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	<title>ComRemix &#187; Comunicação em Rede</title>
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	<description>Remixando a Comunicação</description>
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		<title>Como as redes sociais podem entrar na sua empresa?</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 17:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>convidado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
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		<description><![CDATA[* Por Marcelo ‘Tuca’ Hernandes

“Você não gosta de mim, mas a sua filha gosta”. Quando penso em redes sociais, lembro com frequência dessa frase de Chico Buarque, eternizada na canção “Jorge Maravilha”. No mundo corporativo, tal provocação faz bastante sentido. Trocando em miúdos, estou falando de uma situação clássica: chefes que não suportam redes sociais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>* Por Marcelo ‘Tuca’ Hernandes</em></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1191" title="Como as redes sociais podem entrar na sua empresa?" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2011/01/redes_socias_corp.jpg" alt="Como as redes sociais podem entrar na sua empresa?" width="540" height="348" /></p>
<p>“<em>Você não gosta de mim, mas a sua filha gosta</em>”. Quando penso em redes sociais, lembro com frequência dessa frase de Chico Buarque, eternizada na canção “<a href="http://letras.terra.com.br/chico-buarque/45141/" target="_blank">Jorge Maravilha</a>”. No mundo corporativo, tal provocação faz bastante sentido. Trocando em miúdos, estou falando de uma situação clássica: chefes que não suportam redes sociais versus colaboradores que já não vivem sem elas. Aquele diretor com larga experiência pode achar uma imensa bobagem, perda de tempo, essas coisas. No entanto, a mesma opinião não é compartilhada pelos filhos, filhas, sobrinhos, bem como por boa parte dos funcionários, sobretudo aqueles mais jovens, que cresceram com seus perfis no Orkut, Facebook, Twitter e por aí vai.</p>
<p>Para as novas gerações, <a href="http://www.comremix.com.br/comunicacao-ynterna" target="_blank">as redes sociais não são um capricho</a>, uma novidade, mas sim uma necessidade comum. Cresceram com isso. Usam esses meios para obter e compartilhar informações necessárias no dia-a-dia, sem deslumbre. É um caminho sem volta esse hábito, que só tende a se intensificar daqui por diante. <strong>Nas empresas, muitos gestores já perceberam isso, razão pela qual surgiram algumas iniciativas interessantes que buscam assimilar tal comportamento</strong>. Dentre elas, merecem destaque as chamadas <strong>redes sociais corporativas</strong>, que inserem a dinâmica desses meios nas necessidades de comunicação de uma empresa. Sim, como se fosse uma espécie de Facebook customizado para isso.</p>
<p>Ou seja, ao invés de simplesmente proibir o uso das redes sociais, porque não trazer vários dos princípios ali presentes, otimizando o fluxo de comunicação interno? Recentemente, Augusto Pinto, presidente da RMA Comunicação, <a href="http://augustocvp.wordpress.com/2010/11/22/redes-sociais-corporativas-um-passo-alem-da-intranet/" target="_blank">publicou em seu blog um post bem esclarecedor sobre redes sociais corporativas</a>. Nele, o executivo afirma que elas podem “<em>complementar a Intranet/Extranet, trazendo consigo o poder de multiplicar o capital intelectual por meio de uma plataforma para a construção de conhecimento coletivo.</em>”</p>
<p>Atualmente, ainda são poucas as empresas que utilizam essas redes. Mas é algo que vem atraindo bastante atenção pelo que é proposto, trazendo o conceito das novas mídias para o universo tradicional das corporações. Portanto, vale ficarmos de olho, evitando se comportar como o personagem da canção do Chico. Rede social: os seus colaboradores gostam. E isso pode ser ótimo, acredite.</p>
<p><em>* Marcelo ‘Tuca’ Hernandes é analista de PR Digital da RMA Comunicação</em></p>
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		<title>Comunicação Corporativa de Valor</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 02:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia Expontânea]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
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		<description><![CDATA[
A Comunicação Corporativa compreende um conjunto complexo de atividades, ações, estratégias, produtos e processos desenvolvidos para reforçar a imagem de uma empresa, ou entidade junto aos seus públicos-alvo. Destas, a mídia espontânea é uma das mais importantes. A mídia promocional, ou propaganda, é a mensagem veiculada e paga por um patrocinador (empresa) e identificada com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1028" title="BANNER - Comunicacao Corporativa II" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/10/BANNER-Comunicacao-Corporativa-II.jpg" alt="BANNER - Comunicacao Corporativa II" width="540" height="275" /></p>
<p>A Comunicação Corporativa compreende um conjunto complexo de atividades, ações, estratégias, produtos e processos desenvolvidos para reforçar a imagem de uma empresa, ou entidade junto aos seus públicos-alvo. Destas, a mídia espontânea é uma das mais importantes. A mídia promocional, ou propaganda, é a mensagem veiculada e paga por um patrocinador (empresa) e identificada com seu nome, ou marca. Já a mídia espontânea, normalmente trabalhada através da assessoria de imprensa, ou assessoria de relações com a mídia, são as notícias divulgadas pela empresa e veiculadas na mídia como matérias jornalísticas.</p>
<p>Para ter sucesso em uma estratégia de comunicação corporativa, via mídias espontâneas, o que é mais importante: relacionamento, conteúdo de interesse, ou planejamento? Meu pai, que era um sábio como todos os pais, sempre me alertava para o perigo das proposições simplistas. Em se tratando de mídia espontânea, tudo indica que a chave do sucesso seja o conteúdo de interesse. Mas, basta uma pergunta, para desmontar a resposta fácil: interesse de quem: do público, do jornalista, ou da mídia-alvo? Que perfil de público e que tipo de mídia? Dá para sacar que não é tão simples assim.</p>
<p>No passado, as grandes agências de relações com a mídia baseavam sua fórmula do sucesso no relacionamento. E até fazia sentido, pois o número de veículos era mais reduzido e o de fontes também. Hoje, com a proliferação e com a segmentação das mídias, tornou-se impossível a uma assessoria de imprensa posicionar bem seu cliente apenas com base no relacionamento com a mídia. É claro que sem o relacionamento o circuito não fecha, mas nem de longe esse é o fator preponderante.</p>
<p>O conteúdo de interesse deve ser visto por dois ângulos: interesse da fonte (em relação a seus objetivos de branding) e interesse do jornalista. Aqui se resolve a pegadinha proposta acima: o jornalista conhece os interesses da mídia que representa e do seu público, portanto ele é o interlocutor. A questão crítica é selecionar para  qual jornalista a sugestão deve ser encaminhada e qual o contexto sugerido para uma possível matéria. Dependendo do tamanho e da importância da pauta, é possível que tenhamos que chegar até o editor, ou mesmo até o publisher, embora a ponta de início do fio seja sempre o jornalista.</p>
<p>Aí chegamos à questão do planejamento. Sabendo quais são os assuntos interessam aos seus clientes e tendo relacionamento com a mídia, as agências de PR podem agir oportunisticamente e &#8220;montar cavalinhos que passam arreiados&#8221;, em outras palavras, aproveitar as chamadas pautas de mercado. As pautas de mercado são geradas pelo jornalista, têm o viés que convém à mídia que ele representa e podem incluir não apenas nosso cliente, como também seus concorrentes.</p>
<p>No entanto, as sugestões mais interessantes para as empresas são as chamadas pautas exclusivas, onde a agência de PR sugere, sob medida, em linha a estratégia de negócios e com o posicionamento da empresa, e que será &#8220;vendida&#8221; para uma única mídia, com exclusividade.</p>
<p>Vender uma pauta exclusiva é um fino trabalho de planejamento. Começa por alinhar temas relevantes para a empresa, com os interesses das mídias-alvo. Entendendo o interesse das mídias-alvo e comparando-se com os interesses da companhia, chegaremos à &#8220;pegada&#8221;. Aí cabe ao porta-voz &#8220;vender bem esse peixe&#8221;,  que pode culminar em uma bela matéria!</p>
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		<title>Será que a Internet ainda pode virar o jogo da corrida presidencial?</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/sera-que-a-internet-ainda-pode-virar-o-jogo-da-corrida-presidencial</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 01:06:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Socias]]></category>

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Reuters, 28/09/2010:
“A candidata a presidente, Dilma Rouseff, caiu quase 3 pontos percentuais em pesquisa do Instituto Datafolha divulgada nesta terça-feira, o que aumenta muito as chances de segundo turno na corrida presidencial. Considerada a margem de erro de mais ou menos 2%, a soma dos votos dos demais candidatos pode flutuar entre 47% e 51%, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1017" title="banner_comremix" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/09/banner_comremix.jpg" alt="banner_comremix" width="540" height="275" /></p>
<p>Reuters, 28/09/2010:</p>
<p><em>“A candidata a presidente, Dilma Rouseff, caiu quase 3 pontos percentuais em pesquisa do Instituto Datafolha divulgada nesta terça-feira, o que aumenta muito as chances de segundo turno na corrida presidencial. Considerada a margem de erro de mais ou menos 2%, a soma dos votos dos demais candidatos pode flutuar entre 47% e 51%, já mostrando que qualquer resultado é possível.”</em></p>
<p>O que aconteceu? A Dilma despencou? Não. O Serra decolou? Na verdade o Serra  subiu um pouquinho, mas quem realmente bombou na semana foi a Marina, subindo para 16% (na semana passada eram míseros 8%).</p>
<p>Como explicar o fenômeno? Resultado das notícias de corrupção no Planalto. Certamente um pouco. Seu brilhante desempenho no debate da Record, ou nos programas eleitorais da TV? Acho que não. Na minha opinião, o que tem feito a Marina decolar tem sido sua brilhante campanha na Internet, particularmente nas Redes Sociais.</p>
<p>Depois do Obama em 2008 as campanhas eleitorais nunca mais serão as mesmas. Reproduzindo um trechinho de <a href="http://www.nytimes.com/2008/11/04/us/politics/04memo.html?_r=1&amp;ref=todayspaper" target="_blank">matéria do NYT</a> a respeito: “Usando a Internet Obama reescreveu as regras sobre como alcançar os eleitores, organizar os doadores e apoiadores, gerenciar as notícias na mídia, acompanhar e moldar a opinião pública e enfrentar os ataques políticos, inclusive vindos de blogs, inexistentes quatro anos atrás.”</p>
<p>Claro está que essa experiência marcante não poderia deixar de influenciar a campanha presidencial brasileira de 2010. Todos os candidatos estão usando e abusando da Internet e das redes sociais para se aproximarem de seus (potenciais) eleitores. A Dilma inclusive <a href="http://noticias.r7.com/brasil/noticias/pt-tenta-abrasileirar-estrategia-online-que-deu-vitoria-a-obama-nos-eua-20100425.html" target="_blank">comprou consultoria do Ben Self</a>, guru Internet do Obama, para orientar seu marketing político online.</p>
<p>Mas, a despeito de todo o esforço, a Internet ainda se constitui um desafio para aqueles que se acostumaram simplesmente a disparar informações, muitas delas mentiras grosseiras, para cima do eleitor. E, como sabemos, na Internet a manipulação da informação e a mentira não ficam impunes, se transformando numa arma contra quem fez o “disparo torto”. Além disso, os internautas demandam espontaneidade de seus interlocutores. Todo o sucesso do Obama só aconteceu porque ele realmente se engajou, de peito aberto, no debate com os eleitores nas redes sociais. Isso expõe muito e os políticos brasileiros odeiam entrar em jogos onde as cartas não estejam previamente marcadas.</p>
<p>Dos muitos presidenciáveis, apenas três podem alcançar a presidência: Dilma, Serra, ou Marina. Claro está que cada uma dessas três personagens têm perfis muito diferentes, o que pode facilitar, ou atrapalhar, sua atuação na WWW. A Dilma é mandona, “queixo duro”, prolixa e dificilmente terá sucesso num corpo a corpo online com os eleitores. O Serra, apesar de também “queixo duro”, é mais transparente e se dispõe a enfrentar debates de peito aberto. Como ele é notívago, manda muito bem no Twitter, mesmo que de vez em quando se meta em algumas frias. E aí resta a Marina. Ah, a Marina é nosso Obama de saias, entrou na Internet com a naturalidade de “pinto no lixo”.</p>
<p>A Marina dificilmente vai virar a tendência de vitória da Dilma, até pela grana, pelo poder de influência do executivo e pelo carisma do Lula, mas eu acho que ela ainda vai fazer estragos no terreiro dos outros candidatos, graças à Internet. A campanha da Marina na Internet está muito bem bolada.  Existe o site de campanha, o”<a href="http://www.minhamarina.org.br/home/home.php" target="_blank">Minha Marina</a>”, um <a href="http://www.minhamarina.org.br/blog/" target="_blank">blog</a> para interagir com os eleitores. No “Minha Marina” é possível baixar-se o <a href="http://www.minhamarina.org.br/kits_voluntarios/" target="_blank">kit de campanha</a>, com fotos, marca, ringtones, jingle, wallpapers, e banners. Enquanto isso, o blog da Dilma confunde “<a href="http://dilma13.blogspot.com/p/colabore.html" target="_blank">colaboração</a>” com pedir dinheiro.</p>
<p>A Marina vem usando o Twitter [@silva_marina]para <a href="http://apoio.minhamarina.org.br/login/create" target="_blank">angariar apoio</a>, numa campanha muito bem feita.</p>
<p>As<a href="http://www.minhamarina.org.br/diretrizes_governo/index.php" target="_blank"> diretrizes de governo da Marina</a> são amplas, estão publicadas na web e foram desenvolvidas em parceria com a sociedade.</p>
<p>Enquanto isso, as diretrizes da Dilma, foram publicadas na Internet sem nenhuma visão de direcionamento. São fragmentos de intenções, calcadas em ideologias, a maioria delas de cunho nacionalista, tais como prioridade para a reforma agrária, casamento entre homosexuais, tributação de grandes fortunas, redução da jornada de trabalho e controle dos meios de comunicação.</p>
<p>A <a href="http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/politica/marketing-politico-construindo-um-%E2%80%98alguem%E2%80%99-para-as-massas/" target="_blank">Marina não tem marketeiro caro</a> em sua campanha. Ela está desenvolvendo um movimento de marketeiros solidários pela Internet. Os “Marketeiros Solidários” representam um movimento espontâneo, constituído por profissionais e interessados em criar slogans, materiais de campanha, e bolar idéias criativas para fazer o movimento “<a href="http://www.movmarina.com.br/group/marketeirossolidarios?xg_source=activity" target="_blank">Marina Presidente</a>” atingir um grupo maior de pessoas.</p>
<p>Outra ideia legal da campanha da Marina foi a “<a href="http://www.movmarina.com.br/page/casa-de-marina" target="_blank">Casa de Marina</a>”, um espaço de encontro, debate e reunião das pessoas, de distribuição de material de campanha, onde pessoas podem obter informações sobre Marina, suas idéias, seu programa de governo e as formas possíveis de apoio e colaboração com a campanha. É um movimento de rede social física, iniciado sempre pela Internet.</p>
<p>À semelhança do Obama, a Marina também <a href="http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2297004/marina-silva-quer-usar-internet-como-ferramenta-de-governo" target="_blank">promete usar a Internet como ferramenta de governo</a>, permitindo que os cidadãos opinem sobre suas ações e projetos de lei a serem enviados ao congresso.</p>
<p>Será que isso tudo vai dar resultado e virar o jogo a favor da Marina? Difícil dizer, mas eu pessoalmente duvido. O fato é que hoje a Marina lidera em share positivo na Internet, <a href="http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Marina_Silva_ganha_destaque_na_internet" target="_blank">segundo pesquisas</a>, desde o início de julho da MM Online, em parceira com a iGroup,, com 43% contra 34% da Dilma e longínquos 22% do Serra.<br />
Qualquer que seja o resultado, a campanha da Marina será um divisor de águas com relação ao uso da Internet como um canal importante(íssimo) de comunicação com o eleitorado.</p>
<p>Augusto Pinto</p>
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		<title>O Ciclo Virtuoso da Comunicação</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/o-ciclo-virtuoso-da-comunicacao-2</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 14:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência de comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[
A comunicação corporativa é usualmente um grande desafio para as empresas. Isso em função de dois grandes problemas:

As empresas não conhecem bem o perfil de seu público-alvo;
E, principalmente, não conhecem seus maiores interesses no momento. Os interesses são sempre derivados das necessidades,  que mudam continuamente.

Quando nós não conhecemos nosso público-alvo, as chances de desperdiçar criatividade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-887" title="Banner-Post - Ciclo Virtuoso" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Banner-Post-Ciclo-Virtuoso.jpg" alt="Banner-Post - Ciclo Virtuoso" width="540" height="275" /></p>
<p>A comunicação corporativa é usualmente um grande desafio para as empresas. Isso em função de dois grandes problemas:</p>
<ol>
<li>As empresas não conhecem bem o perfil de seu público-alvo;</li>
<li>E, principalmente, não conhecem seus maiores interesses no momento. <strong>Os interesses são sempre derivados das necessidades,  que mudam continuamente</strong>.</li>
</ol>
<p>Quando nós não conhecemos nosso público-alvo, as chances de desperdiçar criatividade e o dinheiro da comunicação corporativa são muito altas. Campanhas de propaganda, campanhas de marketing direto e ações de PR (mídia espontânea) são lançadas sem que tenhamos certeza de sua eficácia. Para que isso fosse possível seria necessário medir os resultados da comunicação corporativa, o que é muito difícil no <em>mainstream</em>, onde a informação é “empurrada” para o mercado num sentido único.</p>
<p>Como garantir o valor da comunicação corporativa? Teríamos que <strong>pensar a comunicação como um ciclo (virtuoso) e não como um disparo</strong> (e esse termo é muito frequentemente usado nas campanhas). Aí chegamos às redes sociais e sua utilidade para o <em>mainstream </em>de comunicação.</p>
<p>O termo redes sociais deriva das chamadas mídias sociais, as mídias democráticas que permitem a qualquer indivíduo, em qualquer parte do mundo (o <a href="http://www.desdecuba.com/generaciony/" target="_blank">blog Generation Y, da cubana Yoani Sánchez</a> é um dos mais lidos do mundo), expressar sua opinião e, mais do que isso, comentar sobre as opiniões dos outros. <strong>As mídias sociais são interativas e abertas! </strong>Daí que quando uma empresa participa das redes sociais (através de seus blogs corporativos, do <a href="http://www.linkedin.com/" target="_blank">LinkedIn</a>, do <a href="http://www.twitter.com/" target="_blank">Twitter</a>, do <a href="http://www.youtube.com/" target="_blank">YouTube</a>, do <a href="http://www.slideshare.net/" target="_blank">SlideShare</a> e até do <a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a>), as chances são que ela consiga entender melhor o perfil de seu público-alvo, suas necessidades, seus interesses, podendo assim adaptar a sacada criativa e o conteúdo das mensagens, visando o aumento da eficácia do <em>mainstream </em>de comunicação.</p>
<p>O público leigo, e isso é muito comum nas novas ondas, costuma qualificar erroneamente as mídias sociais. Vira e mexe aparece alguém prognosticando o fim da mídia tradicional (impressa, ou online), substituída pelas mídias sociais. Como dizem os americanos, <em>it’s not gonna happen! </em>Mídias sociais e mídia tradicional têm papéis muito diferentes.</p>
<p>A mídia tradicional é formal, depende da credibilidade do veículo e da relevância do emissor (empresa). Já as mídias sociais, são informais, aceitam as opiniões emitidas por qualquer pessoa, independentemente de quem seja. Na verdade, nas redes sociais a credibilidade é construída paulatinamente, à medida em que publicamos conteúdos relevantes e consistentes. O público julga e joga para a vala comum da irrelevância a todos aqueles que publicam conteúdos sem consistência.</p>
<p>A chave do sucesso da comunicação corporativa, nos dias em que vivemos, é sabermos testar idéias e conteúdos, via mídias sociais, ajustando-os ao perfil do público-alvo antes de publicá-los nas mídias tradicionais. Nesse sentido, é muito importante que as empresas desenvolvam o conceito de <strong>inteligência de comunicação</strong>. Analistas de comunicação (uma especialidade em alta), baseados no eco dos conteúdos da mídia tradicional nas mídias sociais, podem interpretar interesses, direcionando, aí sim, disparos do <em>mainstream </em>que façam sentido.</p>
<p>Dessa forma, as redes sociais terão o papel que Curitiba tem nas campanhas de propaganda, funcionando como um laboratório vivo, e muito mais eficaz, para tudo que será comunicado nas mídias tradicionais.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>As pepitas de ouro da internet. Encontre as suas!</title>
		<link>http://www.comremix.com.br/as-pepitas-de-ouro-da-internet-encontre-as-suas</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 15:16:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Tesore</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[caos na informação]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[novas mídias]]></category>
		<category><![CDATA[oportunidades na web]]></category>

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		<description><![CDATA[
É praticamente impossível esquecer a corrida pelo ouro durante a década  de 80. Milhares de pessoas apostaram suas vidas no garimpo de Serra  Pelada &#8211; considerado o maior a céu aberto mundo &#8211; buscando as pequenas  pepitas de ouro no meio de muita terra, calor e poeira cinzenta de  monóxido de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-851" title="caos-na-comunicacao" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/07/caos-na-comunicacao.jpg" alt="caos-na-comunicacao" width="540" height="275" /></p>
<p>É praticamente impossível esquecer a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_Pelada" target="_blank">corrida pelo ouro durante a década  de 80</a>. Milhares de pessoas apostaram suas vidas no garimpo de Serra  Pelada &#8211; considerado o maior a céu aberto mundo &#8211; buscando as pequenas  pepitas de ouro no meio de muita terra, calor e poeira cinzenta de  monóxido de ferro no ar. Era uma vida difícil mas de grandes  oportunidades.</p>
<p>Vejo a internet como um retrato estampado da Serra Pelada. Basta  refletir: Você lembra da quantidade sites, portais, feeds, blogs e até  redes sociais que acessou nas últimas 24 horas tentando encontrar alguma  informação ?</p>
<p>Pois é, a minha vida não é muito diferente da sua, passamos horas e  horas na internet buscando informações relevantes para nossas vidas,  assim como os garimpeiros de Serra Pelada.</p>
<p>Diariamente somos  bombardeados por uma avalanche de dados e informações espalhadas no  universo digital. Segundo uma <a href="http://www.emc.com/collateral/analyst-reports/diverse-exploding-digital-universe.pdf" target="_blank">pesquisa do IDC</a> o volume de informação  digital gerada no ano é três milhões de vezes maior do que a informação  contida em todos os livros já escritos, talvez você tenha percebido  ainda mas fazemos parte dessa revolução.</p>
<p>É só digitar “<a href="http://news.google.com.br/news/search?pz=1&amp;cf=all&amp;ned=pt-BR_br&amp;hl=pt-BR&amp;q=Elei%C3%A7%C3%B5es+2010" target="_blank">Eleições 2010</a>” no Google News que você entenderá o  que quero dizer.</p>
<p>No mundo empresarial o cenário é bem mais  complexo, o volume de informações sobre um determinado mercado, clientes  e até concorrentes é cada vez maior, além disso tudo está fragmentado,  distribuído em diversos canais e espalhado em muitos países. O principal  dilema das empresas é encontrar e utilizar essas informações para  melhorar a competitividade de seus negócios.</p>
<p>Parte deste quebra cabeça pode ser equalizado com os sistemas de  inteligência de comunicação:  ferramentas desenvolvidas para monitorar,  coletar, analisar e fornecer informações relevantes que facilitem a  tomada de decisão aos executivos de marketing.</p>
<p>Três etapas são fundamentais para implementação de um modelo eficaz  de inteligência de comunicação: <em>Pesquisa, relevância e disponibilidade</em> .</p>
<p><strong>Pesquisa:</strong><br />
Monitorar,  pesquisar e coletar de informações em tempo real publicados tanto na  mídia tradicional (jornais, revistas, portais, etc) como nas redes  sociais (blogs, fóruns, comunidades, twitter, etc).</p>
<p><strong>Relevância:</strong><br />
Não basta monitorar e coletar. Uma informação só é  relevante quando impacta na estratégia de negócio. É a etapa é a mais  critica, pois é impossível automatizar um processo de análise de  relevância, com tratamento é manual por analistas de mercado.</p>
<p><strong>Disponibilidade:</strong><br />
É uma etapa que muitos sistemas de inteligência  não priorizam.  Não dá para imaginar que as informações fiquem  represadas no departamento de marketing &#8211; e olha que isso acontece muito  digo por experiência própria. Concentre a relevância, descentralize o  acesso e distribua para todos.</p>
<p>Espero que você não fique horas buscando pelas pepitas de ouro do  seu negócio, deixe um <a href="http://rmacomunicacao.com.br/inteligencia-de-comunicacao/" target="_blank">sistema de inteligência</a> fazer isso por você, tome a  decisão correta.</p>
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		<title>Mídias sociais: a sua empresa está preparada para este desafio?</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 19:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Soma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[cultura de comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Deloitte Touche Tohmatsu]]></category>
		<category><![CDATA[mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[As conclusões da pesquisa realizada sobre mídias sociais pela Deloitte Touche Tohmatsu, com 302 empresas no Brasil, apontou que 12% apenas das respondentes não considera aplicável a sua adoção, porém revela outras nove razões para uma empresa refletir, antes de entrar nesse mundo:
1.     Falta de tempo para gerenciar mídias sociais ou comunidades (49%)
2.     Dificuldade para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As conclusões da <a href="http://www.deloitte.com/view/pt_BR/br/perspectivas/estudosepesquisas/19e510b00f4d8210VgnVCM100000ba42f00aRCRD.htm" target="_blank">pesquisa</a> realizada sobre mídias sociais pela Deloitte Touche Tohmatsu, com 302 empresas no Brasil, apontou que 12% apenas das respondentes não considera aplicável a sua adoção, porém revela outras nove razões para uma empresa refletir, antes de entrar nesse mundo:</p>
<p>1.     Falta de tempo para gerenciar mídias sociais ou comunidades (49%)</p>
<p>2.     Dificuldade para fazer com que as pessoas participem (38%)</p>
<p>3.     Falta de conhecimento em gestão de mídias sociais (31%)</p>
<p>4.     Dificuldade para fazer com que as pessoas continuem usando e se relacionando (25%)</p>
<p>5.     Dificuldade para atrair usuários (24%)</p>
<p>6.     Dificuldade para encontrar pessoas com perfil e qualificadas para tocar as iniciativas (24%)</p>
<p>7.     Obtenção de dinheiro para continuar investindo em melhorias (23%)</p>
<p>8.     Relutância dos gestores em compartilhar informação (21%)</p>
<p>9.     Falta de compromentimento da alta liderança da empresa (14%)</p>
<p>10.  Não aplicável (12%)</p>
<p>Os <strong><em>top 10</em></strong> dados apresentados (existem outros) são os pilares fundamentais para o sucesso de um projeto e determinantes para definir a maturidade do uso das mídias sociais. Acrescente também <strong>tecnologia</strong> e <strong>cultura de comunicação</strong>, por minha conta, pois são obstáculos intransponíveis, se não forem resolvidos a tempo.</p>
<p>O encantamento pelas mídias sociais, na maioria das vezes, desvia a nossa atenção para uma realidade corporativa difícil de se perceber, pois até agora estava fora do radar das prioridades de investimento.</p>
<p>Muito se vê sobre o tema e, provavelmente, de alguma forma as mídias sociais podem beneficiar a sua empresa. Porém, se os obstáculos acima rondam o ambiente do seu trabalho, redobre a atenção sobre o diagnóstico e planejamento, pois nem tudo o que é bom para outros, na prática, pode ser para você. Pense nisso!</p>
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		<title>Um mergulho na ResultsON Week</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 18:41:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flaviaferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[Social Media]]></category>
		<category><![CDATA[Acessos Móveis]]></category>
		<category><![CDATA[Bob Wollheim]]></category>
		<category><![CDATA[Claudio Santos]]></category>
		<category><![CDATA[ResultsOn Week]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Thymus]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Valente]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Aconteceu esta semana no espaço Vivo, a ResultsON Week, evento que reuniu grandes nomes em gestão, inovação e comunicação. Durante os três dias, cada um dedicado a um tema específico, foram discutidos cases, insights e trends do presente e do futuro, inseridos na realidade do país.
Estive lá ontem, pra acompanhar os debates sobre comunicação. Logo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-818" title="logo_resutson" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2010/05/logo_resutson.jpg" alt="logo_resutson" width="219" height="226" />Aconteceu esta semana no espaço Vivo, a <a href="http://resultson.com.br/" target="_blank">ResultsON Week</a>, evento que reuniu grandes nomes em gestão, inovação e comunicação. Durante os três dias, cada um dedicado a um tema específico, foram discutidos cases, insights e trends do presente e do futuro, inseridos na realidade do país.</p>
<p>Estive lá ontem, pra acompanhar os debates sobre comunicação. Logo na entrada, percebi que o online seria uma das grandes estrelas do evento: não foi o meu nome que escreveram no crachá, e sim o meu twitter, comprovando que o mundo é  cada vez mais conectado, mas você, é cada vez mais você, on ou off line. No auditório, repleto de pessoas super conectadas seja por telefones ou computadores, me deparei com outras estrelas: o telão com o <a href="http://www.twitradar.com/" target="_blank">twitradar</a> LIVE e sem moderação, e uma TV com um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Streaming" target="_blank">streaming</a> dos SMS enviados para o evento.</p>
<p>O que acompanhei ontem foram apresentações densas sobre a realidade e o futuro da comunicação para profissionais, empresas, agências e marcas, realizadas por expoentes do mercado e coroadas com um debate entre Roberto Lima da Vivo (<a href="http://twitter.com/robertoodelima">@robertoodelima</a>), Ricardo Guimarães da Thymus (<a href="http://twitter.com/ricardo_thymus" target="_blank">@ricardo_thymus</a>), Sergio Valente da DM9DDB (<a href="http://twitter.com/sergio_valente" target="_blank">@sergio_valente</a>), Claudio Santos da RBS (<a href="http://twitter.com/claudinhosantos" target="_blank">@claudinhosantos</a>) e Bob Wollheim da Sixpix (<a href="http://twitter.com/bobwollheim" target="_blank">@bobwollheim</a>).</p>
<p>Os temas das palestras incluíram o mobile; a convergência digital on e off line; as estratégias para marcas em ambientes digitais; o perfil do consumidor na era digital; construção, posicionamento e administração de uma marca na web e um reality check sobre hype e verdade no mundo digital. Já o debate versou sobre o que realmente determina o valor de uma marca na perspectiva da agência, do cliente e principalmente da platéia, que opinava ao vivo.</p>
<p>Durante o dia surgiram dos discursos e apresentações, diversas pérolas, comentários e conclusões memoráveis, que gostaria de compartilhar com vocês:</p>
<ul>
<li>O Brasil tem mais de <a href="http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRSPE64J0K020100520" target="_blank">180 milhões de acessos móveis</a>, e nove entre cada 10 brasileiros tem um ou mais aparelhos de celular. São quase 8 milhões de usuários 3G. (<a href="http://twitter.com/percope" target="_blank">@percope</a>) &#8211; Pontomobi</li>
<li>A classe C é cada vez mais ON (<a href="http://twitter.com/ericmessa" target="_blank">@ericmessa</a>) &#8211; Faap</li>
<li>Quantos aqui viram o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9Q7aHfan3A0" target="_blank">filme dos Argentinos</a>, da Skol? E quantos seguem a Skol no Twitter? (<a href="http://twitter.com/neto" target="_blank">@neto</a>) Bullet</li>
<li>Moderação é um desastre (<a href="http://twitter.com/neto" target="_blank">@neto</a>) – Bullet</li>
<li>O medo de inovar fechou mais empresas que a inovação (<a href="http://twitter.com/busarello" target="_blank">@busarello</a>) &#8211; Tecnisa</li>
<li>Quem não faz Social Media jura que ela não funciona (<a href="http://twitter.com/busarello" target="_blank">@busarello</a>) &#8211; Tecnisa</li>
<li>Precisamos pensar no conteúdo, mídia e canal são conseqüência (<a href="http://twitter.com/skullnu" target="_blank">@skullnu</a>) – CuboCC</li>
<li>Uma marca não vale nada se ela não fizer nada por você (<a href="http://twitter.com/skullnu" target="_blank">@skullnu</a>) &#8211; CuboCC</li>
<li>Se você não está confuso, está mal informado (<a href="http://twitter.com/renedepaula" target="_blank">@renedepaula</a>) &#8211; Microsoft</li>
<li>As pessoas estão identificando o fake muito rápido (<a href="http://twitter.com/jairtavares" target="_blank">@jairtavares</a>) &#8211; da Polvora!</li>
<li>Ferramenta é meio, não fim. É consequencia das pessoas! Seja especialista de comportamento humano! (<a href="http://twitter.com/sergio_valente" target="_blank">@sergio_valente</a>) – DM9DDB</li>
<li>A sociedade é como a água. Muda de estado (pela tecnologia) mas não deixa de ser água… (<a href="http://twitter.com/ricardo_thymus" target="_blank">@ricardo_thymus</a>) &#8211; Thymus</li>
</ul>
<p>Enfim, saí do evento com a certeza de que não é fácil viver a transformação em si, pois estamos experienciando e aprendendo juntos sobre os novos moldes da sociedade e da comunicação, onde o modelo que realmente funciona é a colaboração. Parabéns Results On!</p>
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table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Cambria","serif"; 	mso-ascii-font-family:Cambria; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Cambria; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-ansi-language:EN-US; 	mso-fareast-language:EN-US;} --> <!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Aconteceu esta semana no espaço Vivo, a </span><span lang="EN-US"><a href="http://resultson.com.br/"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR">ResultsON Week</span></a></span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">, evento que reuniu grandes nomes em gestão, inovação e comunicação. Durante os três dias, cada um dedicado a um tema específico, foram discutidos cases, insights e trends do presente e do futuro, inseridos na realidade do país. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Estive lá ontem, pra acompanhar os debates sobre comunicação. Logo na entrada, percebi que o <em>online </em>seria uma das grandes estrelas do evento: não foi o meu nome que escreveram no crachá, e sim o meu twitter, comprovando que o mundo é<span> </span>cada vez mais conectado, mas você, é cada vez mais você, on ou off line. No auditório, repleto de pessoas super conectadas seja por telefones ou computadores, me deparei com outras estrelas: o telão com o </span><span lang="EN-US"><a href="http://www.twitradar.com/"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR">twitradar</span></a></span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> LIVE e sem moderação, e uma TV com um </span><span lang="EN-US"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Streaming"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR">streaming</span></a></span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> dos SMS enviados para o evento.<span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O que acompanhei ontem foram apresentações densas sobre a realidade e o futuro da comunicação para profissionais, empresas, agências e marcas, realizadas por expoentes do mercado e coroadas com um debate entre Roberto Lima da Vivo (</span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">@robertoodelima), Ricardo Guimarães da Thymus (@ricardo_thymus), Sergio Valente da DM9DDB (@sergio_valente), Claudio Santos da RBS (@claudinhosantos) e Bob Wollheim da Sixpix (@bobwollheim). </span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span> </span><span> </span>Os temas das palestras incluíram o mobile; a convergência digital on e off line; as estratégias para marcas em ambientes digitais; o perfil do consumidor na era digital; construção, posicionamento e administração de uma marca na web e um reality check sobre hype e verdade no mundo digital. Já o debate versou sobre o que realmente determina o valor de uma marca na perspectiva da agência, do cliente e principalmente da platéia, que opinava ao vivo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span> </span>Durante o dia surgiram dos discursos e apresentações, diversas pérolas, comentários e conclusões memoráveis, que gostaria de compartilhar com vocês: </span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span>-<span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O Brasil tem mais de </span><span lang="EN-US"><a href="http://br.reuters.com/article/internetNews/idBRSPE64J0K020100520"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR">180 milhões de acessos móveis</span></a></span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">, e nove entre cada 10 brasileiros tem um ou mais aparelhos de celular. São quase 8 milhões de usuários 3G. (@percope) &#8211; Pontomobi</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span>-<span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A classe C é cada vez mais ON (@ericmessa) &#8211; Faap</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span>-<span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Quantos aqui viram o </span><span lang="EN-US"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=9Q7aHfan3A0"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;" lang="PT-BR">filme dos Argentinos</span></a></span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">, da Skol? E quantos seguem a Skol no Twitter? (@neto) &#8211; Bullet</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span>-<span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Moderação é um desastre (@neto) – Bullet</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span>-<span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">O medo de inovar fechou mais empresas que a inovação (@busarello) &#8211; Tecnisa</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span>-<span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Quem não faz Social Media jura que ela não funciona (@busarello) &#8211; Tecnisa</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span>-<span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Precisamos pensar no conteúdo, mídia e canal são conseqüência (@skullnu) – CuboCC</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span>-<span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Uma marca não vale nada se ela não fizer nada por você (@skullnu) &#8211; CuboCC</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span>-<span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Se você não está confuso, está mal informado (@renedepaula) &#8211; Microsoft</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span>-<span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A</span><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">s pessoas estão identificando o fake muito rápido (@jairtavares) &#8211; da Polvora!</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span>-<span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Ferramenta é meio, não fim. É consequencia das pessoas! Seja especialista de comportamento humano! (@sergio_valente) – DM9DDB</span></p>
<p class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-left: 54pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><!--[if !supportLists]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;"><span>-<span style="font: 7pt &quot;Times New Roman&quot;;"> </span></span></span><!--[endif]--><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A sociedade é como a água. Muda de estado (pela tecnologia) mas não deixa de ser água… (@ricardo_thymus) &#8211; Thymus</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt;"><span style="font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;; color: #262626;">Enfim, saí do evento com a certeza de que não é fácil viver a transformação em si, pois estamos experienciando e aprendendo juntos sobre os novos moldes da sociedade e da comunicação, onde o modelo que realmente funciona é a colaboração. Parabéns Results On!</span></p>
</div>
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		<title>O Desafio da Comunicação em Rede?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 12:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mário Soma</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>
		<category><![CDATA[seeding]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[“Oráculo” é o apelido atribuído ao Google, com relação à sua função de principal canal de busca de informações genéricas do mundo. Quando digitamos uma palavra no Google dificilmente sabemos quais links serão referenciados, isto porque as fontes de informação estão pulverizadas e indexadas por diferentes critérios de relevância na web.
Alguns resultados são realmente surpreendentes. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-245" title="sm_rede" src="http://www.comremix.com.br/wp-content/uploads/2009/09/sm_rede.jpg" alt="sm_rede" width="200" height="150" />“Oráculo” é o apelido atribuído ao Google, com relação à sua função de principal canal de busca de informações genéricas do mundo. Quando digitamos uma palavra no Google dificilmente sabemos quais <em>links </em>serão referenciados, isto porque as fontes de informação estão pulverizadas e indexadas por diferentes critérios de relevância na web.</p>
<p>Alguns resultados são realmente surpreendentes. Em recentes projetos, ao pesquisar termos comuns para os negócios em foco, nossa equipe descobriu fontes de informações inesperadas, tais como:</p>
<ul>
<li><strong>Capítulo de um livro:</strong> publicado em formato pdf trazia em seu conteúdo um tema critico para um determinado mercado.</li>
<li><strong>Perfil de um profissional na rede LinkedIn:</strong> bem “rankeado” em função das conexões dessa pessoa com um determinado mercado em questão.</li>
<li><strong>Apresentação no formato PowerPoint na rede Slideshare:</strong> apontava com qualidade, clareza e concisão um determinado paradigma daquele negócio.</li>
<li><strong>Wikipédia:</strong> justificada por ser a maior enciclopédia do mundo, reunia vários links sobre os temas pesquisados.</li>
</ul>
<p>Um ponto nos deixou surpresos: por que nenhum site de empresa estava bem posicionado no Google em temas tão relevantes para os seus negócios? A resposta está na dinâmica da comunicação do Século XXI, onde as pessoas buscam se comunicar em rede, compartilhar informações, conversar, conforme a importância dos temas para cada um. Com exceção das URLs com conteúdo em formato pdf, todos os demais permitiam comentários, formas de diálogo e avaliações. Por outro lado, provavelmente, essa foi a lógica para minimizar a importância de alguns sites e portais no formato brochureware.</p>
<p><strong>Atraídos e/ou traídos</strong></p>
<p>Pessoas e empresas estão organizados por atração em redes de interesses e propósitos. Os interesses são inerentes ao ser humano e os propósitos são inseparáveis das intenções corporativas de se fazer negócio na rede. A falta de transparência em qualquer uma das relações gera uma sensação de traição e isso é inegável.</p>
<p>A comunicação na rede e em rede exige mais do que muitos contatos e designs bonitos nas páginas da web. A pulverização da informação implica na organização de pessoas com diferentes culturas, comportamentos e linguagens. Para entender basta fazer uma auto-análise. Gostamos de ser tratados de uma determinada forma. Gostamos de acessar e sermos acessados por meios de comunicação definidos, mas detestamos quando isso acontece por outros menos preferenciais.</p>
<p>Existe uma diferença gritante entre pulverizar e semear informação na rede. Podemos, por exemplo, a partir do entendimento da cultura de um determinado mercado, criar conteúdos de valor em diferentes formatos e publicá-los em diferentes canais. Por outro lado, a divulgação pode ocorrer pelo dialogo aberto em comunidades cujo o interesse é comprovado e aprovado.</p>
<p>Nesse trabalho, não há uma forma padrão na linha da panfletagem, ou <em>press releases </em>quadradinhos. Eles cedem espaço para os diálogos legítimos. E assim a conversa toma corpo, ou termina definitivamente. <strong>Esses são alguns dos valores da Comunicação em Rede que a tornam ao mesmo tempo tão atrativa e tão desafiadora</strong>.</p>
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		<title>A revolução do conhecimento</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 16:55:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Augusto Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação em Rede]]></category>

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		<description><![CDATA[Revolução é sinônimo de uma evolução muito rápida, muitas vezes fora de nosso controle e é isso que está acontecendo com o conhecimento da humanidade. 
A globalização trouxe muitos efeitos, alguns visíveis e outros invisíveis. Um dos principais efeitos invisíveis da globalização está relacionado à pulverização do conhecimento. Como diz uma propaganda de uma grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="The worlds network por saschaaa, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/saschaaa/152502539/"><img class="alignleft" src="http://farm1.static.flickr.com/51/152502539_c4cb9121eb.jpg" alt="The worlds network" width="200" height="150" /></a>Revolução é sinônimo de uma evolução muito rápida, <strong>muitas vezes fora de nosso controle e é isso que está acontecendo com o conhecimento da humanidade. </strong></p>
<p>A globalização trouxe muitos efeitos, alguns visíveis e outros invisíveis. Um dos principais efeitos invisíveis da globalização está relacionado à pulverização do conhecimento. Como diz uma propaganda de uma grande empresa de TI <strong><em>“a informação passa, mas o conhecimento fica</em></strong><em>”.</em> A disseminação massificada da informação através da WWW gerou fontes de conhecimento espalhadas por todo o globo, as melhores não necessariamente perto da gente, mas apenas a um clique de distância.</p>
<p>Nos velhos tempos da centralização, uma empresa poderia limitar o acesso às informações proprietárias apenas aos mercados de seu interesse. Com isso, circunscrevia-se a disseminação do conhecimento aos limites tangíveis que lhe interessavam. Por muito tempo esse fenômeno representou uma forma de colonialismo intelectual dos países desenvolvidos sobre os emergentes.</p>
<p>A globalização teve o mérito de democratizar a informação, mas com isso também fragmentou o conhecimento. Hoje, a sociedade organizada em rede, por meio da web, produz conhecimento muito mais rapidamente do que qualquer empresa e, nessa realidade, se uma companhia precisa de certo conhecimento, e de cérebros que o contenham, ela pode ter certeza que ambos existem; a questão é: onde estão? Podem estar até dentro da própria empresa, na mesma cidade, mas também podem estar na China&#8230; A fragmentação da informação tornou impossível o controle sobre o acesso e distribuição do conhecimento.</p>
<p>A mesma rede (WWW) que fragmentou e disseminou o conhecimento também aproximou as pessoas através das <a href="http://www.interney.net/?p=9761229">Redes Sociais</a>, plataformas que permitem a indivíduos compartilharem seus interesses comuns, e hoje tão fortes que permitiram alguns “fenômenos”, como o Facebook, crucial na eleição de Obama.  Na verdade, as redes sociais são tão antigas quanto o homem. Os clubes, as universidades, as empresas, as confrarias e outros tipos de agrupamentos humanos são <strong>redes sociais restritas. </strong>O papel importante da web está em aproximar pessoas, que estão fisicamente distantes, agregando-as em redes sociais maiores, com base em suas afinidades. <strong>As redes sociais na WWW são abertas, qualquer um pode participar, desde que compartilhe interesses e afinidades</strong>. E aí surgem:</p>
<ul>
<li>Os      blogs: pessoas escrevem livremente sobre o que têm interesse; quem acessa      ou subscreve, compartilha dos mesmos interesses;</li>
<li>Os      Social Networks: alguns mais pessoais e íntimos como o Facebook (no qual      as pessoas se conectam com ”amigos”); outros mais profissionais, como o      LinkedIn (rede de relacionamento profissional, pessoas que atuam em      determinados segmentos e debatem temas de interesse para seu      desenvolvimento de carreira);</li>
<li>Micro-blogs:      canais que permitem as pessoas compartilharem idéias e dicas com outras      que têm os mesmos interesses. Existem vários, o mais famoso é o Twitter,      mas as pessoas começam a se segmentar em outras plataformas como Plurk e      Jaiku;</li>
<li>Streamings      de conteúdo: canais que permitem as pessoas compartilharem conteúdos      multimídia. Nessa categoria, temos canais de vídeos (como YouTube, Vimeo,      Videolog), fotos (Picasa, Flickr), slides (SlideShare, Slide.com) e      podcasts (Gengibre e PodcastOne).</li>
</ul>
<p>Essas diversas redes sociais na web têm o condão de aproximar não apenas as pessoas, mas de unificar seu conhecimento. Com isso se possibilita a criação de poderosas <strong><a href="http://nepo.com.br/2009/03/19/as-redes-de-conhecimento-e-os-ciclos-humanos/">Redes de Conhecimento</a></strong>, que crescem mais rapidamente do que qualquer outra rede social na história da humanidade. O rádio levou cerca de 40 anos para conseguir 50 milhões de ouvintes; o Facebook levou 9 meses para agregar 100 milhões de usuários (hoje tem 250 milhões, o que o colocaria, se fosse um pais, como o 6<sup>o</sup>. mais populoso do mundo).</p>
<p>O problema é que, diferente de uma “base de conhecimento”, com dados organizados e de fácil acesso, essas redes têm milhares de pessoas compartilhando informações e, para que possamos de fato entrar no “mesmo nível” de conhecimento e entender o que acontece com determinado grupo, devemos também compartilhar as nossas informações, especialmente por meio do diálogo. Nesses ambientes, qualquer um, seja indivíduo ou empresa, só é aceito se compartilhar seu conhecimento. Exploradores têm vida curta nas redes sociais (ou não vão entender nada do que acontece). Assim, oferecer informação gratuita (em <a href="http://creativecommons.org.br/">Creative Commons</a>, por exemplo) e de valor – algo que agregue novos pontos a discussão/aprendizado –, é visto como essencial. Quando distribuímos informações nas redes sociais, aqueles que se interessam também mostram as suas, o que nos permite identificar quem tem o precioso conhecimento que estamos buscando (e que aponta seus interesses).</p>
<p>Para uma participação eficaz, deve-se ter em mente uma coisa essencial: <strong>relacionamento é a palavra-chave</strong>. Isso envolve conversas a respeito de idéias, conceitos, marcas, produtos, etc., nas comunidades que nos interessam. Mas cuidado, toda comunidade tem um líder e regras, seja ela um simples blog (quem acompanha um blog compõe uma comunidade), ou um grupo de discussão (no LinkedIn, no Facebook, no Orkut, no Twitter, etc.). Nem tudo que gostaríamos de comunicar será necessariamente aceito. Via de regra, esse trabalho implica em aproximações sucessivas, até que sejamos autorizados a publicar algo. O processo de identificar onde estão as redes sociais que nos interessam chamamos de monitoria; o trabalho de iniciar e/ou participar das conversas chamamos de <em>seeding</em>. Um belo exemplo de <em>seeding </em>foi a ação da Electronic Arts, “puxando tráfico web” da batalha entre Ashton Kutcher e a CNN. <a href="http://www.theculturemind.com/2009/04/search-engine-optimisation-seeding/">Leia mais</a>: trata-se de uma ilustração curiosa do conceito.</p>
<p><strong>Denominamos Comunicação em Rede ao trabalho de “amarrar” as ações de monitoria e <em>seeding</em> ao às ações de comunicação “tradicionais” </strong>(como um evento, o conteúdo de nossas páginas corporativas na web, ou as ações de assessoria de imprensa em mídia espontânea)<strong>.</strong></p>
<p>Um exemplo real de uma ação de Comunicação em Rede é o do projeto brasileiro do Fiat Mio, projeto <a href="http://www.fiatmio.cc/pt/sobre-o-projeto/">fiatmio.cc</a>:</p>
<ul>
<li>A Fiat      resolveu desenvolver um carro dentro do conceito do Creative Commons. O CC      permite padronizar a criação e distribuição de conteúdos livres. Ao      contrário do Copyright, elas facilitam o compartilhamento de conteúdo      entre usuários.</li>
<li>O Fiat      Mio é uma união de idéias dos consumidores, para conceber um novo veículo.</li>
<li>As      idéias somadas da comunidade vão criar um novo modo de se pensar o futuro      dos carros.</li>
<li>O      conceito do Mio está baseado na idéia de Michelangelo, segundo a qual      qualquer bloco de pedra pode esconder uma grande obra de arte, basta saber      lapidar e retirá-la deste material bruto.</li>
<li>É um      projeto participativo, onde serão reunidas todas as idéias sobre o futuro      dos carros para criar um imenso bloco. Este bloco será a matéria prima de      onde será extraído um projeto totalmente inovador, para atender aos      anseios das próximas gerações.</li>
<li>O      projeto utiliza as licenças em Creative Commons para agregar e propagar as      idéias enviadas para o fiatmio.cc. Através delas, as equipes de engenharia      e estilo da Fiat produzirão um carro conceito, o primeiro carro do mundo      criado pelos e para os usuários, em parceria com o fabricante.</li>
<li>Vale      lembrar que todo conteúdo deste projeto será livre e seu conhecimento      poderá ser propagado sem restrições, podendo mesmo ser utilizado por      simples usuários, ou até mesmo engenheiros de outros fabricantes de      veículos.</li>
</ul>
<p>Isso é Comunicação em Rede, baseada no Conhecimento em Rede, ambos apoiados na WWW e na sua incrível força de aglutinação de pessoas e seus conhecimentos. Se você e sua empresa não participam desse processo, tenha certeza que está perdendo “o bonde da história” (e as janelinhas já estão todas tomadas).</p>
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