Artigos na Categoria: "Social Media"
Por Tuca Hernandes*
Você já deve ter acompanhado essa história. Por curiosidade, a pessoa resolve enfim abrir uma conta no twitter. No começo, ela coloca algumas mensagens, segue vários perfis sem critério algum e tenta conversar com outros indivíduos. Alguns dias depois, ela desiste. A razão? “Ah, o twitter é chato. Ninguém deu bola pra mim e só vi bobagens por lá. Tenho mais o que fazer, ora essa.”
A mesma coisa você já deve ter ouvido em relação ao orkut e o facebook. Coisa estranha essa. Chato? Como assim? Ora essa, se as redes sociais não passam de bobagem para você, sinto muito, mas a culpa disso é sua. Isso mesmo. A qualidade do conteúdo que acompanhamos nesses meios dependerá dos contatos que fazemos. Ah, das comunidades que ingressamos também. Se tudo isso for criado levando-se em conta afinidades, a coisa fica bem mais interessante.
Ou seja, se interessa a você apenas bobagens sem muito sentido, vale se relacionar com os vários engraçadinhos que não saem da internet. Se discussões sobre marketing corporativo costumam chamar a sua atenção, é uma boa seguir no twitter aquele especialista que sempre anuncia alguma novidade sobre o assunto. Futebol? Culinária? Dicas sobre relacionamentos? Enfim, encontre aquilo (...)
Por Jair Tavares*
Gustave Flaubert disse “A vida deve ser uma constante educação”. Ele nasceu em 1821, na França, e viveu um período de constantes revoluções ligadas ao desenvolvimento da burguesia pós-Napoleão. Essa referência histórica serve para lembrar apenas que a vida é uma constante mudança e, portanto, um constante aprendizado, não apenas de novos conhecimentos, mas também de novos códigos sociais e novos valores. Por isso, a palavra educação também se refere ao conjunto de normas que torna nossas atitudes sociais compatíveis (não, essa não é a definição de dicionário).
Vamos sair da França do século 18, 19 e voltar para o 21: o que mudou de lá para cá? Liberdade de expressão? Correto, mas, da mesma forma como antigamente, essa liberdade vem carregada de responsabilidade. Numa sociedade interligada em rede, onde milhares de pessoas se comunicam instantaneamente umas com as outras, um erro na forma como você se aproxima, aborda e expõe as suas idéias pode ser tão cruel quanto a guilhotina francesa (ou pior, pois você ficará vivo para ver o que os outros falarão de você).
Hoje, o fenômeno das redes sociais tem chamado atenção das empresas, governos e instituições, que não observam adequadamente seus públicos e saem fazendo (...)


