua arquitetura, mas o que desperta o interesse é a possibilidade de transformar o diferencial tecnológico em diferencial de competitividade. A mensagem é a possibilidade de usar recursos de TI de forma flexível e escalável para atender as necessidades do negócio. As tecnologias são apenas os meios habilitadores para isto.</p>
<p><strong>Embora seu business seja Tecnologia, a comunicação da Cimcorp também precisa atingir o profissional responsável por “tomar decisões” na empresa, já que é ele quem, muitas vezes, usufrui dos benefícios das soluções e decide pela compra da oferta. Ao mesmo tempo, as soluções da Cimcorp também são utilizadas pelo profissional de TI. Neste caso, quais as estratégias utilizadas pelo marketing para definir a comunicação mais assertiva para cada público?</strong></p>
<p>Ao usuário final da tecnologia mostramos o que ele vai ganhar efetivamente nos seus processos de negócio e é isto que interessa e que pesa na sua decisão. Ao profissional de TI mostramos os benefícios de atender bem ao gestor do negócio com soluções flexíveis e escaláveis. Se formos colocar em uma perspectiva bem resumida, mostramos ao gerador de demanda por serviços de TI como esta demanda pode ser atendida de forma ágil e adequada e, ao provedor destes serviços, como fazer isto ser uma realidade dentro da organização de TI.</p>
<p><strong>Um dos desafios da área de comunicação da Cimcorp é auxiliar a força de vendas no fechamento de novos negócios. De que forma o marketing apoia a equipe comercial?</strong></p>
<p>Criando ações para comunicar valor. Estas ações vão desde catálogos até apresentações personalizadas para uma determinada conta. Nossa missão é garantir ao profissional de vendas tudo que for necessário para mostrar ao mercado o valor que agregamos através de nossas soluções. Com frequência os profissionais de marketing estão em campo para evangelizar em novos conceitos, dar palestras sobre temas de mercado, apresentar uma nova oferta a um cliente e, principalmente, para ouvir o que o mercado está buscando.</p>
<p><strong>Quais são os canais de comunicação utilizados atualmente pela Cimcorp? Para o segmento da empresa, as mídias sociais são relevantes? Se sim, qual é posicionamento da Cimcorp nestes canais?</strong></p>
<p>Falamos muito ao mercado por meio da mídia, ou seja, por meio da divulgação de nossos casos de sucesso, ofertas e posicionamento frente a novas tecnologias. O resultado disto tem sido excepcional nos últimos anos.  Em meados de 2009, colocamos no ar uma nova plataforma web que já tem recursos de integração com mídias sociais, foi um primeiro passo e deve ganhar corpo em 2011. Acreditamos na relevância destas mídias e buscamos agora a melhor estratégia para poder explorá-las em prol do fortalecimento da marca e dos valores que levamos a nossos clientes.</p>
<p><strong>Como são mensurados os resultados da área de marketing?</strong></p>
<p>Até hoje com base na exposição de marca, desenvolvimento e implantação de novas ofertas e demanda gerada por meio de ações diretas de marketing. Para 2011, criamos indicadores mais objetivos, como geração de novos clientes potenciais, exposição na mídia, percepção de marca, mapeamento de oportunidades no mercado, evangelização de novos clientes, entre outros. O importante é que cada indicador deste tem uma métrica objetiva e clara e pode ser mensurado e traduzido em resultados.</p>
<p><strong>No caso da Cimcorp, o diretor de marketing exerce a função de executivo de negócios, tendo a comunicação apenas como um pilar para atingir seus resultados. Quais os principais desafios que você vivencia hoje? E qual a principal lição aprendida?</strong></p>
<p>É importante, aqui, deixar claro a atuação do diretor de marketing. Ele não faz o papel de um vendedor, mas sim de um executivo responsável por ouvir o mercado, criar ofertas de valor e levá-las de volta por meio da área comercial. O principal desafio é poder apoiar o vendedor de forma efetiva, ajudando na venda, vencendo objeções, evangelizando o cliente para novos conceitos, sem perder de vista o senso de urgência e importância na realização de novos negócios. Acredito que a lição mais valiosa desta experiência é que o marketing é absurdamente mais efetivo quando vai a campo ouvir e entender o cliente.</p>
<blockquote><p><strong>Gilberto Caparica Neto</strong> é <strong>Diretor de Marketing da <a href="http://www.cimcorp.com.br/" target="_blank">Cimcorp</a></strong> desde 2008. Administrador de empresas, com especialização em Tecnologia da Informação e Marketing, vem atuando na indústria de TI desde 1980 em fabricantes de hardware, software e organizações de consultoria. Exerceu cargos executivos nas áreas Comercial e de Serviços em empresas como Grupo Votorantin, Alphadec/Digital, CMA, Soma Seguradora, JDEdwards e Peoplesoft.</p></blockquote>
<p></p>
<blockquote><p><strong>Sobre a Cimcorp</strong></p>
<p>Fundada em 1988, a <a href="http://www.cimcorp.com.br/" target="_blank">Cimcorp</a> é uma S/A de capital fechado. Focada em integrar a Tecnologia da Informação aos objetivos de negócio de seus clientes, a Cimcorp disponibiliza soluções competitivas em serviços e infraestrutura de TI voltadas à otimização de performance, continuidade de negócios e gestão de ambientes. Pioneira no fornecimento de infraestrutura como serviço (<a href="http://www.cimcorp.com.br/cimcorp/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=166:iaas&amp;catid=60:extra&amp;Itemid=122" target="_blank">IaaS</a>), a Cimcorp está entre os 20 maiores Integradores de TI do país e tem filiais em Belo Horizonte (MG), Vitória (ES), Brasília (DF), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Salvador (BA), além Canais de Atendimento em toda a região Norte e interior de São Paulo. Para mais informações acesse: <a href="http://www.cimcorp.com.br/" target="_blank">www.cimcorp.com.br</a></p></blockquote>
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		<title>Ferramentas essenciais para o PR Digital</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/ferramentas-essenciais-para-o-pr-digital</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 19:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[PR Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Rodrigo Capella *
Embora tenha vivido entre os anos 1754 e 1824, o escritor francês Joseph Joubert conhecia, como ninguém, o poder das palavras e sua importância nos diversos formatos e mídias. Uma de suas frases mais conhecidas e repetidas por várias gerações focava justamente no impacto das letras: &#8220;Somente buscando palavras é que se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1147" title="keyboard" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/keyboard.jpg" alt="keyboard" width="540" height="334" /></p>
<p><em>Por Rodrigo Capella *</em></p>
<p>Embora tenha vivido entre os anos 1754 e 1824, o escritor francês Joseph Joubert conhecia, como ninguém, o poder das palavras e sua importância nos diversos formatos e mídias. Uma de suas frases mais conhecidas e repetidas por várias gerações focava justamente no impacto das letras: &#8220;Somente buscando palavras é que se encontram pensamentos&#8221;. Uma outra analisava o processo da escrita: “Para escrever bem deve haver uma facilidade natural e uma dificuldade adquirida”.</p>
<p>Transportando a declaração para os ambientes digitais, esta facilidade natural, destacada pelo autor, pode ser creditada às ferramentas. Já as dificuldades encontram embasamento na necessidade de se conhecer inteiramente cada função, cada aplicação das referidas ferramentas on-line.</p>
<p>Para auxiliar o processo de escrita do <strong>PR Digital</strong>, duas ferramentas são essenciais. Com o<a href="http://scribe.googlelabs.com/" target="_blank"> Google Scribe</a>, conseguimos obter sugestões automáticas de palavras e frases nos idiomas inglês, espanhol e árabe. Veja abaixo alguns exemplos:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1137 aligncenter" title="scribe2" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/scribe2.png" alt="scribe2" width="439" height="343" /></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1138 aligncenter" title="scribe3" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/scribe3.png" alt="scribe3" width="442" height="358" /></p>
<p>Sem muitas complicações, com esta ferramenta podemos encontrar a grafia exata de determinadas expressões, gírias e frases cotidianas. É uma forma interessante de escrevermos com mais informalidade, atingindo com mais precisão o internauta.</p>
<p>Outra ferramenta on-line relevante é o <a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a>, que mostra os termos mais procurados na Internet e possibilita, por exemplo, comparações com sinônimos. Vamos a uma situação: imagine que você está em dúvida entre duas palavras semelhantes (caminhar e andar) e não sabe qual delas escrever no seu texto de divulgação.</p>
<p>Quando utilizamos o <a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a>, chegamos a um resultado interessante. Nos últimos anos, a palavra “andar” tornou-se cada vez mais buscada pelos internautas e, consequentemente, mais popular, superando “caminhar” em todos os períodos. Desta forma, a mais indicada para um post em um blog ou para um SMPR é a palavra “andar”.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1140" title="trend1" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/trend1.png" alt="trend1" width="539" height="269" /></p>
<p>Com o <a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a>, conseguimos também obter resultados locais, país a país, cidade a cidade.  No caso da comparação realizada acima, a palavra “andar” vence em todas as situações, conforme demonstração abaixo:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1141" title="trend2" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/trend2.png" alt="trend2" width="540" height="192" /></p>
<p>Trata-se de uma funcionalidade muito interessante para a web 2.0, que exige, cada vez mais, divulgação focada em aspectos e subaspectos. Aprender, portanto, a utilizar o <a href="http://scribe.googlelabs.com/" target="_blank">Google Scribe</a> e <a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a> é primordial. Pratique, participe, envolva-se!</p>
<p><em>(*) Rodrigo Capella é jornalista, palestrante, <a href="http://printerview.wordpress.com/" target="_blank">PR e escritor</a>. Autor, entre outros, de <a href="http://clubedeautores.com.br/book/1281--Assessor_de_Imprensa" target="_blank">Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia</a>. Edita o blog PR Interview e ministra os cursos <a href="http://www.escoladecomunicacao.com.br/" target="_blank">Assessoria Digital – Evoluindo do Release para a Web 2.0</a> (Escola de Comunicação) e <a href="http://www.abracom.org.br/" target="_blank">Engagement: dicas para um relacionamento diferenciado com imprensa e cliente</a> (Abracom).</em></p>
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		<title>Marcas: o que vem na sua mente?</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/marcas-o-que-vem-na-sua-mente</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 13:13:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Tesore</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[marcas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[reputação]]></category>
		<category><![CDATA[target]]></category>
		<category><![CDATA[valor]]></category>

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O raciocínio é bem simples:

Suponha que você precise comprar um produto ou serviço (pode ser um aparelho de celular ou um serviço de TV por assinatura, você escolhe);
 Agora pense nas primeiras três marcas que vem na sua mente;
 Analise e diferencie uma da outra pela proposta de valor que cada marca entrega (ou promete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1127" title="branding" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/branding.jpg" alt="branding" width="540" height="348" /></p>
<p>O raciocínio é bem simples:</p>
<ul>
<li>Suponha que você precise comprar um produto ou serviço (pode ser um aparelho de celular ou um serviço de TV por assinatura, você escolhe);</li>
<li> Agora pense nas primeiras três marcas que vem na sua mente;</li>
<li> Analise e diferencie uma da outra <strong>pela proposta de valor que cada marca entrega</strong> (ou promete entregar);</li>
<li> Espere um pouco, ainda não tome a decisão de compra, consulte a internet: ela mostrará tudo (ou quase tudo) sobre uma marca, especialmente se você tiver paciência para pesquisar em redes sociais</li>
<li> Agora sim,<strong> tome a decisão!</strong></li>
</ul>
<p>Até aqui, com exceção da consulta à internet, nenhuma novidade correto? Eu diria nem tanto. Vamos avaliar  o contexto sobre uma ótica diferente.</p>
<p>Coloque-se no lugar de um executivo de comunicação de uma grande empresa e faça uma reflexão do processo de compra/escolha de um cliente, resumido no começo do texto.  Pronto! Sua tranquilidade acabou. Certamente você concluirá que o desafio de <strong>construção e manutenção de uma marca</strong> é bem maior do que um simples plano com atividades táticas de comunicação.</p>
<p>Olhe por exemplo o caso da <strong>Apple</strong>. Quando você pensa na marca ou <a href="http://macmagazine.com.br/wp-content/uploads/2009/11/10-NYC_Apple_Retail_Store.jpg" target="_blank">se depara com a maçã</a>, automaticamente você associa: <strong>Inovação, iPod, iPhone, iPad, Steve Jobs, Simplicidade, Estilo, Facilidade de Uso, Modernidade</strong>, entre muitos outros – mas e o preço ? Quando a marca torna-se sinônimo de “valor” para os consumidores, automaticamente o preço deixa de ser fator de decisão.</p>
<p>É impossível dizer <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDR76676-8374,00.html" target="_blank">qual é o segredo da Apple</a>, mas é possível afirmar que eles possuem uma estratégia de <a href="http://webinsider.uol.com.br/2008/07/15/mas-o-que-e-branding-afinal/" target="_blank">branding</a>, orientada pela liderança de produtos e um planejamento de comunicação focado em criação de <a href="http://pt.wikilingue.com/es/Curva_de_demanda" target="_blank">curva de demanda</a>. Um simples evento de lançamento da Apple vira um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=OBhYxj2SvRI" target="_blank">show com repercussão mundial</a>.</p>
<p>Construir ou manter uma marca é uma tarefa árdua e contínua, não basta apenas conquistar o espaço na mente do consumidor.  <strong>É preciso manter uma experiência de uso permanente e positiva</strong> independente do ponto de contato.</p>
<p>Uma estratégia de comunicação de branding eficaz deve responder claramente algumas premissas:</p>
<ul>
<li>Sua marca está no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Short_list" target="_blank">short-list</a> dos clientes (atuais ou potenciais)?</li>
<li> A  proposta de valor da marca é entendida e aceita  pelos públicos-alvo? Inclusive os colaboradores?</li>
<li> A reputação da marca na internet, especialmente nas redes sociais, é positiva ou negativa?</li>
</ul>
<p>Se você não tem essas respostas <strong>comece a se preocupar</strong>, pois seus concorrentes podem ocupar a mente de seus clientes.</p>
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		<title>Comunicação via QR Codes: links no offline</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 17:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>convidado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[* Por Marcelo &#8216;Tuca&#8217; Hernandes

Quando uma determinada notícia nos interessa, complementos são bem-vindos. Links, vídeos, imagens e outros conteúdos relacionados servem para isso. Até aí, nenhuma novidade, basta acompanharmos qualquer site de notícias. E quanto ao mundo offline? Ou seja, dos jornais e revistas impressas? Nesses meios, é frequente nos depararmos com um clássico “acesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>* Por Marcelo &#8216;Tuca&#8217; Hernandes</em></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1113" title="QR Code" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/QR-Code.png" alt="QR Code" width="540" height="190" /></p>
<p>Quando uma determinada notícia nos interessa, complementos são bem-vindos. Links, vídeos, imagens e outros conteúdos relacionados servem para isso. Até aí, nenhuma novidade, basta acompanharmos qualquer site de notícias. <strong>E quanto ao mundo offline?</strong> Ou seja, dos jornais e revistas impressas? Nesses meios, é frequente nos depararmos com um clássico “<em>acesse www.(site qualquer).com para mais informações.</em>” Pressupõe-se que o leitor muito interessado irá digitar o link no navegador dele. Só os muito interessados, diga-se de passagem.</p>
<p>Já existe uma maneira da tecnologia dar uma ajudinha nisso, eliminando essa necessidade de digitação. Ela atende pelo nome de <a href="http://info.abril.com.br/professional/network/aponte-a-camera-para-o-qr-code.shtml" target="_blank">QR Code</a>, que nada mais é do que uma espécie de código de barras. Uma vez reconhecido pelo aparelho leitor, revela um determinado conteúdo. Aquele vídeo que lhe interessou, por exemplo. A boa notícia: esse aparelho pode ser o seu próprio smartphone. Basta apontar a câmera dele para o código e pronto, eis a informação ali na tela, em outra mídia. <strong>Direto do papel pro mundo online.</strong> O vídeo a seguir nos dá uma boa ideia sobre isso:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="540" height="328" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IphTJHiKGos?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="540" height="328" src="http://www.youtube.com/v/IphTJHiKGos?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Com a crescente <a href="http://www.youtube.com/watch?v=IphTJHiKGos" target="_blank">popularização dos smartphones no Brasil</a>, não estranhe se daqui um tempo começarem a aparecer quadrinhos estranhos na sua frente. Releases, por exemplo, podem vir acompanhados desses complementos. Dessa maneira, podemos ter cada vez mais um <em>“aponte aqui” </em>funcionando como uma espécie de <em>“clique aqui”</em> nas notícias impressas. <strong>PR Digital misturado ao tradicional.</strong></p>
<p>Enfim, as possibilidades são inúmeras de acordo com a criatividade de cada gerador de conteúdo. E você? Acha que os QR Codes, <a href="http://blog.cliffano.com/2009/05/18/qr-code-usage-in-japan/" target="_blank">a exemplo do Japão</a>, vão pegar por aqui? Ou tudo não passa de mais uma especulação tecnológica? Que utilidades eles poderiam ter no conteúdo gerado pelas agências de assessoria? Deixe a sua opinião na caixa de comentários abaixo.</p>
<p><em>* Marcelo &#8216;Tuca&#8217; Hernandes é analista de PR Digital da RMA Comunicação</em></p>
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		<title>Síntese e Clareza</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 14:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
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		<description><![CDATA[
Depois que inventaram o extrato de tomate passei a acreditar que podemos guardar uma horta dentro da latinha. Mais difícil que isso é a arte da síntese na produção de textos, de qualquer espécie. Na verdade, textos longos qualquer idiota escreve e para quem duvida basta ler uma bula de remédio, ou o manual de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1105" title="sintese_clareza" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/sintese_clareza.jpg" alt="sintese_clareza" width="540" height="271" /></p>
<p>Depois que inventaram o extrato de tomate passei a acreditar que podemos guardar uma horta dentro da latinha. Mais difícil que isso é a arte da síntese na produção de textos, de qualquer espécie. Na verdade, textos longos qualquer idiota escreve e para quem duvida basta ler uma bula de remédio, ou o manual de instruções de um DVD.</p>
<p>Eu sou da teoria que as grandes nulidades se escondem por trás da verborragia e se você não acredita nisso <a href="http://www.youtube.com/watch?v=FIdo7jFYbWg" target="_blank">veja este vídeo</a>.</p>
<p>Mesmo considerando que a linguagem objetiva e sintética seja muito mais eficaz do que a verborrágica, será que dá para vender o nosso peixe, POR EXEMPLO, nos 140 caracteres do Twitter?</p>
<p>Dá sim e <a href="http://twitter.com/richardbranson" target="_blank">Sir Richard Branson</a>, o poderoso fundador da Virgin Enteprises, acaba de nos provar isso na prática. Como parte da campanha para promover uma nova conferência de negócios para empresas start ups, denominada <a href="http://twitter.com/perfectbusiness" target="_blank">Perfect Business</a>, Richard Branson ofereceu no ano passado apoio para quem lhe vendesse um novo projeto via Twitter (?!). O empreeendedor escolhido foi selecionado num evento, com base em uma &#8220;tuitada&#8221;. O vencedor recebeu um convite para apresentar pessoalmente seu business plan numa conferência em Los Angeles.</p>
<p>Eis<a href="http://www.perfectbusiness.com/pitch/viewpitchdetails.cfm?pitchid=640&amp;view=1" target="_blank"> um dos três vencedores,</a> considerado pelo público como a melhor <em>micropitch</em>:</p>
<p><em>“We are a small company unable to satisfy the increasing global demand for our patented artificial fingers.”</em></p>
<p>Ou, para os que preferem o português: <em>“Nós somos uma pequena empresa incapaz de atender à crescente demanda global por nossos dedos artificiais patenteados.“</em></p>
<p>Na verdade, esse cara genial não precisou em dos 140 caracteres; matou a pau com 110!!!</p>
<p>Nem Machado de Assis se expressaria melhor!</p>
<p>O segredo de uma mensagem concisa e eficaz é dividir o texto em partes estanques e ser muito objetivo em cada uma delas. No exemplo de nosso amigo que produziu a melhor tuitada para Sr Richard Branson:</p>
<ul>
<li>Quem é você: <em>&#8220;Nós somos uma pequena empresa que produz dedos artificiais.&#8221;</em></li>
</ul>
<ul>
<li>Qual a informação relevante você quer passar: <em>&#8220;Não estamos sendo capazes de atender à demanda.&#8221;</em></li>
</ul>
<ul>
<li>Por que a informação é relevante: <em>&#8220;Nosso produto já é patenteado.&#8221;</em></li>
</ul>
<p>Num texto não destinado ao Twitter cabe fazer uma introdução e um fecho (tome como exemplos a abertura e o fecho deste post).</p>
<p>Faz sentido? Funciona também num torpedo para sua mulher, enviado da mesa de um bar: <em>“Querida não me espere para jantar. Pneu furado na marginal alagada. Usando celular emprestado. Minha bateria acabou. Bjs.”</em></p>
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		<title>É possível construir uma marca só com mídia espontânea?</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 18:12:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armando Yamada</dc:creator>
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Entrevista: Marcelo Astrachan, presidente da Cyberlynxx:
Você acredita que é possível construir a marca de uma empresa apenas com assessoria de imprensa?
Apenas com assessoria de imprensa não. Mas acho que construir sem este tipo de consultoria é algo muito mais complicado. PR não é um fator determinante, mas em casos onde a marca da empresa não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1096" title="BANNER - CYBERLYNXX" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/11/BANNER-CYBERLYNXX.jpg" alt="BANNER - CYBERLYNXX" width="540" height="275" /></p>
<p><strong>Entrevista:</strong> Marcelo Astrachan, presidente da <a href="http://www.cyberlynxx.com/" target="_blank">Cyberlynxx</a>:</p>
<p><strong>Você acredita que é possível construir a marca de uma empresa apenas com assessoria de imprensa?</strong></p>
<p>Apenas com assessoria de imprensa não. Mas acho que construir sem este tipo de consultoria é algo muito mais complicado. PR não é um fator determinante, mas em casos onde a marca da empresa não existe, este tipo de comunicação bem direcionada é essencial para a construção de uma marca.</p>
<p><strong>Qual o valor estratégico da mídia espontânea para construção de uma marca?</strong></p>
<p>Altíssimo. Na minha opinião é infinitamente maior do que propagandas pagas, que eu particularmente não uso. A mídia espontânea tem um peso que é inerente. Sinto o retorno das pessoas que leem as matérias, principalmente aquelas publicadas em mídias de relevância.</p>
<p><strong>A Cyberlynxx retomou o trabalho de comunicação há cerca de 3 anos.  Você acredita que já foi construída a marca da sua empresa nesse período? Em quanto tempo você começou a notar os benefícios do trabalho de comunicação? </strong></p>
<p>Claramente eu sinto uma evolução do trabalho de construção da nossa marca. Criamos um nome no mercado. Até concorrentes ficam incomodados <a href="http://rmacomunicacao.com.br/tags/cyberlynxx/" target="_blank">quando a Cyberlynxx figura em matérias</a>.  A partir do primeiro ano de trabalho já começamos a sentir um diferencial e o valor investimento na comunicação.</p>
<p><strong>Por que você apostou em RP como uma das estratégias de desenvolvimento da Cyberlynxx?</strong></p>
<p>Temos uma estratégia de mercado focada dentro do que a empresa se propõe a fazer. Geração espontânea de processos. Tudo isso fez com que procurássemos alguém que pudesse nos assessorar no lugar certo e na hora certa.</p>
<p><strong>Você acredita que uma comunicação assertiva pode ser um diferencial estratégico de negócios? </strong></p>
<p>Sim, mas precisa existir uma lógica, metodologia e processos bem definidos e claros. O parceiro de comunicação precisa entender os objetivos de negócio do cliente, saber o que a empresa quer e entender seu negócio.<br />
<strong><br />
Quais os passos para dar certo? Quais as lições aprendidas?</strong></p>
<p>Acredito que ter métodos, organização, cumprir com planejamentos, ter pessoas flexíveis na equipe de comunicação e bem informadas são os primeiros passos para bons resultados. Saber que a informação tem vida útil também. Por isso o bom networking dessa equipe é fundamental. É preciso ter uma equipe harmoniosa, que entenda o perfil da empresa, que esteja ligada nas mídias alvo para a empresa.</p>
<p>Como lição: sempre se pode melhorar a comunicação. Nos tempos de hoje você pode acessar qualquer meio de comunicação. Nunca a comunicação é suficiente, porque no minuto seguinte virou assunto velho.</p>
<blockquote><p><em>Marcelo Astrachan é CEO e presidente da <a href="http://www.cyberlynxx.com/" target="_blank">Cyberlynxx </a>desde  2007. Anteriormente, ele exerceu cargos executivos em empresas de  grande porte nacionais e internacionais como: sócio da Accenture por 18  anos, VP da Optiglobe/Tivit e diretor executivo da CPM Braxis. O  executivo é Engenharia Civil (PUC/RJ) com MBA em Finanças (IBMEC).</em></p></blockquote>
<p></p>
<blockquote><p><strong>Sobre a Cyberlynxx:</strong></p>
<p>Integradora brasileira &#8211; inovadora e comprometida &#8211; que se apresenta  como a alternativa às grandes integradoras globais. A <a href="http://www.cyberlynxx.com/" target="_blank">Cyberlynxx</a> tem  capacidade e flexibilidade para prover soluções de software e serviços,  com excelência em qualidade de entrega e nível de serviços <a href="http://gestaodocumental.wordpress.com/2010/10/06/sla-estipulando-o-nivel-de-servico/" target="_blank">(SLA)</a> acima  da média do mercado. Mais informações, acesse: <a href="http://www.cyberlynxx.com/" target="_blank">www.cyberlynxx.com</a></p></blockquote>
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		<title>As Mídias Sociais estão acabando com o jornalismo?</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 12:54:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Soma</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As Mídias Sociais estão acabando com o jornalismo? Perdem aqueles jornalistas que ainda desprezam os blogs de uma forma geral. Fecham os olhos para fontes que renderiam ótimas sugestões de pautas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1071" title="As Mídias Sociais estão acabando com o jornalismo?" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/10/midias_sociais_jornalismo.jpg" alt="As Mídias Sociais estão acabando com o jornalismo?" width="540" height="275" /></p>
<address><strong><em>Bastaria uma razão para pedir a bênção à Internet: ela tirou os jornalistas do pedestal. O Velho Jornalismo acabou. Ficou ridículo. Ainda bem!!</em></strong></address>
<address><strong><em><br />
</em></strong></address>
<address><strong><em>A imagem de uma matilha de jornalistas decidindo, sozinhos, o que o público ia ler, ver e ouvir ficou tão antiga quanto uma pintura rupestre.</em></strong></address>
<address><strong><em><br />
</em></strong></address>
<address><strong><em>O Velho Jornalismo &#8211; aquele em que só os jornalistas &#8220;emitiam&#8221; informação &#8211; acabou. A Internet fundou outro planeta. Terra à vista!</em></strong></address>
<p>As frases acima foram publicadas sequencialmente pelo twitter de um blogueiro. Um momento. Blogueiro? Sendo assim, que moral então ele teria para opinar sobre o trabalho dos jornalistas? Só gente com bastante vivência em redações possui credibilidade para tanto, ora essa. Além do blog e twitter, o que mais esse indivíduo fez por aí?</p>
<p>Muita coisa. O autor das frases acima é o jornalista <a href="http://twitter.com/genetonmneto/status/27984191383" target="_blank">Geneton Moraes Neto</a>, dono de um currículo considerável. Ele já foi editor do Jornal Nacional e Jornal da Globo, por exemplo. Profissionais desse nível não perdem tempo publicando especulações, seja lá em qual veículo for. Eles gostam de anunciar<a href="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/10/geneton_jornalismo_internet.jpg" target="_blank"> fatos</a>, sem as afobações tão comuns dos que estão no início da carreira. Sim, acabou essa história dos jornalistas serem os únicos detentores da informação. Fim do monopólio. Graças a internet. Fato.</p>
<p>Quer dizer então que hoje qualquer um pode informar a sociedade a partir de posts e tuitadas? Sim. E quanto a credibilidade desse conteúdo? Bem, isso nem sempre vem no pacote. Se o indivíduo seguir todas as premissas do bom jornalismo, sobretudo mantendo o zelo na apuração do que será publicado, ótimo. Caso contrário, perde a confiança de seus leitores, sem chances de fidelizar uma audiência considerável. É a própria rede que determinará a relevância dessa pessoa. Nesse sentido, quem não tiver competência sempre falará sozinho nas redes sociais. Simples assim.</p>
<p>Perdem aqueles jornalistas que ainda desprezam os blogs de uma forma geral. Fecham os olhos para fontes que renderiam ótimas sugestões de pautas. O <a href="http://ldiamante.blogspot.com/2010/10/dia-do-medico.html" target="_blank">médico</a> que escreve sobre particularidades de seu ofício, o <a href="http://sundaycooks.com/tecnologia-para-viajar-melhor/" target="_blank">turista</a> que compartilha dicas para uma melhor viagem, a mãe que contribui no <a href="http://www.samshiraishi.com/empresas-tem-dificuldade-para-preencher-vagas-para-portadores-de-deficiencia/" target="_blank">exercício da cidadania</a> e por aí vai. Blogs e demais conteúdos gerados pelas mídias sociais podem ser ótimas referências, não só para o jornalista, mas também para o leitor, que tem encontrado cada vez mais opções para se informar pela tela do computador. Ou do smartphone mesmo.</p>
<p>Sim, como disse o Geneton Moraes Neto, o velho jornalismo acabou. <strong>Já vai tarde.</strong></p>
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		<title>Por que os gringos adoram press release?</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 14:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Por Armando Yamada
Para responder a essa pergunta precisaremos voltar ao passado. O nosso bom e velho press release tem mais de 100 anos de idade , tendo sido criado em 1906 devido a um acidente ferroviário nos Estados Unidos que resultou na morte de 53 pessoas. Na época, Ivy Lee, um dos primeiros Public Relations, se não o primeiro, convenceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1047" title="Banner - Post - Press Release" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Banner-Post-Press-Release.jpg" alt="Banner - Post - Press Release" width="540" height="275" /></p>
<p><em>Por <a href="http://twitter.com/armandoyamada" target="_blank">Armando Yamada</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Para responder a essa pergunta precisaremos voltar ao passado. O nosso bom e velho <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Press_release#Press_release" target="_blank">press release</a> tem mais de 100 anos de idade , tendo sido criado em <a href="http://www.almanaquedacomunicacao.com.br/noticias/113.html" target="_blank">1906 </a>devido a um acidente ferroviário nos Estados Unidos que resultou na morte de 53 pessoas. Na época, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ivy_Lee" target="_blank">Ivy Lee</a>, um dos primeiros Public Relations, se não o primeiro, convenceu a Pennsylvania Railroad a distribuir o primeiro press release da história. O objetivo de Lee era evitar o surgimento de versões diferentes do ocorrido ou suposições.</p>
<p>Com o sucesso da ação, o press release ganhou fama e &#8211; de lá para cá  - tem sido a ferramenta preferida das corporações, principalmente as norte-americanas , na hora de anunciar, contestar ou esclarecer um fato. Mas, não são só os americanos que gostam de usá-lo.  A ferramenta correu o mundo e muitas empresas brasileiras absorveram essa cultura.  E, assim, durante muito tempo, ele foi utilizado sem questionamento.  Só com a chegada da web 2.0, pudemos começar a notar algumas tentativas de mudanças de formato. Recentemente, foi criado o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto" target="_blank">Social Media Press Releases</a>, que possui imagens e  links para conteúdos adicionais (PPTs, PDFs, vídeo e áudio). Tudo com o objetivo de trazer o que é mais valioso à informação passada: a contextualização e a possibilidade de ir além do texto.</p>
<p>Mas, de nada adianta ficarmos discutindo o ferramental do trabalho de comunicação quando - na verdade - o que precisamos repensar é  a forma como planejamos.  É inegável que o papel das agências de comunicação mudou, tornando-se muito mais consultivo e com mais espaço para a criatividade. Diante do novo cenário, precisamos evoluir e, com isso, sermos  mais estratégicos. A comunicação one size fits all não funciona mais, assim como o press release quadradão pode ser um tiro de canhão para acertar uma formiga.</p>
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