Artigos na Categoria: "Geral"
Os malucos que embarcam na Internet em “encontros às escuras” (blind dates) sabem que um nome bonito não é garantia que o parceiro(a) também o seja. Na verdade, nos dias que correm não dá para confiar nem nas fotos…
Nós que trabalhamos com mídia espontânea, vivemos em busca de boas histórias de sucesso, os famosos cases de sucesso. Um bom case é o melhor tipo de material para divulgar uma marca em mídias de negócio. Lamentavelmente, os bons cases são difíceis de encontrar e mais difíceis ainda de se apurar. Daí o grande interesse dos jornalistas pelo assunto. Um bom case é quase garantia de publicação.
Porém, antes de se gastar tempo e esforço com um suposto case de sucesso, é preciso fazer uma diferenciação: case não é referência e vice-versa. Uma referência é apenas uma boa marca, como o nome bonito da menina feia do blind date. Falar do case da Petrobrás, do Itaú, da IBM, da Vale, da CSN etc, não quer dizer absolutamente nada. Afinal, o que interessa para o jornalista e seu público é a história interessante por trás da marca conhecida.
Os cases quando juntam boas marcas a boas histórias tendem a ser perfeitos. Com eles queremos reforçar (...)
O termo geração Y, que caracteriza as pessoas nascidas após 1980, já foi amplamente discutido na imprensa, nas redes sociais, nas mesas de bar, nos seminários, etc. Afinal, trata-se de uma geração que tem valores, comportamentos e aspirações bastante específicas. Entender isso é fator preponderante para uma boa convivência pessoal e profissional.
Não pretendo abordar aqui as características desta geração, tampouco, me arriscar a falar sobre o tema, que tem muita gente boa e com conteúdo excelente para compartilhar, como o www.focoemgeracoes.com.br
O objetivo aqui é chamar a atenção para o seguinte fato. Estamos nos comunicando adequadamente com este público em nossas empresas? Exatamente agora, em 2010, os primeiros nascidos da Y estão completando 30 anos e ocupando posições de chefia no mercado de trabalho, como mostra pesquisa da Hay Group com mais de cinco mil jovens , onde 18% deles já ocupa cargos de chefia.
Em termos de comunicação, este público é multitarefa. Ligado em novas tecnologias, gosta de feedback contínuo e não admite a não conciliação entre trabalho e lazer. Isso representa um desafio para os departamentos de comunicação interna das empresas, uma vez a forma de comunicar-se muda.
Algumas coisas relacionadas à comunicação que aprendi observando e vivenciando isso nas empresas:
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