Pós-graduado em comunicação jornalística, Rodrigo Capella é escritor, assessor de imprensa, palestrante e poeta. Com apenas 16 anos lançou o livro “Enigmas e Passaportes” – a primeira de 11 obras já publicadas. Veja o bate-papo com os colaboradores do ComRemix sobre assessoria de imprensa, blogs, livros e mídias sociais.
Seja nas redes sociais, seja através do seu mainstream de comunicação corporativa, as empresas devem estar sempre preparadas para enfrentar a caixa de eco do mercado. Em comunicação não existe unilateralidade, mesmo em casos extremos como numa campanha publicitária tradicional.
Quando nos comunicamos através das redes sociais, podemos ter diversos objetivos:
- Evangelização de mercado por meio de um blog corporativo;
- Promoções, e/ou SAC via Twitter corporativo;
- Participação em comunidades de negócios no Ning;
- Participação em grupos de discussão no LinkedIn;
- Campanhas promocionais no Facebook;
- Etc…
Qualquer que seja o objetivo da comunicação via mídias sociais, é muito importante lembrar que nesse âmbito o público tem voz ativa - e contesta ou critica no ato. O que fazer a respeito? Algumas recomendações básicas cabem:
- Respeite sempre a opinião do público-alvo.
- Nunca deixe de responder nada, por mais agressiva e discordante que seja a opinião.
- Ao contra-argumentar, proponha um âmbito de discussão e envolva o restante do público.
- Respalde seus argumentos com opinões externas à empresas (links relevantes nas redes sociais). Ou seja, envolva outros players na discussão.
Por último, lembre-se de que o principal objetivo da atuação das empresas nas redes sociais não é vender ideias para seu público, mas entendê-lo melhor para, ato contínuo, melhorar sua comunicação corporativa.



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