Artigos na Categoria: "Negócios"
É inegável que a maioria dos cases de bom uso corporativo da Social Media se encontram no B2C. Blogs, Twitter, Facebook, Flickr, YouTube, etc, são por excelência campo propício para disputar a visibilidade e a preferência de consumidores finais, pois, no limite, são indivíduos que constituem as redes sociais.
As aplicações corporativas de Social Media para o B2C estão explodindo, com novas idéias surgindo a cada dia. Campanhas institucionais e promocionais, vendas em massa, divulgação de informações (por exemplo, um recall de montadora automobilística), testes de aceitação de novos conceitos e produtos, etc, são exemplos do uso bem sucedido da Social Media no B2C.
No B2B ainda estamos numa fase mais experimental, mas certamente num ritmo crescente, à medida em que os pioneiros acumulam histórias de sucesso. É bom lembrar que a Social Media é uma ciência que se reinventa através da sua própria evolução (conceito de bootstrap).
O principal eixo da Social Media no B2B são os blogs corporativos, que têm sido utilizados principalmente para“compartilhar uma visão sobre tendências futuras e estratégias de transformação de um negócio“. Nesse caso, o blog funciona como uma arena de debates para atrair clientes, colaboradores e parceiros de negócios para uma discussão produtiva sobre o futuro (...)
Estive conversando com amigos jornalistas durante o 12º Congresso de Comunicação sobre o frisson que a chamada Mídia Social vem causando em nosso meio. De uma hora para outra, todo mundo saiu correndo para criar blogs, entrar no Twitter, no LinkedIn e tornar-se um cidadão 2.0. Afinal, ninguém queria estar fora desta nova “onda”.
Porém, os que se propuseram a ir a além do simples interesse de um usuário comum, perceberam que o buraco é muito mais embaixo. Principalmente, para nós, profissionais de comunicação.
E qual a razão disso? A primeira é que o número de pessoas conectadas aumenta a cada dia. O IDG divulgou recentemente um estudo apontando que até 2012, teremos 800 milhões de internautas. É uma baita audiência que não deve ser desprezada. Outro agravante é que a geração M consome muita informação digital proveniente de uma infinidade de fontes. Isso implica em uma transformação brutal na forma de se fazer comunicação e gerar conteúdo.
De olho nisso, estamos há três anos estudando, observando e aprendendo com as redes sociais para mapear os impactos e caminhos desta evolução para o negócio de Relações Públicas. O Mário Soma que o diga, afinal foram dezenas de noites pesquisando e interagindo com hubs (...)


