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26out

A questão do seeding

por convidado | Categorias:Social Media
Por Alexandre Fugita* Vamos combinar? Seeding é chato. Tanto para quem executa essa tarefa, quanto para quem é o alvo do seeding, geralmente consumidores finais e “hubs” da mídia social. E também pode ser chato para a imagem de uma empresa que usa esse método para promover seu produto ou serviço. Mas o que é seeding mesmo? É como as agências chamam o ato de semear as redes sociais, blogs e Twitter com conteúdo de seus clientes. E geralmente é feito pelo analista de mídias sociais, o chão de fábrica das agências. O seeding surgiu da necessidade pregada em todos os seminários de mídias sociais de que as marcas precisam conversar com o consumidor. Os marketeiros 2.0 dizem que a conversa agora é de todos para todos e que uma marca não pode mais impor sua mensagem sumariamente. Corretíssimo, mas mesmo assim no seeding acaba acontecendo exatamente isso. Uma marca tenta impor a sua mensagem goela abaixo nos potenciais clientes. No mundo perfeito o seeding nem deveria existir. As agências de mídias sociais deveriam fazer conversações de longo prazo e não infernizar a vida dos internautas com coisas tão pontuais como o lançamento de um novo produto. E esse relacionamento de longo prazo funciona. (...)
Por Edney Souza* Na pré-história da comunicação era o mensageiro que, caminhando ou galopando, de uma cidade para outra, anunciava as novidades a povoados isolados e ávidos por receberem informações de seus vizinhos distantes. Ou por afeto, no caso de parentes, ou por precaução, no caso de pestes e saqueadores, manter-se informado tornou-se um fator importante para a sobrevivência dos povos. A tecnologia trouxe o telégrafo, o telex, o fax e finalmente o e-mail. Com o crescimento da velocidade e facilidade de transmissão da informação, o privilégio deixou de ser de povoados e empresas e passou a ser do indivíduo. Hoje alguém só precisa recorrer aos correios para envio de bens materiais, levar informação pra lá e pra cá não é mais privilégio de quem tem boa saúde, um bom cavalo ou um aparelho caro. Mesmo não tendo computador o indivíduo pode enviar suas mensagens em uma lan house a partir de R$ 0,50 (cinquenta centavos) a hora. Para a geração mais jovem e-mail também já é coisa do passado. Ele ainda é um mal necessário para criar uma conta em algum mensageiro instantâneo (como o MSN ou o GTalk), para se cadastrar em alguma rede social (como o Orkut ou Facebook) ou (...)
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