Artigos na Categoria: "Negócios"

12jul

Posicionamento: o império do cliente

por Augusto Pinto | Categorias:Negócios
Prezado leitor, isto não tem nada a ver com comando de sargento do exército, nem patrulhamento da esquerda festiva. O termo “Posicionamento” foi criado originalmente pelo guru da comunicação, Al Ries, no início da década de 80. Apesar da revolução que causou na época, até o hoje o verdadeiro sentido desta palavrinha continua a passar despercebido pelos board rooms das grandes corporações e, por conta disso, muito dinheiro tem sido desperdiçado e muita frustração colecionada. “Posicionamento” tem a ver com a comunicação de uma empresa com seus mercados-alvo. Os produtos que nossas empresas vendem estão se tornando commodities. Falar sobre nossos produtos já não diferencia mais a empresa. Pela definição dos autores, “Posicionamento é a influência que você exerce sobre a mente de seu potencial cliente, visando diferenciar sua empresa (posicionamento de marca), ou uma oferta (posicionamento de negócio), daquilo que é proposto por seu concorrente.” O grande desafio da comunicação corporativa é capturar a atenção de seus mercados-alvo. Para isso existem dois caminhos possíveis: ser original, chocante, por exemplo usando “a loira da vez num dia de muito calor”, ou descobrir o que de fato interessa aos mercados-alvo. O primeiro caminho pode ser frustrante, pois o mercado pode prestar atenção na (...)
23mar

O Ciclo Virtuoso da Comunicação

por Augusto Pinto | Categorias:Negócios
Durante todo o século XX, a comunicação corporativa eficaz sempre foi medida por sua elegância e criatividade. Uma sacada genial, associada a boas imagens e bons textos, era garantia de sucesso na comunicação. E todas as mensagens criativas para vender nosso negócio eram passadas através do mainstream da comunicação. Para entender o que é o mainstream, o melhor é entender o que não é. Estamos falando de tudo aquilo que, durante muitos anos, décadas mesmo, os americanos denominaram de comunicação publicitária “below the line”, abaixo da linha, ou seja, tudo aquilo que não é comunicação de massa, mídia tradicional (Televisão, Rádio, Jornal, Revistas e Outdoor). E que os próprios americanos batizaram de “No Mídia”(!?). Até que um dia, um CEO menos distraído fez suas contas e descobriu que aquela campanha maravilhosa, que ganhara o Leão de Ouro em Cannes, não auxiliava a empresa a aumentar suas vendas e seu market share. Da mesma forma, aquela matéria incrível na capa da revista Exame ou do jornal Valor Econômico também não ajudava os negócios. Nesse dia se iniciaram os questionamentos com relação aos investimentos em comunicação corporativa. A comunicação corporativa, para ser eficaz precisa entender melhor os mercados em que atua, através de seus (...)
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