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	<title>ComRemix &#187; Tendências</title>
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	<description>Remixando a Comunicação</description>
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		<title>Uma visão sobre a Digital Age 2.0</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 11:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Digtal Age 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 18 e 19 de agosto tive a oportunidade de participar da quarta edição do Digital Age 2.0 – entre debates e palestras, discutiu-se os rumos do setor de comunicação no mercado de mídia e marketing.

Entre as palestras de maior destaque estava a de Shiv Singh &#8211; estrategista digital do setor de bebidas da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 18 e 19 de agosto tive a oportunidade de participar da quarta edição do <strong>Digital Age 2.0</strong> – entre debates e palestras, discutiu-se os <strong>rumos do setor de comunicação no mercado de mídia e marketing</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-902" title="DigitalAge" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/09/DigitalAge3.jpg" alt="DigitalAge" width="540" height="275" /></p>
<p>Entre as palestras de maior destaque estava a de <a href="http://twitter.com/shivsingh" target="_blank"><strong>Shiv Singh</strong></a> &#8211; estrategista digital do setor de bebidas da <strong>PepsiCo Americas</strong>, na qual foi ressaltada a importância de uma reformulação nas agências, no sentido de <strong>compreender que o digital não é mais uma extensão da TV</strong>.</p>
<p>Em seguida, acompanhei a palestra da simpática <a href="http://twitter.com/190east" target="_blank"><strong>Andrea Harrison</strong></a>, vice-presidente da Razorfish, que <strong>abordou a importância da preparação frente ao digital para empresas que queiram existir no social media</strong>, reforçando que ouvir os consumidores, dos bonzinhos aos mais raivosos é essencial. Ela também afirmou que qualquer campanha tradicional pode ser convertida para mídias sociais, garantindo que ainda há tempo para as empresas que ainda não entraram no digital.</p>
<p>Para complementar o cenário com um tanto de realidade, <a href="http://iabbrasil.ning.com/profile/FabiaJuliasz" target="_blank"><strong>Fabia Juliasz</strong></a>, CEO da Ibope/NetRatings <a href="http://www.slideshare.net/rmacomunicacao/indicadores-de-mercado-iab-brasil-2010" target="_blank"><strong>compartilhou importantes dados sobre o cenário das mídias sociais e internet</strong></a>.</p>
<p>O gerente-geral da Ogilvy Interactive, <a href="http://twitter.com/lent" target="_blank"><strong>Michel Lent</strong></a> falou sobre <strong>“como viabilizar economicamente a produção de conteúdo online”</strong>, tomando como exemplos empresas que se destacaram pela qualidade de seus produtos como Google e Apple, que podem servir como inspiração para outras empresas desenvolverem conceitos para a produção de conteúdo online, encerrando com chave de ouro. Ele ainda  explicou que hoje o consumidor tem infinitas opções, mas pouco tempo.</p>
<p>As palestras e outros conteúdos sobre os  tópicos mais quentes do universo digital estão disponíveis no site da <a href="http://www.digitalage20.com.br/2010/#apresentacoes" target="_blank">Digital Age</a>.</p>
<p><em>(*)Jacqueline Lafloufa &#8211; <a href="http://lafloufa.com/" target="_blank">http://lafloufa.com/</a></em><br />
<em> (*)<a href="https://twitter.com/robsoncriative" target="_blank">Robson Cavalcante</a> atou como professor/tutor EAD pela Universidade Metodista de São Paulo e também teve passagem como professor em Novas Tecnologias da Comunicação pela Faculdade Anhanguera de Jacareí. Formado em Comunicação Social pela FMA-Faculdade Maria Agusta Ribeiro Daher. Atualmente é diretor da Criative Comunicação e Analista de Marketing no Grupo RMA.</em></p>
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		<title>PR Digital – minha empresa precisa disso?</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/pr-digital-minha-empresa-precisa-disso</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Cavalieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[PR Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[RP 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil Econômico trouxe na semana passada uma matéria informando que os jornais online já são mais populares que os impressos nos Estados Unidos.  Baseada em um estudo do Pew Research Center, a Internet já é a 3a plataforma mais popular de acesso às notícias, ficando atrás apenas da TV e do Rádio.
Outro dado interessante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/cubicgarden/4012892366/"><img class="alignleft size-medium wp-image-731" title="Sony Ereader, por CubicGarden" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ereader-300x213.jpg" alt="Sony Ereader, por CubicGarden" width="248" height="178" /></a>O <a href="http://www.brasileconomico.com.br/">Brasil Econômico</a> trouxe na semana passada uma <a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/jornais-online-ja-sao-mais-populares-que-os-impressos-nos-eua_77992.html">matéria</a> informando que os jornais online já são mais populares que os impressos nos Estados Unidos.  Baseada em um estudo do <a href="http://pewresearch.org/">Pew Research Center</a>, a Internet já é a 3<sup>a</sup> plataforma mais popular de acesso às notícias, ficando atrás apenas da TV e do Rádio.</p>
<p>Outro dado interessante é a confirmação de que os agregadores de notícias como o Google News ou AOL são os mais procurados na busca por notícias, endereçando os leitores para sites da CNN e BBC, por exemplo. Os números assustam: 60% dos leitores pesquisados afirmam que usam prioritariamente a web para se informar.</p>
<p>A mídia impressa tradicional já sente pesadamente estes efeitos e está se “reformatando” para este novo mundo. A Newsweek <a href="http://www.midialogismo.com/2009/02/newsweek-muda-para-sobreviver.html">está mudando</a> e reduziu sua circulação de 2,6 milhões de unidades para 1,5 milhões, além de demitir 50 colaboradores.  Já o Financial Times, por exemplo, teve um aumento de 50% no <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=551MON001">lucro de sua operação online</a> no último ano. Vale lembrar que li tudo isso em um jornal impresso, com uma proposta moderna e inteligente de abordagem.</p>
<p>Se a mídia tradicional está se reinventando, o mesmo acontece com o PR (Public Relations), que está se transformando no que podemos chamar de PR digital. Hoje, é impossível você praticar comunicação sem contemplar as novas mídias e entender esta nova dinâmica de relacionamentos.</p>
<p>Há muitos medos e dúvidas neste tema. Diariamente me deparo com estes dilemas colocados por executivos de alto nível: “Relacionamento com blogueiros. Por quê? Devo usar o Twitter?, A versão impressa é o que me interessa, não online&#8230;” Ou seja, se o executivo já ficava preocupado com o contato com os jornalistas da mídia tradicional,  o que dirá do contato com os blogueiros e hubs sociais. Trata-se de um mundo novo que pode parecer assustador em um primeiro momento.</p>
<p>Por isso, com base na experiência prática, trago algumas dicas iniciais para desmistificar um pouco esse assunto:</p>
<ol>
<li>PR digital é entender que os relacionamentos antes restritos aos jornalistas e analistas, agora contemplam outros formadores de opinião e hubs sociais. Para entender um pouco mais sobre isso, recomendo o acompanhamento de especialistas no tema, como os americanos <a href="http://twitter.com/BRIANSOLIS">Brian Solis</a> e <a href="http://www.pr-squared.com/">Todd Defren</a>.</li>
<li>O meio não importa. O que é importa é conteúdo e relevância.  Ou seja, se o conteúdo do jornal impresso migrar para a Internet, o nome e reputação do veículo continuarão importantes.</li>
<li>Os conteúdos trabalhados na comunicação precisam observar as regras deste novo mundo. Por exemplo: Um press release deveria ser escrito pensando em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Otimiza%C3%A7%C3%A3o_para_motores_de_busca#Surgimento_do_termo_SEO_.28Search_Engine_Optimization.29">SEO</a> e oferecer aos jornalistas e blogueiros informações de caráter multimídia.</li>
<li>É necessário ter coragem para fazer uma imersão nas redes sociais e experimentar. <a href="http://cio.uol.com.br/carreira/2009/11/30/90-dos-executivos-acessam-redes-sociais/">Pesquisa</a> da consultoria <a href="http://www.roberthalf.com.br/">Robert Half</a> com 375 executivos brasileiros mostrou que 90% deles já estão nas redes sociais. Posso garantir que é muito divertido e enriquecedor.</li>
<li>Nas redes sociais você obtém informações “quentes”. Está tudo lá. Seu cliente está reclamando, elogiando e dando dicas diversas que você pode usar para melhorar seus serviços e aumentar sua competitividade.</li>
</ol>
<p>Converse com sua agência e discuta estes temas. É necessário “reformatar”  também a comunicação corporativa.</p>
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		<title>Dica da Semana: Estudo mostra que 79 das Fortune 100 estão nas mídias sociais</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/dica-da-semana-estudo-mostra-que-79-das-fortune-100-estao-nas-midias-sociais</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Cavalieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[O estudo elaborado pela Burson-Marsteller mostra que 79 das 100 maiores empresas da Fortune 500 usam pelo menos uma grande rede social (Twitter, Facebook, Youtube ou blog corporativo). No entanto, o estudo também mostra um longo caminho até um engajamento mais efetivo, já que apenas 20% delas utilizam as quatro plataformas. 
Leia o relatório completo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O estudo elaborado pela <a href="http://www.burson-marsteller.com/Innovation_and_insights/blogs_and_podcasts/BM_Blog/Lists/Posts/Post.aspx?ID=160">Burson-Marsteller</a> mostra que 79 das 100 maiores empresas da Fortune 500 usam pelo menos uma grande rede social (Twitter, Facebook, Youtube ou blog corporativo). No entanto, o estudo também mostra um longo caminho até um engajamento mais efetivo, já que apenas 20% delas utilizam as quatro plataformas. </p>
<p>Leia o <a href="http://bit.ly/d9b81i">relatório completo (em pdf)</a>.</p>
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		<title>Em cena, o fortalecimento  do SMVR</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 15:41:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[PR Digital]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Rodrigo Capella* 
Muito se tem  falado, no Brasil, sobre Social Media Press Release (SMPR) e suas particularidades.  Neste contexto, especialistas comentam sobre tags nos textos  de divulgação, links em palavras-chaves e disponibilização de imagens  em Flickr e redes similares – ferramentas de apoio ao trabalho jornalístico.  Um avanço se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Rodrigo Capella* </em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/37803129@N00/199247527/"><img class="alignleft size-full wp-image-601" title="video_smvr_" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/01/video_smvr_1.jpg" alt="video_smvr_" width="300" height="202" /></a>Muito se tem  falado, no Brasil, sobre Social Media Press Release (SMPR) e suas particularidades.  Neste contexto, especialistas comentam sobre <em>tags</em> nos textos  de divulgação, links em palavras-chaves e disponibilização de imagens  em Flickr e redes similares – ferramentas de apoio ao trabalho jornalístico.  Um avanço se compararmos ao tradicional release 1.0; um entrave se  tentarmos equilibrar com as práticas americanas e européias.</p>
<p>No exterior,  um conceito mais inovador – o Social Media Video Release (SMVR) –  ganha, cada vez mais, campo e dimensão. Em poucas palavras, de uma  forma mais lúdica e descontraída, a mensagem – antigamente, transmitida  via e-mail em forma de texto e links – é agora compartilhada em formato  de vídeo, com as mesmas conexões com a <em>social media</em>.</p>
<p>Um case interessante  foi coordenado pela <a href="http://www.liberatemedia.com/" target="_blank">Liberate  Media</a>. Quando adquiriu  a Spannerworks, a <a href="http://www.icrossing.com/" target="_blank">iCrossing</a>, empresa de marketing digital especializada  em soluções colaborativas, contou com a ajuda da agência inglesa  para comunicar o negócio à mídia de uma forma diferenciada e eficaz,  conferindo entretenimento, informação e prestação de serviço.</p>
<p>Optaram por  gravar um <a href="http://uk.video.yahoo.com/watch/2729658" target="_blank">vídeo</a>, com menos de cinco minutos – tempo  ideal para ser assistido pela internet. Protagonizado pelo CEO da Spannerworks, <a href="http://twitter.com/arjo_ghosh" target="_blank">Arjo Ghosh</a>, e pelo CEO da <a href="http://www.icrossing.com/" target="_blank">iCrossing</a>, <a href="http://twitter.com/zogrules" target="_blank">Jeffrey  Herzog</a>, o SMVR  esclarecia as missões e atividades das empresas, e ainda contextualizava  toda a transação, respondendo as possíveis dúvidas dos jornalistas.  No final do material, os tradicionais contatos da assessoria de imprensa  – como no release tradicional.</p>
<p>O produto foi  lançado no blog da <a href="http://www.icrossing.com/" target="_blank">iCrossing</a> e compartilhado em sites como <a href="http://www.youtube.com/" target="_blank">YouTube</a> e <a href="http://www.asterpix.com/" target="_blank">Asterpix</a>. Só no <a href="http://www.youtube.com/" target="_blank">YouTube</a> foram mais de 1.800 visualizações,  o que garantiu ao SMVR da <a href="http://www.icrossing.com/" target="_blank">iCrossing</a>, no dia da estreia, a posição de  número 34 entre os vídeos mais assistidos (categoria de notícias  e política).</p>
<p>Na mesma linha,  mas com proposta distinta, a <a href="http://www.bmw.com/" target="_blank">BMW</a> lançou um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=lai4-NSsfzA&amp;feature=player_embedded" target="_blank">vídeo</a>, com proporções de SMVR, para divulgar  o novo BMW 7 Series. Em uma praça de Moscou, uma ampulheta, com o veículo  dentro, fazia a contagem regressiva do lançamento. No vídeo, um depoimento  do diretor de design do Grupo BMW, Chris Bangle, explica a iniciativa  e sustenta a ação.</p>
<p>Essas iniciativas  da <a href="http://www.icrossing.com/" target="_blank">iCrossing</a> e <a href="http://www.bmw.com/" target="_blank">BMW</a> mostram que o <a href="http://www.comunique-se.com.br/conteudo/newsshow.asp?menu=JI&amp;idnot=52521&amp;editoria=1192" target="_blank">assessor de imprensa  digital</a> precisa,  cada vez mais, expandir os horizontes e não se restringir às tradicionais  mídias sociais. Na onda do SMVR, é preciso sair do teclado e transformar  palavras em imagens!</p>
<p><em>(*) <a href="http://www.rodrigocapella.com.br/" target="_blank">Rodrigo Capella</a> é jornalista, escritor e assessor  de imprensa desde 2002. Formado em Jornalismo pela Umesp e pós-graduado  em Jornalismo Institucional pela PUC-SP. Autor, entre outros, de &#8220;Assessor  de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia&#8221;.</em></p>
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		<title>A transformação da comunicação e o diploma de jornalismo</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/a-transformacao-da-comunicacao-e-o-diploma-de-jornalismo</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 16:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Cavalieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[diploma]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje a questão da obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercício da profissão voltou à pauta com sua votação pela CCJ da Câmara dos Deputados. Aproveitando a data, queremos propor um debate nos comentários:
Qual a principal transformação na comunicação com a questão da não obrigatoriedade do diploma? 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/22177648@N06/2137729748/"><img src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/10/diploma.jpg" alt="diploma" title="diploma" width="100" height="99" class="alignleft size-full wp-image-352" /></a>Hoje a questão da obrigatoriedade do diploma de jornalismo para exercício da profissão <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u644323.shtml">voltou à pauta com sua votação pela CCJ</a> da Câmara dos Deputados. Aproveitando a data, queremos propor um debate nos comentários:</p>
<p><strong>Qual a principal transformação na comunicação com a questão da não obrigatoriedade do diploma? </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Social Media Release, que bicho é esse?</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/o-social-media-release-que-bicho-e-esse</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 18:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media Release]]></category>

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		<description><![CDATA[PR em inglês, ou RP em português, é a sigla para &#8220;Relações Públicas&#8221;, a designação mais cool para assessoria de imprensa. O PR nasceu em 1906, nos USA, junto com o press release, inventado pelo jornalista Ivy Lee, com o objetivo de gerenciar a comunicação de uma crise, disparada por um acidente ferroviário que matou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-316" title="origem_social_media_release" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/10/origem_social_media_release.png" alt="origem_social_media_release" width="200" height="154" />PR em inglês, ou RP em português, é a sigla para &#8220;Relações Públicas&#8221;, a designação mais <em>cool</em> para assessoria de imprensa. O PR nasceu em 1906, nos USA, junto com o <em>press release</em>, inventado pelo jornalista Ivy Lee, com o objetivo de gerenciar a comunicação de uma crise, disparada por um acidente ferroviário que matou 50 pessoas. Na época o objetivo de Lee era apenas <strong>reportar os fatos com precisão e velocidade, de maneira padronizada, para todos as mídias relevantes, ao mesmo tempo</strong>.</p>
<p>Nestes mais de 100 anos, o <em>press release</em> envelheceu, sem perder sua principal característica que é a factualidade. Um bom <em>press release</em> reporta fatos e ponto. O processo de desgaste dos chamados <em>press releases</em> está relacionado a vários aspectos: jornalistas hiper bem informados graças à Internet; muitos fatos irrelevantes enviados pelas assessorias às redações; conflitos de contextualização (entre cliente da assessoria e a mídia) e aumento da prioridade da análise, em detrimento da pura e simples publicação dos fatos.</p>
<p>A tudo isso que descrevemos acima se designa genericamente por PR 1.0, ou seja, o PR que utiliza de <em>press releases</em> para tentar vender pautas para a mídia, &#8220;empurrando&#8221; informações supostamente interessantes. Quem primeiro enxergou o final da vida útil do PR 1.0 e dos <em>press releases </em> foi Tom Foremski, um jornalista do Financial Times. E foi <a href="http://www.pr-squared.com/2008/04/social_media_release_template.html">Todd Defren</a>, da Shift Communications de Silicon Valley, o primeiro a propor um novo formato, que ilustra este post.</p>
<p>Surge então PR 2.0 e junto com ele o <a href="http://rmacomunicacao.com.br/2009/02/a-chegada-do-social-media-release/">Social Media Release</a>, ou seja, uma plataforma para comunicar notícias relevantes, utilizando a Internet como seu principal veículo. <strong>O Social Media Release é mais democrático</strong>. Ele é escrito para ser lido diretamente na web, por jornalistas, e/ou leitores, mas também pode ser utilizado pela assessoria de imprensa para &#8220;vender uma pauta&#8221; para a mídia de forma mais eficaz.</p>
<p>O Social Media Release é bem diferente dos velhos <em>press releases</em>. Suas principais características são:</p>
<ul>
<li>Contextualização (aponta cenários, através de links web para conteúdos multimídia relevantes);</li>
<li>Disponível para todos, de forma aberta, via Internet;</li>
<li>Maior credibilidade, pois tudo que é publicado na web deve ser cuidadosamente checado quanto à veracidade;</li>
<li>Cultura de rede (quem publica um Social Media Release deve estar preparado para receber comentários, críticas, deve permitir que o material seja reutilizado, remixado e distribuído sem nenhum tipo de controle);</li>
<li>Visibilidade (o Social Media Release deve ser visível na web, através de recursos como subscrição &#8211; RSS, e <em>tagging</em>, palavras-chave que facilitam a busca e recuperação das informações).</li>
</ul>
<p>Que tal? Parece obviamente simples e criativo, não é mesmo? No entanto, esse conceito apenas começa a se consolidar dentro das empresas e na indústria de mídia. Dia virá que as assessorias de imprensa apenas publicarão seus Social Media Releases em páginas web denominadas <a href="http://www.comremix.com.br/por-que-ter-um-social-media-newsroom">Social Media Newsrooms</a>, onde os jornalistas farão subscrição para os temas de seu interesse no momento. E os leitores apressadinhos poderão ler o material in natura, sem esperar por sua publicação formal. Duvida? Isto já está acontecendo em sites como o <a href="http://www.pitchengine.com/" target="_blank">pitchengine.com</a>, por exemplo.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A web em tempo real</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 13:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tempo real]]></category>
		<category><![CDATA[tendência]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rodrigo van Kampen*
Definida pelo blog ReadWriteWeb como uma das cinco tendências que despontou em 2009, a &#8220;internet em tempo real&#8221; trata-se de acompanhar a todo momento o que está acontecendo agora. Seja um avião caído no rio Hudson, seja um evento de tecnologia, seja um amigo levando o cachorro para passear.
A notícia em tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Rodrigo van Kampen*</strong></em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/fjtu/2433592282/in/photostream/"><img src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/10/relogio_.jpg" alt="relogio_" title="relogio_" width="200" height="200" class="alignleft size-full wp-image-296" /></a>Definida pelo blog ReadWriteWeb como uma das <a title="cinco tendências que despontou em 2009" href="http://www.slideshare.net/ricmac/readwritewebs-top-5-web-trends-in-2009" target="_blank">cinco tendências que despontou em 2009</a>, a &#8220;internet em tempo real&#8221; trata-se de acompanhar a todo momento o que está acontecendo agora. Seja um <a title="avião caído no rio Hudson" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Voo_US_Airways_1549" target="_blank">avião caído no rio Hudson</a>, seja um <a title="evento de tecnologia" href="http://www.campus-party.com.br/" target="_blank">evento de tecnologia</a>, seja um amigo <a href="http://twitter.com/PatriciaTotaro/statuses/4602670558" target="_blank">levando o cachorro para passear</a>.</p>
<p>A notícia em tempo real não é algo novo. Começou a ser alavancada no início do século XX com o rádio e logo depois com a televisão. Hoje, após um salto tecnológico, todos convivemos diariamente com a notícia em tempo real, como receptores e como emissores nos canais sociais como o <a title="twitter" href="http://twitter.com/" target="_blank">twitter</a>.</p>
<p>Uma das grandes vantagens da informação em tempo real é seu flerte com outro conceito, o de <a title="realidade aumentada" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade_aumentada" target="_blank">realidade aumentada</a>, que em palavras simples, significa criar um ambiente misto do mundo real com o virtual. Quer um exemplo banal mas incrível de realidade aumentada? Assistir a partidas de futebol (ou ao último capítulo da novela) pela TV com o notebook no colo, acompanhando twitter e comunidades abertas. A sua realidade se mistura a de várias outras pessoas, criando um fluxo de informação absurdamente rico de informações &#8220;extras&#8221;.</p>
<p>Apesar de trazer claras vantagens e facilidades, a informação em tempo real tem também seu efeito colateral: Tudo o que é em tempo real é bastante estressante. Profissionais de TV que apresentam ao vivo conhecem bem a obrigatoriedade de serem &#8220;perfeitos&#8221;. Ainda mais hoje, quando um erro de um locutor <a title="vai parar no Youtube" href="http://www.youtube.com/watch?v=Qq9lmZQUa8Q" target="_blank">vai parar no Youtube</a> menos de uma hora depois.</p>
<p>Para muitos, uma simples twittada pode colocar em risco o emprego ou o casamento. Mas então por que as pessoas continuam exibindo publicamente as suas vidas? Isso está ligado com outro perigo da informação em tempo real e da realidade aumentada: nós adoramos informações, e nos viciamos nela. A incapacidade de se desligar do trabalho aumenta, assim como a sensação de estarmos sempre &#8220;perdendo alguma coisa&#8221;.</p>
<p><strong>A Web em tempo real nas fontes de informação</strong></p>
<p>Um dos efeitos de tudo isso é o chamado &#8220;hard news&#8221; ou, em uma interpretação livre, atirar as informações ao público assim que elas forem apuradas. Se a notícia do jornal no dia seguinte já é velha, cabe a ele sobreviver de contextualização e análise de dados.</p>
<p>As mídias sociais, ou particularmente a rede <a title="twitter" href="http://www.twitter.com/" target="_blank">twitter</a>, com a sua disponibilidade em todo lugar e a todo momento, já são naturalmente voltadas ao tempo real. Mas as outras redes também têm se voltado nesse sentido, com a compra do <a title="Friendfeed" href="http://friendfeed.com/" target="_blank">Friendfeed</a> pelo <a title="Facebook" href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a>, e <a title="orkut" href="http://orkut.com/" target="_blank">Orkut</a>, <a title="Plaxo" href="http://plaxo.com/" target="_blank">Plaxo</a> e <a title="LinkedIn" href="http://linkedin.com/" target="_blank">LinkedIn</a> reorganizando o layout para privilegiar um &#8220;stream&#8221; ou &#8220;linha de atividades&#8221; dos seus contatos na rede.</p>
<p><strong>A Web em tempo real na comunicação corporativa</strong></p>
<p>A <a title="quantidade de artigos" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;q=%22real+time+web%22" target="_blank">quantidade de artigos</a> que têm surgido sobre a web em tempo real é mais um indício de que cada vez mais o público está procurando por informação imediata. Como uma boa estratégia de comunicação corporativa é sempre voltada para os interesses do seu público, é só uma questão de tempo até que as respostas precisem dar conta do fluxo de informação atual.</p>
<p>O anúncio de uma fusão, aquisição ou qualquer outro comunicado será feito em tempo real, ao vivo. Quando não intencionalmente, muitas vezes vazando. Uma pauta quente de um dia para o outro já está gelada, quando a informação já rodou blogs, twitter e comunidades antes de sair no jornal. Por exemplo, quando todos já sabiam no instante do anúncio que o Rio sediará as Olimpíadas de 2016, os jornais precisaram se virar para fornecer um contexto ou informação adicional.</p>
<p>A questão chave, finalmente: <strong>Assessores, empresários, jornalistas e comunicadores vão estar preparados para quando chegar o momento em que as notícias voarão em tempo real? </strong></p>
<p>Vamos debater nos comentários!</p>
<p><em>*Rodrigo van Kampen atua na área de PR 2.0 e treinamentos de mídias sociais, e é autor do blog <a href="http://peixefresco.net/">Peixe Fresco</a>. </em></p>
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		<title>Releases e links: a visão de um jornalista</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 17:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Cavalieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[releases]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media Release]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das questões do PR2.0 é o uso de links nos releases, para contextualização da mensagem. Entrevistei recentemente Darcio Oliveira, diretor-adjunto do Brasil Econômico, sobre a questão. Aproveite, leia e vamos debater!
Você acha que um release deve ter links?
Pode ter, desde que não seja um atrás do outro. Se forem apenas ferramentas para ajudar na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><img class="alignleft size-full wp-image-258" title="Darcio" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Darcio.jpg" alt="Darcio" width="150" height="184" /><em>Uma das questões do PR2.0 é o uso de links nos releases, para contextualização da mensagem. Entrevistei recentemente <strong>Darcio Oliveira</strong>, diretor-adjunto do Brasil Econômico</em></span><em>, sobre a questão. Aproveite, leia e vamos debater!</em></p>
<p><strong>Você acha que um release deve ter links?</strong><br />
Pode ter, desde que não seja um atrás do outro. Se forem apenas ferramentas para ajudar na melhor compreensão do assunto, ok.</p>
<p><strong> Que tipo de link seria interessante em um release ou pauta?</strong><br />
Aqueles que ajudem a aprofundar o assunto para quem realmente se interessar sobre o tema. Mas é importante lembrar que um texto salpicado de links pode ter o efeito inverso, de irritar o leitor. Quando isso acontece, a constatação de quem lê o release é óbvia: faltou conteúdo e por isso o uso de tantas &#8220;muletas&#8221; para tentar convencer quem está do outro lado da tela.</p>
<p><strong> Você acha que os links ajudam a manter o texto enxuto ou apenas poluem com sublinhados?</strong><br />
Ajudam a manter o texto enxuto, é fato. Mas, insisto, têm que ser muito bem colocados.</p>
<p><strong> Em um ambiente com cerca de cem releases no e-mail por dia, o jornalista tem tempo para abrir os links?</strong><br />
O jornalista, em verdade, não tem tempo para ler as centenas de e-mails que recebe por dia. No meu caso, com toda a honestidade, release pouco funciona. A grande notícia geralmente não vem por computador. Se um assessor ou uma fonte tem algo muito bom a propor, pode contar, não fará isso eletronicamente. No máximo, o jornalista receberá em sua tela uma mensagem da fonte pedindo para que ele entre em contato o mais breve possível. Esse é o melhor &#8220;release&#8221;. O resto, é commoditie.</p>
<p><strong> Links bem colocados, que facilitem a informação, podem ajudar você a comprar uma pauta?</strong><br />
Não.</p>
<p><strong> Você precisa escrever a matéria. Você se imagina dando uma olhada nos links ou pegando o telefone para perguntar para a assessoria?</strong><br />
No caso de dúvida, ligo para a assessoria.</p>
<p><strong>Em um release há link para fotos da empresa e dos executivos em alta. Você usaria alguma dessas fotos?</strong><br />
Trabalho em uma revista que costuma produzir suas próprias fotos. Na impossibilidade de isto acontecer, ligaria para pedir imagem exclusiva. Imagens por links geralmente são de fotos que já rodaram o mercado.</p>
<p><strong> Você acha que a wikipedia pode ser usada como uma fonte de informação relevante em um release ou pauta? </strong><br />
Não.</p>
<p><strong> Você acha interessante assinar um RSS para receber novidades de uma determinada empresa? </strong><br />
Não.</p>
<p><em>E você? Concorda com a opinião do Darcio Oliveira? O que você acha de releases com links?</em></p>
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		<title>O papel da Assessoria no mundo da web &#8211; Se cada um pode comunicar na web, por quê eu preciso de um assessor de imprensa?</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/o-papel-da-assessoria-no-mundo-da-web-se-cada-um-pode-comunicar-na-web-por-que-eu-preciso-de-um-assessor-de-imprensa</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 12:55:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Soma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[novas mídias]]></category>

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		<description><![CDATA[Está cada vez mais evidente a consolidação e diversificação das novas mídias e comunidades em torno de temas afins. As previsões otimistas sobre o conceito &#8220;we media&#8221; em nossas vidas já não são mais motivo de dúvida.
Essa mudança cultural na comunicação, no entanto, traz uma questão básica para os estudantes, recém-formados e veteranos de mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Stage_is_yours.jpg" alt="Stage is yours" title="Stage is yours" width="200" height="120" class="alignleft size-full wp-image-213" />Está cada vez mais evidente a consolidação e diversificação das <a href="http://theconversationprism.com/1024">novas mídias</a> e comunidades em torno de temas afins. As <a href="http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,1569514,00.html">previsões otimistas</a> sobre o conceito &#8220;we media&#8221; em nossas vidas já não são mais motivo de dúvida.</p>
<p>Essa mudança cultural na comunicação, no entanto, traz uma questão básica para os estudantes, recém-formados e veteranos de mercado atuantes na indústria de assessoria de comunicação: &#8220;Que atividades na web serão exercidas nesta profissão nos próximos anos?&#8221;</p>
<p>Tudo se tornou mais simples com a evolução da web? Eu acredito que não e explico a seguir:<br />
<strong><br />
Conhecer o negócio do cliente:</strong> se a base da mídia social é a conversa, nenhum diálogo terá início sem o pleno conhecimento do negócio do cliente. É importante ter a consciência de que isso não vai mudar.<br />
<strong><br />
Novas mídias, novos conteúdos:</strong> estamos diante de um cenário diferente, que exige uma linguagem diferente, portanto, conhecer as novas mídias é o mínimo básico necessário. Texto, foto, email e telefone foram ampliados para links, videos, podcasts, etc. Contextualizar tudo isso exige técnica e conhecimento.<br />
<strong><br />
Rodas de conversa: </strong>ninguém entra numa roda de conversa na rede sem antes saber o que está sendo discutido. Mais ainda, qual é o tom da conversa. O assessor terá que aprender a observar e procurar ser aceito antes mesmo de querer falar a respeito de alguma marca. Em alguns casos, ele será barrado.</p>
<p><strong>Clipping X monitoramento: </strong>as mídias tradicionais continuam importantes, porém as conversas sobre as marcas na rede ganharam tremenda relevância. Mais do que monitorar, os assessores de imprensa atuais terão que aprender a diagnosticar o teor das conversas e saber reportar ao cliente o cenário real.</p>
<p><strong>Procedimentos de gestão e crise:</strong> a partir do cenário real, o assessor terá que orientar o cliente sobre os procedimentos a serem adotados. Em muitos casos, eles diferem muito do modelo tradicional. Por exemplo, no caso de um comentário negativo gerado em relação à marca, mas construtivo para sua melhoria, ao invés de buscar desculpas para o erro, ele poderá até agradecer pela colaboração do autor.</p>
<p>Parece muita mudança para um mundo que vive a &#8220;Era do press release?&#8221; É mesmo. Mas é nesse cenário que os assessores de imprensa estão e assim as empresas terão que se adaptar.</p>
<p>Eu passei apenas o meu ponto de vista. <strong>Qual seria o seu?</strong> Gostaria muito de conhecer.</p>
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		<title>A era digital na real&#8230;</title>
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		<comments>http://www.comremix.com.br/a-era-digital-na-real#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 13:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Cavalieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[digitalage20]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de dois dias imersos no Digital AGE 2.0, não pude deixar de pensar em uma comparação com a Era Glacial que mudou a face do nosso planeta há milhares de anos. É exatamente isso que está acontecendo novamente. Bom, você pode dizer que isso não é novidade e que o mundo digital já revolucionou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-187" title="digitalage" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/08/digitalage.jpg" alt="digitalage" width="200" height="85" />Depois de dois dias imersos no <a href="http://www.digitalage20.com.br/2009/">Digital AGE 2.0</a>, não pude deixar de pensar em uma comparação com a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=W4gvxUlGNAs">Era Glacial</a> que mudou a face do nosso planeta há milhares de anos. É exatamente isso que está acontecendo novamente. Bom, você pode dizer que isso não é novidade e que o mundo digital já revolucionou a nossa vida e blá, blá, blá. Mas acredito que às vezes não temos a dimensão exata deste fenômeno. Certamente esta nova era “geológica” vai trazer mudanças profundas em todas as esferas de nossa vida de uma maneira jamais vista.</p>
<p>Não tenho a pretensão de abordar em um <em>post</em> todo o conteúdo que o evento trouxe. Porém, vou me arriscar a compartilhar um pouco do que foi apresentado e discutido sobre os impactos da Mídia Social em três visões interdependentes: Agências, Consumidores e as Empresas.</p>
<p>Trazendo à mesa as discussões sobre as mudanças drásticas que a Internet está trazendo para a indústria de Publicidade. Cabe aqui a menção da competente palestra de David Moore, CEO e Fundador da <a href="http://www.247realmedia.co.uk/EN-UK/">24/7 Real Media</a>, mais antiga rede de publicidade online em atuação no Brasil, que mostrou divertidos casos de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ndYxBQXhNjI">campanhas virais</a> que trouxeram um retorno extraordinário apenas com a Web.</p>
<p>Para cutucar este vespeiro, um bom debate envolvendo executivos do Google, Yahoo, UOL e Microsoft. Se a internet é a mídia que mais cresce em audiência, segmentação e possui métricas sofisticadas, porque ainda capta uma fatia mínima do bolo publicitário? Ninguém sabe a resposta ou não tem interesse nela? Bom, isso no mínimo vai exigir uma redefinição do paradigma publicitário.</p>
<p>E o consumidor, o que ele espera das Mídias Sociais?  De acordo com Steve Rubel, VP da Edelman Digital, ele quer <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/27/consumidor-quer-resolver-problemas-nas-mdias-sociais/">resolver seus problemas</a>. A questão de mudanças comportamentais e sociais também foi abordada em um painel contando com institutos de pesquisa que trouxeram um embasamento estatístico. Veja dois estudos relacionados aos temas discutidos: <a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&amp;proj=PortalIBOPE&amp;pub=T&amp;db=caldb&amp;comp=pesquisa_leitura&amp;nivel=null&amp;docid=AF3F29AF7C17D0E8832575F40046DC72"> Ibope/Nielsen</a> e <a href="http://www.ipsos.com.br/m5.asp?cod_noticia=177&amp;cod_pagina=1115">Ipsos Marplan</a>.</p>
<p>O fato é que para se atingir este público hoje, o desafio é muito maior. Trata-se de uma  busca por formatos que tragam mais engajamento de um consumidor que se torna co-criador com as empresas. “É necessário conquistar o tempo de consumidor” de acordo com <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/27/publicidade-deve-conquistar-o-tempo-do-consumidor/">Michel Lent , VP da Ogilvy Interactive</a>, que mediou um debate onde a  FIAT, <a href="http://www.nikecorre.com.br/tag/nike-plus/">Nike</a> e Samsung que conversaram sobre sua <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/27/publicidade-digital-valoriza-cada-vez-mais-a-interao-com-internautas/">interação com os consumidores</a> na rede.</p>
<p>E por falar nas empresas, como elas podem lidar com as Redes Sociais? Proibindo, restringindo? Na visão de <a href="http://aquintaonda.blogspot.com/">Mauro Segura,</a> Diretor de Marketing e Comunicação da IBM, as companhias devem liberar e estimular o uso das Redes Sociais uma vez que elas possibilitam o aparecimento de inovações, <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/ideia20/archive/2009/08/26/redes-sociais-facilitam-a-descoberta-de-talentos-nas-companhias/">identificação de talentos</a> e criação de comunidades de trabalho. Além disso, pesquisa da Universidade de Melbourne, aponta que um funcionário que tem acesso às redes sociais é em média 9% mais produtivo do que os que não tem.</p>
<p>Um exemplo de uso da IBM. Em 2006, a empresa realizou um <a href="https://www.collaborationjam.com/">Innovation Jam</a>, tradicional evento que coleta sugestões de colaboradores no mundo todo. Nesta edição, 150 mil pessoas de 104 países participaram, gerando 46 mil <em>posts</em>. A empresa selecionou as dez melhores idéias e investiu US$ 100 milhões nelas, algumas das quais já fazem ou farão parte da nossa vida em breve. Um exemplo: o serviço de tradução simultânea para <em>conference calls</em>. Você fala em seu idioma e do outro lado do mundo, o interlocutor ouve no qual desejar. Incrível? Não, apenas um caso de empresa que já percebeu que a inovação vem das pessoas e não apenas de seu departamento de especialistas. Isso é a era digital. Quem não se adaptar, corre o risco de extinção, assim como os dinossauros.</p>
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