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	<title>ComRemix &#187; Relações Públicas</title>
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	<description>Remixando a Comunicação</description>
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		<title>Por que os gringos adoram press release?</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 14:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[PR Digital]]></category>
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		<category><![CDATA[Press Release]]></category>
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		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Armando Yamada
Para responder a essa pergunta precisaremos voltar ao passado. O nosso bom e velho press release tem mais de 100 anos de idade , tendo sido criado em 1906 devido a um acidente ferroviário nos Estados Unidos que resultou na morte de 53 pessoas. Na época, Ivy Lee, um dos primeiros Public Relations, se não o primeiro, convenceu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1047" title="Banner - Post - Press Release" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Banner-Post-Press-Release.jpg" alt="Banner - Post - Press Release" width="540" height="275" /></p>
<p><em>Por <a href="http://twitter.com/armandoyamada" target="_blank">Armando Yamada</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Para responder a essa pergunta precisaremos voltar ao passado. O nosso bom e velho <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Press_release#Press_release" target="_blank">press release</a> tem mais de 100 anos de idade , tendo sido criado em <a href="http://www.almanaquedacomunicacao.com.br/noticias/113.html" target="_blank">1906 </a>devido a um acidente ferroviário nos Estados Unidos que resultou na morte de 53 pessoas. Na época, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ivy_Lee" target="_blank">Ivy Lee</a>, um dos primeiros Public Relations, se não o primeiro, convenceu a Pennsylvania Railroad a distribuir o primeiro press release da história. O objetivo de Lee era evitar o surgimento de versões diferentes do ocorrido ou suposições.</p>
<p>Com o sucesso da ação, o press release ganhou fama e &#8211; de lá para cá  - tem sido a ferramenta preferida das corporações, principalmente as norte-americanas , na hora de anunciar, contestar ou esclarecer um fato. Mas, não são só os americanos que gostam de usá-lo.  A ferramenta correu o mundo e muitas empresas brasileiras absorveram essa cultura.  E, assim, durante muito tempo, ele foi utilizado sem questionamento.  Só com a chegada da web 2.0, pudemos começar a notar algumas tentativas de mudanças de formato. Recentemente, foi criado o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto" target="_blank">Social Media Press Releases</a>, que possui imagens e  links para conteúdos adicionais (PPTs, PDFs, vídeo e áudio). Tudo com o objetivo de trazer o que é mais valioso à informação passada: a contextualização e a possibilidade de ir além do texto.</p>
<p>Mas, de nada adianta ficarmos discutindo o ferramental do trabalho de comunicação quando - na verdade - o que precisamos repensar é  a forma como planejamos.  É inegável que o papel das agências de comunicação mudou, tornando-se muito mais consultivo e com mais espaço para a criatividade. Diante do novo cenário, precisamos evoluir e, com isso, sermos  mais estratégicos. A comunicação one size fits all não funciona mais, assim como o press release quadradão pode ser um tiro de canhão para acertar uma formiga.</p>
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		<title>Quando o release é multimídia</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 17:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[PR 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media Release]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rodrigo van Kampen*
Texto, vídeo, áudio, fotos, ilustrações, apresentações, infográficos ou então tudo isso misturado. Desde que a internet tornou possível e viável o conteúdo multimídia, a discussão deixa de ser técnica, é preciso pensar na efetividade da mensagem. Não é mais preciso saber se o servidor aguenta um vídeo, já que ele estará no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Rodrigo van Kampen*</strong></em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/28481088@N00/2764506226/"><img class="alignleft size-full wp-image-515" title="theater_por_tanakawho" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/12/theater_por_tanakawho.jpg" alt="theater_por_tanakawho" width="159" height="106" /></a>Texto, vídeo, áudio, fotos, ilustrações, apresentações, infográficos ou então tudo isso misturado. Desde que a internet tornou possível e viável o conteúdo multimídia, a discussão deixa de ser técnica, é preciso pensar na efetividade da mensagem. Não é mais preciso saber se o servidor aguenta um vídeo, já que ele estará no <a href="http://youtube.com.br">Youtube</a> ou no <a href="http://blip.tv">Blip.tv</a> e os slides no <a href="http://slideshare.net">Slideshare</a>. A questão agora é: <strong>vale a pena colocar conteúdo multimídia no release?</strong></p>
<p><strong>Contras:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Multimídia não é barato</strong>, é trabalhoso, leva tempo e demanda pessoal e equipamento;</li>
<li><strong>Nem sempre o jornalista terá tempo para o conteúdo</strong>. Se muitas vezes nem o release de quatro parágrafos ele vai ler, quando é que vai ver um vídeo de dois minutos?</li>
</ul>
<p><strong>Prós:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Conteúdo multimídia é muito mais rico</strong>, o que significa mais chances do release se destacar entre os vários que brigam pelo comunicador;</li>
<li><strong>Não ocupa espaço no e-mail</strong>, já que os vídeos ficam no <a href="http://youtube.com">Youtube</a>, as imagens no <a href="http://flickr.com">Flickr</a>, apresentações no <a href="http://slideshare.net">Slideshare</a>, e assim por diante;</li>
<li><strong>Ajuda a explicar um conceito</strong>, uma novidade tecnológica ou um assunto complexo;</li>
<li><strong>Adquire um tom mais humano para um assunto frio</strong>, quando um porta-voz comenta como a novidade muda a vida das pessoas;</li>
<li><strong>Conteúdo pronto para ir para blogs ou sites</strong>, ser reproduzido e se espalhar;</li>
<li><strong>O comunicador não precisa necessariamente entrar em contato</strong> para escrever sobre a matéria, o que já aumenta muito as chances do conteúdo se difundir rapidamente, principalmente em blogs e redes sociais.</li>
</ul>
<p>E você, jornalista, blogueiro ou comunicador. <strong>O que você acha de conteúdo multimídia em releases? </strong>Veja a apresentação e responda nos comentários!</p>
<div id="__ss_2716146" style="width: 550px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="ConteúdDo Multimídia no Release" href="http://www.slideshare.net/rmacomunicacao/conteddo-multimdia-no-release">Conteúdo Multimídia no Release</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="550" height="460" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=contedomultimdia-091214110729-phpapp02&amp;stripped_title=conteddo-multimdia-no-release" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="460" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=contedomultimdia-091214110729-phpapp02&amp;stripped_title=conteddo-multimdia-no-release" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p><em>*Rodrigo van Kampen atua na área de PR 2.0 e treinamentos de mídias sociais, e é autor do blog <a href="http://peixefresco.net">Peixe Fresco</a>. </em></p>
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		<title>Contatos mais que imediatos</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:36:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Renata Vaz*
Em um mundo totalmente interativo e 2.0, não faz sentido que as assessorias de imprensa não acompanhem esta evolução, como já foi dito aqui neste blog inúmeras vezes. A minha missão neste post é mostrar que até o clássico Follow-up (Fup para os íntimos) pode ser atualizado e se tornar, interativo, dinâmico e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Renata Vaz*</em></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/29468339@N02/2862707223/"><img src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/11/phone_boxes_doug88888_.jpg" alt="phone_boxes_doug88888" title="phone_boxes_doug88888" width="250" height="176" class="alignleft size-full wp-image-460" /></a>Em um <a href="../../../../../um-mundo-20-requer-uma-atitude-20">mundo totalmente interativo</a> e 2.0, não faz sentido que as assessorias de imprensa não acompanhem esta evolução, como já foi dito aqui neste blog inúmeras vezes. A minha missão neste post é mostrar que até o clássico Follow-up (Fup para os íntimos) pode ser atualizado e se tornar, interativo, dinâmico e 2.0, como deve ser a comunicação hoje em dia.</p>
<p>Segundo o Manual da Assessoria de Comunicação da <a href="http://www.fenaj.org.br/">FENAJ</a> &#8211; Federação Nacional dos Jornalistas, Follow-up significa “atividade de acompanhamento de uma tarefa para avaliação ou verificação”. Ou seja, é o momento em que os inúmeros assessores de imprensa de todo o país estão ligando para as redações dos veículos tentando vender seu “peixe” ou confirmar o recebimento de algum produto. Para se ter uma idéia, a <a href="http://www.abracom.org.br/">Abracom</a> – Associação Brasileira das Agências de Comunicação têm mais de 330 agências associadas. Agora imaginem se cada uma delas tentasse ao mesmo tempo com um pobre repórter que está na sua redação lutando para terminar uma pauta que o editor dele solicitou? Uma chuva de ligações, algumas úteis, mas a maioria inútil que com certeza atormentam o mais paciente dos seres que acaba amaldiçoando os Fups!</p>
<p>Uma das saídas que as assessorias podem buscar é realizar este Follow via outros meios, utilizando as mídias sociais como ferramenta de interação. (que é o que realmente nasceram para ser, certo?). Por exemplo, uma colega de trabalho vendeu uma pauta para uma jornalista pelo Twitter, o assunto era RH e ela escreveu em 140 caracteres o que precisava. A Jornalista leu, gostou e assim começou o diálogo entre as duas para concretizar a pauta. Outro bom exemplo de ferramenta de mídia social que pode ser usada é o <a href="http://www.orkut.com.br/">Orkut</a>. Qual assessora já não sofreu para encontrar o contato de um repórter? O Orkut é perfeito para encontrar pessoas, ainda mais brasileiros! Eu mesma, depois de muito tentar falar com uma repórter via telefone ou e-mail acabei “caçando” a mulher no Orkut e trocamos inúmeros Scraps, a pauta não rolou, mas valeu o esforço e ganhei um elogio do cliente!</p>
<p>Ultimamente o campeão de audiência no quesito Fup 2.0 com certeza é o Messenger. Eu já vendi inúmeras pautas pelo <a href="http://home.live.com/">MSN</a> e sei de outras profissionais que também utilizam esta ferramenta. Para o jornalista é prático, ele só responde quando está disponível, só aceita no MSN quem ele quer e se não gostou pode até deletar. É possível até enviar uma foto de um produto ou executivo para que o jornalista analise e resolva se gostou ou não da pauta. É um facilitador e tanto!</p>
<p>Cabe dizer, que independente do meio, qualquer follow  requer muito jogo-de-citura, capacidade de ouvir e mobilidade, para que o assessor não seja má interpretado e saiba bem o momento de parar, para não ultrapassar o limite da boa vontade do jornalista. E vocês, já venderam alguma pauta utilizando alguma ferramenta de mídia social? Meu próximo alvo é tentar via <a href="http://pt-br.facebook.com/">Facebook</a>!</p>
<p><em>*<strong>Renata Vaz</strong> é executiva de contas na RMA e autora do blog <a href="http://vidaderecemcasada.wordpress.com/">Vida de Recém Casada</a>.</em></p>
<p><em>A foto que ilustra este post é de <a href="http://www.flickr.com/photos/29468339@N02/2862707223/">Doug88888.</a></em></p>
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		<title>Qual a importância da comunicação para as empresas que pretendem abrir capital?</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 16:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Cavalieri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[abertura de capital]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a movimentação de grandes empresas brasileiras para a capitalização de recursos financeiros para a idealização do IPO, a comunicação começa a ser vista sob uma nova ótica dentro das empresas. Com o objetivo de estreitar o relacionamento com os investidores e demonstrar a consolidação da empresa no mercado, a comunicação torna-se uma ferramenta fundamental [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-396" title="financa" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/11/financa1.jpg" alt="financa" width="200" height="131" />Com a movimentação de grandes empresas brasileiras para a capitalização de recursos financeiros para a idealização do IPO, a comunicação começa a ser vista sob uma nova ótica dentro das empresas. Com o objetivo de estreitar o relacionamento com os investidores e demonstrar a consolidação da empresa no mercado, a comunicação torna-se uma ferramenta fundamental para esse processo. Por isso, nós gostaríamos de saber sua opinião:</p>
<p><strong>&#8220;Qual a importância da comunicação tradicional para as empresas que pretendem abrir capital na bolsa?&#8221;</strong></p>
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